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NOSSO PROPÓSITO - Parte 1



“Nenhum ser humano nasce TENDO uma missão. Todos nascemos SENDO uma missão, um projeto inacabado que deseja realizar-se, e pela realização acrescentar felicidade e prazer ao mundo”

É importante ressaltar inicialmente que neste texto não há nenhuma conotação religiosa ou intenção dogmática, mas simplesmente uma maneira de ver o que somos e para que somos.
O Propósito de uma vida é uma identidade energética com a qual nos relacionamos e através da qual colocamos nosso potencial a serviço de nosso desenvolvimento como Ser.
No momento de nossa decisão de encarnarmos um corpo físico e vivermos no terceiro nível (aqui na Terra), escolhemos um Propósito para essa vida, escolhemos um sentido para essa grande aventura que é viver e experenciar fatos, relações e circunstâncias no plano físico e concreto.
Não chegamos a essa vida sem nenhuma bagagem anterior. Chegamos sim com habilidades inatas e intrínsecas ao Ser, que nos diferenciam como indivíduos ao mesmo tempo em que nos caracteriza como parcelas de um Todo maior.
As habilidades e potencialidades que trazemos conosco são ferramentas das quais dispomos para criar nosso plano de evolução essencial e cooperar para a concretização do plano de desenvolvimento da humanidade.
O Propósito é uma escolha anterior, porém só pode ser encontrado e vivenciado aqui neste plano. O encontro com essa identidade energética e a fusão com ela nos torna mais fortes como seres e nos dá a certeza de estarmos evoluindo e não somente vivendo.
Ao nos conectarmos como o nosso Propósito, damos início a um processo de transformação energética que nos guiará em sua direção. Passamos a vibrar em um novo padrão energético que nos ajuda a criar todas as condições para que encontremos esse Propósito e saibamos que o encontramos.
Isto quer dizer que descobri-lo não significa necessariamente vivê-lo. Descobri-lo significa que temos a oportunidade de acessar nossas habilidades essenciais e colocá-las a serviço de nosso processo de crescimento.
Significa que passamos a perceber em nós a existência daquelas ferramentas que facilitam nossa jornada e nos dão a consciência de nossa individualidade e de nossa força.
Descobri-lo significa que passamos a contar com uma ajuda interna que nos mostra o caminho a seguir e nos dá segurança para segui-lo independente dos obstáculos que encontramos.
Descobri-lo significa distanciarmo-nos da idéia de desistir, de adiar, de temer críticas e julgamentos, de nos submeter e nos subestimar.
Assim percebemos que o primeiro e também o mais importante passo é nos conectarmos com nosso Propósito Essencial e só podemos fazer isso se acreditarmos de fato que fizemos uma escolha ao decidirmos viver aqui e agora. Acreditarmos que fazemos parte de um Todo e que trazemos em nós também uma parcela do Divino.
Só nos lançaremos à busca de nosso Propósito se acreditarmos que nossa vida não é uma casualidade ou um desejo de outros, sejam nossos pais, filhos maridos, esposas ou sejam quem for.
Se acreditarmos que não estamos vivendo somente em função de outros.
Temos que acreditar que vivemos para nossa própria realização e que não podemos, por mais que pensemos o contrário, interferir na realização de qualquer pessoa, assim como ninguém pode interferir em nossa realização pessoal.
Compreender e aceitar essa premissa, nos livra de uma responsabilidade que não temos assim como de “desculpas” sobre as quais muitas vezes nos apoiamos para justificar nossa insatisfação com a vida que levamos.
Nossa vida é acima de tudo um desejo nosso, faz parte do plano de evolução que nosso Ser criou e é uma decisão única de cada um.

Sem dúvida, encontramos ao longo de nossa existência, muitos seres que nos ajudam a compreender e aceitar fatos, circunstâncias e relações, assim como nós os ajudamos, mas esses são pactos essenciais que fazemos para poder encontrar e realizar nosso Propósito e não determinam em nenhuma hipótese essa realização.

Na medida em que nos submetemos aos processos educativos e condicionantes de nossa cultura. Na medida em que nos envolvemos em relações pessoais cerceadoras e na medida em que nosso ego se ilude com os apelos da dimensão física e material, podemos nos afastar de nosso Propósito, mas, mesmo assim, se estivermos atentos aos sinais que nos são dados pela vida e se acreditarmos nos chamados que recebemos de nossa sabedoria interior mantemos a presença dessa Identidade Energética sempre próxima de nós e mesmo inconscientemente, criamos circunstâncias que nos levam ao encontro de nosso Propósito a fim de poder vivê-lo.
Muitas vezes, até mesmo nos afastamos de nosso Propósito para então voltar a compreendê-lo melhor.
Ao nos lançarmos à busca, passamos a vibrar em um padrão energético que atrai os relacionamentos de nossa vida de uma forma seletiva. Passamos a nos relacionar com tudo aquilo que nos aproxima desse Propósito e nossos atos e atitudes são mais assertivos e consequentes.
Nossa energia se renova constantemente, pois entramos em simbiose com os fatos e acontecimentos. A isso chamamos de sinergia, ou seja, a alimentação contínua e recíproca das identidades energéticas, sem o esgotamento de nenhuma daquelas envolvidas, ao contrário, percebemos o fortalecimento constante de todas elas.

É importante saber que nunca nos afastamos definitivamente de nosso Propósito, pois ele é uma espécie de propriedade de cada um e sua energia estará sempre presente em nós, mesmo que enfraquecida. Essa presença é que cria nossos questionamentos em relação à nossa realização e nossa felicidade. Essa presença é que nos dá a sensação de que somos mais do que acreditamos ser. Não significa que podemos ser mais ricos ou mais poderosos, mas sim mais completos, felizes e realizados.

Deste modo, depois que iniciamos nossa busca, devemos estar preparados para possíveis mudanças em nosso cotidiano e aí nos é cobrada a coerência de viver de acordo com aquilo que de fato desejamos. Esse é o momento mais importante e talvez o mais difícil em nosso processo de contato com nosso Propósito. Corremos o risco de atribuirmos a fatores externos nossas dificuldades em alcançá-lo. Podemos projetar nossos medos e fraquezas naqueles que nos cercam. Podemos nos iludir alegando nosso altruísmo e desapego de nós mesmos ao nos entregarmos a uma vida sem um verdadeiro sentido íntimo, mas que dentro de um contexto social nos dá destaque ou segurança. Os sinais que recebemos, passam a ser mais evidentes e negá-los ou ignorá-los nos dará sempre a sensação de que de alguma forma estamos tentando nos enganar. Se ao contrário, estivermos atentos e vivermos coerentemente, constataremos que estamos recebendo uma orientação vinda de nossa sabedoria interior, quanto à nossa melhor forma de agir.

Parte 2

Texto revisado por: Cris
Publicado dia 2/7/2007

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