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Nossa parte numa história bem sucedida



“Diz-me com quem andas e te direi quem és...”

Seguindo os luminosos ensinamentos de Mestre Jesus, vamos ao longo de nossas vidas encontrando profundos significados para suas mensagens. Claro que, como cristã, muitas vezes refleti sobre “Diz-me com quem andas e te direi quem és...”
Você, amigo leitor, com certeza concordará comigo que esta simples frase é uma referência para a nossa conduta na vida e que devemos de fato observar nosso comportamento, principalmente quando as coisas não estão muito boas.
No entanto, é comum não observarmos nossos comportamentos assim tão profundamente como deveríamos e as coisas vão acontecendo sem que nos demos conta da realidade que criamos a nossa volta. Parece que apenas quando as coisas nos desagradam de forma intensa é que notamos o quanto distantes estamos de um sentimento de alegria e nem entendemos que de alguma forma criamos tudo o que acontece em torno de nós. Assim acontece com nossos relacionamentos, trabalho, família, amigos ou a ausência deles.

Dizer que você cria o seu destino pode parecer uma sentença muito pesada de se ouvir quando se está infeliz.
Muitos clientes e alunos automaticamente me devolvem essa questão dizendo que nunca quiseram ser infelizes e que não fizeram nada para estar como estão.
Será mesmo?

Querido amigo leitor, afirmo o contrário, pois mesmo a nossa não-ação gera uma reação; assim, estando conscientes ou não, o tempo todo reagimos às nossas criações.

Hoje, atendendo Clara, uma executiva morena de grandes olhos azuis que chegou até a mim por indicação de uma terapeuta floral, deparei-me novamente com o tema deste texto: “Nossa parte numa história bem sucedida”.

A história desta moça se parece com a história de muitas mulheres na casa dos 40 anos, tentando refazer seu caminho. Clara, que numa vida passada foi trocada no altar por sua irmã mais nova, sentia-se traída e sem muita vontade de acreditar novamente no amor e no destino.
Na existência atual, tinha sido casada e era mãe de dois meninos, porém vivia só por que eles tinham resolvido voltar a viver com o pai. Ela se culpava por não conseguir mantê-los junto de si, mas o bom senso a fazia ver que a convivência com o pai também era importante na formação deles.
O tema principal do nosso encontro, até então não havia sido abordado, foi quando apareceu uma vida em que ela tinha sido um grande artesão, muito bem pago e aclamado pela nobreza. Este homem vivia no luxo, distante de sua família,dedicando-se apenas ao trabalho. Com o tempo tornou-se exigente, prepotente e fechado ao outro.
Quando terminamos a sessão, Clara chorava, mas de alívio, pois estava mais leve. Como ela disse na ocasião, algo muito pesado havia sido retirado de seu coração. Nosso diálogo, então, foi mais objetivo e claro. Falamos de amor, de dar e de receber e de se sentir só.

Clara se sentia muito solitária, tinha alguém em sua vida, mas achava que o sujeito era egoísta, que não se abria, que não estava disposto a compartilhar com ela sua vida. Não precisei explicar muito sobre o poder da importante chave espiritual que nos ensina “a atração dos semelhantes”. Clara estava atraindo para si alguém em sua sintonia que, como ela, já tinha passado por situações da vida que despertaram dores, e hoje essas pessoas tentavam curar se fechando, protegendo-se do mundo e de todos ao seu redor.
Assim, começavam e conduziam seus relacionamentos sempre na superfície, sem se entregar, sem amar e sem sofrer de verdade.
Ela me confidenciou que, num outro relacionamento, havia sentido que precisava se entregar para ser feliz, mas não sabia como, já que tinha medo de sofrer novamente. Seu namorado de agora também era um homem sofrido, alguém que no momento só queria se resguardar, por isso o relacionamento era tão superficial e sem graça.

Expliquei para a Clara que eles eram semelhantes. Seus sentimentos eram semelhantes e que o caminho para a cura era mergulhar mais profundamente nas suas próprias histórias e não ficar na superfície da vida. Afinal, por que ter medo de sofrer se já estava sofrendo?
Por que temer o novo se o velho não lhe trazia satisfação?

Amigo leitor, para ser feliz é preciso uma boa dose de ousadia. Ouse ser diferente, ouse enfrentar seus medos e veja que pelo menos a metade deles é bobagem. Muita coisa depende de você, de suas atitudes e de sua vibração. Porque quero deixar claro que não adianta mudar por fora. Tipo fazer uma maquiagem... Isso não funciona.
É preciso mudar por dentro!

Posso afirmar que você não vai encontrar tantas dificuldades como parece. Nossa mente se fixa em vibrações pesadas. Vibração é algo parecido com poluição, aquilo que é mais pesado fica no solo... Da mesma forma, as vibrações mais pesadas e densas são mais complicadas de se libertar, porém, em contrapartida, são fáceis de serem detectadas; afinal, todo mundo sente uma vibração ruim.
Sentimos dores de cabeça, dor de estômago, cansaço e até raiva de algumas pessoas sem que nada objetivo tenha acontecido... Coisas inexplicáveis, mas, para nós sensitivos, algo totalmente tranqüilo de se detectar.

Casos perdidos? Não, de forma alguma. Se a pessoa quiser mudar tudo em sua vida, afirmo que ela será capaz, porém isso inclui uma boa dose de humildade, assumir os próprios erros, mudar comportamentos negativos, ser menos egoísta e deixar de querer dar ordens no destino.

Uma das primeiras lições que aprendi com os Mestres Ascencionados foi sobre a liberdade, fluidez, aceitação. Quando esses sentimentos brotam do coração, pode confiar que sua vida está mudando. Um bom mantra que sempre ensino aos meus clientes:

Entrego, aceito, confio e agradeço.
Entrego esse problema na mão de Deus.
Aceito a solução divina.
Confio que Deus sabe o melhor para mim.
Agradeço a bênção de Deus nesta questão e na minha vida.


Muitas outras meditações e mensagens curativas você vai aprender freqüentando o grupo de meditação que coordeno. Venha participar!

Texto revisado por: Cris
Publicado dia 26/4/2007

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Autor: Maria Silvia Orlovas   
Maria Silvia Orlovas é uma forte sensitiva que possui um dom muito especial de ver as vidas passadas das pessoas à sua volta e receber orientações dos seus mentores.
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