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O cancro humano


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Quem costuma ler jornais ou assistir noticiarios, coma mim, sabe que um dos assuntos mais constantes e que mais espaço ocupa é o da economia. Fala-se em crise, fala-se em previsões de crescimento, fala-se em contraçom ou expansom da economia ... e exibem-se números, percentagens, índices, pra mostrar o bem ou o mal que imos. Bastam umhas deciminhas do lado certo ou do lado errado pra qualificar umha notícia coma boa ou má, pra estarmos de parabéns ou pra estarmos em crise. Eu nom entendo isto da economia. No entanto, percebo que um dos objectivos de tódolos governos é o do «crescimento económico». Se ele for bem positivo, boas notícias, se ele for negativo, ou mesmo nulo ou escassamente positivo, más. Há que crescer, a economia tem de crescer ao 3% por ano, ao 5%, porque se nom for assi estaremos em crise.

Contudo, visto que os recursos do nossso planeta som limitados e o crescimento continuado é portanto insustentável, polo menos no único modelo que conhecemos funcionar (uso massivo de energias fósseis que poluem a atmosfera e causam mudanças climáticas imprevisíveis, agricultura que depreda os ecosistemas e nom consegue manter a produtividade sem envenenar progressivamente o solo e as augas e sem esgotar os lençóis freáticos) qual é o verdadeiro objetivo desse crescimento? Dar cabo do nosso planeta? Ver como o imos destruindo? Ver quem é que consegue causar mais dano nele?

É claro que os nossos políticos, os poderes económicos e tamém muitas persoas «normais» coma mim e coma vós, vivemos num estado de negaçom, a nos taparmos os olhos e ignorarmos as catástrofes inevitáveis que decerto imos sofrer dentro dalgum tempo.

Ou seja, temos perdido o controlo. A humanidade vai num carro a toda a velocidade ladeira abaixo e sem travões. E nom sabe o que faguer, pra além de pegar na direçom e ir apanhando as curvas segundo venhem, até que a colissom final pare, de forma terrível, esta carreira louca.

Poderiamos comparar a nossa «civilizaçom» humana (que exclui os «aborígenes», claro) a um cancro, e o nosso planeta a um corpo animal doente. O cancro tem por sistema espalhar-se polo corpo, a partir do crescimento exagerado e exponencial de células em determinadas áreas ou órgaos. O cancro da «civilizaçom» humana cresce a partir das aglomerações humanas, das cidades, das grandes explotações agrícolas e mineiras, verdadeiros tumores de hiperatividade que absorvem ou extraem recursos do seu entorno e produzem resíduos tóxicos que se vam espalhando por todo o corpo e o vam envenenando e matando.

Velaí o que a nossa «civilizaçom» se tem tornado: um cancro mortal. Causamos a morte de inúmeras espécies animais, escravizamos, torturamos e matamos inúmeros animais, a cada dia. Já nom somos parte do problema, SOMOS O PROBLEMA MESMO.

Porém, antes do estado civilizacional, nós adoitavamos viver em harmonia co nosso médio, sem precisarmos de «crescimento económico». Mas, julgo eu, algo deveu acontecer nalgumha altura, que deu em nos tornarmos o que somos, ou em ir-nos levando nesse caminho ...

O que seria?
 

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Conteúdo desenvolvido por: Xavier Andre   
Produtos: “De volta à saúde“, traduçom do livro do psicologista transpersoal, Steve Taylor, “Back to sanity“.
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