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NUNCA ESTAMOS SÓS

por Paulo Cesar do Sacramento

Publicado dia 19/1/2008 em Autoconhecimento

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A obsessão é uma espécie de enfermidade de ordem psíquica e emocional que consiste num constrangimento das atividades de um espírito pela ação de um outro. A influência maléfica de um espírito obsessor pode afetar a vida mental de uma pessoa, alterando suas emoções e raciocínio, chegando até mesmo a atingir seu corpo físico. A influência espiritual só é qualificada como obsessão quando se observa uma perturbação constante. Se a influência verificada é apenas esporádica, ela não se caracterizará como uma obsessão, mas mesmo assim, a simples aproximação de determinados espíritos pode nos causar um mal estar, principalmente se for um desencarnado que daqui saiu em desarmonia conosco.

Espíritos maus e imperfeitos ou aqueles que desencarnaram e estavam como nossos desafetos podem provocar obsessões, irritações, aparecimento repentino e estranho de doenças, interferindo na vontade do indivíduo, fazendo com que ele tenha ações contrárias ao seu desejo natural.

É bom salientar que espíritos, ou por ódio ou por amor, perseguem um ao outro por centenas de anos a fio, até que sejam resolvidas suas pendências. A obsessão só se instala na mente do obsedado quando o obsessor, que pode ser até um parente desencarnado, encontra fraquezas morais que possam ser exploradas. São pontos fracos que, naturalmente, todos nós temos pela imperfeição que nos caracteriza. Deste modo, conclui-se que todos estamos sujeitos à obsessão.

O espírito obsessor, conhecendo as fraquezas morais do obsedado, vai aos poucos obtendo acesso à sua área mental, chegando em alguns casos a dominá-lo. Se a obsessão se intensificar e não for tratada espiritualmente, de modo adequado e em tempo hábil, ocorrerá um aumento de afinidade fluídica entre obsessor e obsedado, o que poderá acarretar no agravamento dos sintomas mentais e (ou) corporais.

As obsessões no período da infância são raras, mas existem. Geralmente as influências iniciam-se entre os sete e dez anos de idade, quando a personalidade da criança começa a desabrochar. Depois desse período já é possível que ocorram influências obsessivas mais preocupantes. Todos nós recebemos influências espirituais boas e ruins que, de acordo com nosso livre arbítrio, podem nos encaminhar para o bem ou para o mal.

Os espíritos não são iguais nem em poder, nem em conhecimento, nem em sabedoria. Como não passam de almas humanas desencarnadas, ainda apresentam uma variedade maior que a que encontramos entre os humanos encarnados na Terra. Há, pois, espíritos muito superiores, como os há muito inferiores; muito bons e muito maus, muito sábios e muito ignorantes. Há levianos, malévolos, mentirosos, astutos hipócritas, espirituosos, etc...

Estamos incessantemente cercados por uma nuvem de espíritos que, nem por serem invisíveis aos nossos olhos materiais, deixam de estar no espaço ao redor de nós, ao nosso lado, espiando os nossos atos, lendo os nossos pensamentos, uns para nos fazer o bem, outros para nos fazer o mal. Entre os que nos cercam há os que se ligam a nós, que agem mais particularmente sobre o nosso pensamento, aconselhando-nos e cujo impulso seguimos sem nos apercebermos; felizes se escutarmos a voz dos bons.

Ligam-se os espíritos inferiores àqueles que os ouvem, junto aos quais têm acesso e aos quais se agarram. Se conseguirem estabelecer domínio sobre alguém identificam-se com o seu próprio espírito, fascinam-no, obsediam-no, subjugam-no e o conduzem como se fosse uma criança.

A obsessão jamais se dá senão por espíritos inferiores. Os bons espíritos não produzem nenhum constrangimento; aconselham, combatem a influência dos maus e se afastam, desde que não sejam ouvidos. Por sua vontade pode sempre o ser humano sacudir o julgo dos espíritos imperfeitos, porque em virtude do seu livre arbítrio, há a possibilidade de escolha entre o bem e o mal.

Paulo César
Fonte: Deus
Autor: Minha Centelha Divina
19/01/2008

Texto revisado por Cris

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