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O coração é uma porta que só abre por dentro



"A Alma em si se nutre de Amor".
A vida terrestre se equilibra no Amor, mas a humanidade não se dá conta disso! Relacionamentos! Ninguém vive sem eles, mas a maioria não sabe conviver bem neles!
Uma coisa é certa: "Nem só de pão vive o homem"... as pessoas mais sensíveis, ainda que mascarando essa busca de afeto, acabam deixando um rastro sutil pelo qual percebemos a falta que fez um amor em suas vidas, mesmo após sua morte.
Janis Joplin deixou escrito pouco antes de falecer: “Mesmo que nossos lábios não se cruzem novamente, posso dizer em silêncio tudo aquilo que ficou escondido para sempre. Haverá momentos em que nossos pensamentos se encontrarão no espaço, e assim, sentiremos falta de estarmos juntos novamente”.

Todos procuram sua alma gêmea, porém, enquanto individualidades que somos, deveríamos entender isso como almas irmãs e almas afins, porque na maioria dos relacionamentos estáveis e harmônicos são elas que demonstram união, amparando–se mutuamente, conseguindo equilíbrio no plano de comunhão, gerando um clima onde harmonia, companheirismo, compreensão e aceitação das diferenças prevalecem.
Duas pessoas que assim se relacionam, conseguem construir positivamente sua realidade presente e resignificar a realidade passada, integrando os dois passados individuais, numa nova história que representará uma referência sólida para todos aqueles que seguirem seus passos.

Ouvimos da espiritualidade que a coisa mais bonita e sublime que existe é o amor. Que só ele cura tudo. Teoria belíssima, mas como vivermos nele? Como devemos viver esta vida com amor? Como podemos partilhar este dom que recebemos e traçar um projeto de vida baseado nele? Precisamos do anseio e da apreciação do outro para nos tornar pessoas completas e realizadas, e é isso que nos leva a relacionamentos mais íntimos. Esperamos que o outro venha nos completar, e entramos num vazio, numa inquietação constante ao perceber que isso não acontece. O resultado será sempre a solidão. Isolamento que nos leva inevitavelmente na direção de outros relacionamentos, mais uma vez na esperança de satisfação de nossas necessidades - o que acarreta um vazio ainda maior - ou perdemos grande parte de nossa vida na tentativa de sermos amados por nossos parceiros, resultando num final ainda pior, caindo frequentemente em profunda depressão.

Hoje em dia, fala-se muito em “individualidade”, mas poucos têm a verdadeira compreensão do que isso representa. Ela, tão mal compreendida, transformou-se em “egoísmo”, e aquilo que deveria ser saudável, dentro do relacionamento - ter seu próprio espaço, preservar seu próprio eu, ter autonomia - o que poderia ajudar na relação a dois, foi tão destorcida pela sociedade, que acabou corroendo seu verdadeiro sentido, deturpando os relacionamentos, e consequentemente, o amor.
Então o que faz um relacionamento real e duradouro, se um dos "sinais" dos novos tempos, nos mostra que estamos cada vez mais longe dele?
Os seres humanos, afetivos na essência, não perdem jamais a necessidade de encontrar o amor, e a individualidade deve ser preservada, não para afastar, e sim para unir, porque se assim for, com respeito, mantém um relacionamento. Mas isso não depende de um só, e onde está a vontade de evoluir, de crescer e amadurecer, principalmente espiritualmente, para melhorar um relacionamento? Esse amor, hoje considerado “fora de moda e ultrapassado”, continua sendo a chave de uma vida feliz e aqueles que ainda nele acreditam, continuam buscando-o. Mesmo sabendo que essa não é uma busca simples. Por quê?

Porque a Fonte da vida em nós, Deus, nos indica o caminho e, mesmo passando por experiências que nos causam uma sensação frustrante, que nos deixam sem chão, sem saber o que fazer e como lidar, podemos sentir que somos guiados por uma força inexplicável, que foge ao nosso controle, e essa força é exatamente o amor.
Somente ele,“o amor” amplia nossa percepção, aguça nossa sensibilidade, e nos faz perceber com muita clareza a conexão com o nosso interior. E isso, os individualistas convictos perderam. Não possuem nenhuma ligação com os valores que sustentam suas atitudes interiores.

Desligados ou isolados da fonte divina dentro de si, entram na escuridão e fazem do mundo um lugar frio, onde amar o outro com toda força da alma é sinal de fraqueza, de submissão, de tolice. Não é o mundo que está frio, são seres humanos sem amor e sem valores internos, que estão assim no mundo. Esquecem que atos são diferentes de atitudes... atos manifestam somente o lado de fora, mas a vida segue nossas atitudes e essas estão dentro de nós. O que sustentamos se concretiza. O que deixamos de sustentar não se manifesta. É por essa razão que, no planeta, o maior problema do homem é compreender que é ele o responsável pelas dificuldades de seu caminho, pois cada criatura vive daquilo que cultiva.
Amar exige inteligência e disciplina interior.
Tudo começa por nós, porque ninguém dá o que não tem. Encontrar um amor possível é ter a certeza que recebemos um presente de um valor inestimável, que só podemos retribuir nos tornando “um companheiro de verdade”.

Amor é um ato de dar. O diálogo e a comunhão na Luz da Fonte são o único caminho. A linguagem é a principal barreira, visto que linguagens diferentes podem passar a mesma mensagem e não serem compreendidas, gerando conflitos. Aqueles que desejam um encontro sincero, que desejam construir algo de verdadeiro juntos, praticam o diálogo. É essa a forma humana de demonstrar amor; é se importar, demonstrando preocupação ativa com a vida e o crescimento do outro. É responder às necessidades expressadas pelo outro.

Isso é abrir o coração! É fundamental que um saiba da vida, dos sentimentos, carências e conflitos do outro. Conhecerem-se e sentirem prazer com esse conhecimento recíproco e mútuo. Com afeto, com ternura, podemos experimentar o lado humano, conscientes de nosso espírito eterno.
Somos chamados pela espiritualidade, nesses novos tempos, a compartilhar com o outro o grande amor do Pai pela humanidade, através da nossa feminilidade e masculinidade.
Somos capacitados para isso, mas a nossa maneira diferente de ser, hoje distorcida, nos separa em vez de promover a forma mais perfeita de intimidade entre dois seres humanos.

Disse nosso Mestre Djhal Khull, muito sabiamente, que “O amor e o relacionamento a dois, são os meios mais poderosos de que o Pai celestial dispõe para transformar seus filhos em criaturas mais amorosas, mas, como as conseqüências imediatas são diversas das desejadas e esperadas, a maioria tem dificuldade em acreditar que Ele está de alguma forma promovendo somente o bem. Voltam-se para o individualismo, virando as costas para a oportunidade de evoluir, e consequentemente para a maior Lei Universal, o Amor Divino”.

Portanto, como disse Anne Frank, "A gente pode se sentir só, mesmo no meio de muita gente amiga, se souber que não ocupa um lugar especial no coração de alguém".
Quem tem coragem para enfrentar esse desafio?
VERA GODOY
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Texto revisado por: Cris Publicado dia 12/1/2007

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Autor: Vera Godoy   
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