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O Amor como Catalisador

por Maria Cristina Tanajura

Publicado dia 19/9/2008 em Autoconhecimento

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Quando emito qualquer opinião positiva sobre uma pessoa que muitas vezes está sendo criticada, ouço me dizerem que sou muito crédula e que ingenuidade já não pode existir no mundo de hoje, onde a maldade campeia... mas a verdade é que sou otimista com relação ao ser humano e tenho muita esperança num futuro melhor para a humanidade.
Por quê? Pensei sobre isto, procurando me responder e compreendi que, se a essência de nosso Ser é Amor, se fomos criados pelo Amor, um dia sintonizaremos com Ele. Não importa se muitos demoram em fazer esta ligação, o que é verdade é que isto se dará um dia e, portanto, além de trabalharmos para isto, precisamos acreditar nisto com todas as nossas forças. As nuvens são sempre passageiras, quando teimam em esconder o Sol, não permitindo que seus raios as atravessem e banhem de Luz e Vida todo o planeta. Estamos em movimento contínuo, num processo rápido e concatenado em direção à harmonia e à paz. Certamente chegaremos lá.

Para ajudarmos no florescimento do Amor, precisamos vibrar Amor, pois só Ele, por sintonia, vai fazer brotar o Amor que está no outro. Não conseguiremos ajudar o progresso espiritual punindo, apenas, aquele que erra e mostrando-lhe onde errou. Conseguiremos que se transforme se o amarmos, apesar de seus desvios, pois o Amor tem este poder de atrair, nele, o que ele tem de melhor... e o mais desviado de todos os seres humanos é Amor em sua essência e há de responder a este chamado.

Vibrando Amor, estaremos orando e trabalhando pelo Bem geral, mais do que se estivéssemos fazendo grandes palestras, trabalhando em reformatórios, com as leis em mãos, pontuando os erros de cada pessoa ali.
O que mais precisamos, nos dias atuais, é de Amor! Sabemos muito, temos muito mais conforto, estamos mais rapidamente em todos os lugares, mas estamos todos famintos de Amor, de aconchego, de aceitação, de compreensão, de perdão, de misericórdia.
Lembrando-nos de que Deus não é Senhor, mas Pai, talvez nos sintamos mais acolhidos e acarinhados.

Quantos de nós esquecemos um olhar amoroso, quando o recebemos num momento de dor? Um aperto de mão mais caloroso, quando precisávamos de incentivo, um telefonema amigo, num instante solitário? Acho que quase nenhum de nós. Porque vivemos para amar e ser amados e tudo o mais que fazemos é realmente secundário!

Já estive com terapeutas que trabalham com a regressão dos pacientes e que atestaram que, quando alguém regride a tempos remotos, quase nunca se recorda de coisas materiais possuídas e perdidas, mas sim, de amores, de amigos, amantes, pessoas que foram essenciais nas vidas dele, naqueles momentos.

Nossas almas encarnadas precisam do material para poder cumprir o programa de vida traçado para elas, mas não vieram apenas para construir este contexto material. Viemos, sim, aprender a amar e aí está a nossa principal missão, a nossa ocupação mais importante, que pode e deve ser cumprida em todos os instantes de nossas vidas, enquanto estivermos realizando quaisquer tarefas.
Só amando muito, a todos, a tudo, à vida, perdoando e confiando, poderemos levar os que estão perdidos, confusos ou desviados do caminho, a se equilibrarem.
Mas, sem esperança, sem acreditar na essência amorosa de cada um, não o conseguiremos, pois perderemos a confiança nesta possibilidade.

Texto revisado por: Cris

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Sobre o Autor: Maria Cristina Tanajura   
Socióloga, terapeuta transpessoal.
E-mail: [email protected]
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