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Níveis de consciência


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Nossa percepção de nós mesmos, do outro, da vida e do mundo começa a partir do desenvolvimento da nossa glândula pineal, quarenta dias após a nossa concepção, no ventre da nossa mãe.

Naquele momento, as percepções do plano material são ainda muito discretas, pois nosso espírito ainda não se ligou totalmente à matéria. No quarto mês de gravidez, nosso chakra básico começa a se desenvolver junto com o da mãe (que já está pronto), o que significa que as sensações físicas que temos são as da própria mãe.

Após o nascimento, continuamos por alguns anos desenvolvendo nossas percepções do físico, como frio e calor, fome, sede e saciedade, sono, dores, cócegas, vontade de urinar e defecar, os cinco sentidos e assim por diante.

Com dois anos de idade começa o desenvolvimento do nosso chakra sexual, responsável por nossas emoções. Medos, apegos, rejeições, tristezas, alegrias, manipulações. Tudo isso começa a ser vivido na relação com os pais. O desenvolvimento do emocional dura mais tempo e é comum adultos que ainda tem partes suas presas nesta época.

É só a partir da adolescência que começamos a definir mais claramente o chakra gástrico (plexo solar), responsável pelo mental e o plano da ação. Aqui entram as crenças e filosofias, os julgamentos baseados em crenças e não mais apenas em emoções, as estratégias e maquinações mentais. As pessoas começam a escolher suas turmas a partir de pontos de vista em comum e começam a ter uma noção de história, de quem somos e seremos no mundo.

Sem conhecimento do que vem a seguir, o ser humano, principalmente o ocidental, bloqueia o seu desenvolvimento consciencial neste estágio de seu crescimento, não se abrindo para o Eu Superior. Assim vivemos nossas vidas, limitados consciencialmente nestes três níveis, buscando satisfazer nossos desejos e necessidades mal resolvidas de proteção.

O nível seguinte, o Coração, está sempre presente, mas devido à sua sutileza, não é percebido pelas pessoas, acostumadas que estão às sensações mais brutas do físico, emocional e o controle do mental.

No Coração, inicia-se um processo de transcendência do ego humano, quando passamos a perceber a nós mesmos como plenos e unidos ao todo, quando descobrimos que o mundo exterior é apenas um reflexo do nosso mundo interior, quando passamos a observar o personagem que somos sem mais a obrigação de nos submetermos a ele.
Neste estágio do nosso desenvolvimento, passamos um bom tempo aprendendo sobre quem verdadeiramente somos e o que não somos, sobre o que é real (do Ser) e o que é relativo ou ilusório (do personagem).

O Eu Superior, inicialmente percebido a partir da abertura do chakra cardíaco, pode ser compreendido pela mente como algumas virtudes como o Amor e Aceitação Incondicional, a Paz Interior, a Plenitude, a Coragem e a Fé.

No geral, se o estímulo que sentimos não é do Eu Superior, ou seja, não se encaixa nestas virtudes, então é aspecto, é apenas algo do nosso ego humano que aflorou para reconhecermos e lidarmos da melhor maneira com ele.

É a partir deste nível de percepção que passamos a observar quando estamos reagindo a algo baseados em nossa memória, emoções, julgamentos e interpretações. Tanto os estímulos externos quanto nossa própria memória são capazes de disparar reações físicas e emocionais que nos dão uma sensação de realidade, porém, esta é a realidade do personagem, do aspecto, não do Eu Superior, o verdadeiro Ser. É somente no nível do personagem que manipulamos e somos manipulados, controlamos e somos controlados também, assim como é somente a partir do Eu Superior que seremos verdadeiramente livres. Ter isso bem claro é muito importante para todo o processo de transcendência que vem pela frente.

Ao percebermos que estamos funcionando dentro de algum processo reativo, podemos trazer nossa atenção de volta ao coração, nos alinharmos com o Eu Superior e permitirmos que toda esta rígida estrutura de crenças, emoções e reações se dissolva, curando e integrando este aspecto de volta ao Ser.

Por isso a auto-observação e as práticas meditativas e de equilíbrio espiritual são tão importantes.

Aos poucos, o personagem ilusório que temos vivido vai perdendo sua força e cedendo lugar à verdade do Ser, à Compaixão, à Paz e a Plenitude que somos. Passo a passo, assunto por assunto, memória por memória, vamos equilibrando tudo o que criamos em distorção da Verdade Divina ao longo de nossa trajetória, trazendo para o plano material a pureza e integridade do nosso Ser.

Em Paz,
Rodrigo Durante

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