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O Equilíbrio entre o Dar e o Receber - Parte 1


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O que acontece se uma pessoa recebe muito de outra em uma relação de par, quer seja entre namorados, casados, entre amigos ou entre pais e filhos?Neste caso, há uma descompensação na lei do Dar e do Receber e ela só funciona quando há troca, quando existe equilíbrio.

Vamos exemplificar: imagine um casal, onde uma das pessoas paga a faculdade para a outra e esta não tem como retribuir. Vamos nomeá-los doador e recebedor, respectivamente.
O que fazer nesse caso? Uma observação importante a ser feita é a de que as pessoas dessa relação devem estar fazendo, cada uma, a sua parte. Entretanto, sempre haverá uma dívida por parte do recebedor. Para sanar, ao longo do tempo, o problema formado é preciso realizar uma dinâmica entre o casal e cada casal tem a sua. Ou seja, é necessário combinar como o recebedor vai retribuir a dívida ao doador, já que o primeiro não se sente bem por ter essa dívida.
Até aqui, tudo está bem, porque esse “não se sentir bem” pela dívida é uma característica do ser humano. Assim, uma opção para a retribuição é o recebedor apoiar o doador em alguma ação ou dificuldade, ou, até mesmo, fazer as tarefas do dia a dia da casa.
Mas, também, é preciso avaliar o tamanho desse “presente” recebido do doador. No nosso exemplo, o “presente” é bastante grande e, talvez, o recebedor possa devolver o “investimento” à família, ou ao doador, em forma de uma poupança, quando estiver colocado no mercado de trabalho. Ou, até mesmo, possa financiar uma faculdade para outra pessoa.
É uma questão de ajuste e acordo entre as partes. Quem toma muito de seu par começa a ter um peso muito grande devido ao que foi doado. Muitas vezes, o recebedor começa a atacar o doador com a intenção de estancar esse fluxo de doação.
O recebedor quer se livrar desse peso!

Devemos perceber que ninguém não tem nada que não possa devolver para equilibrar o dar e o receber, mesmo que as medidas sejam diferentes. Isto é, se o recebedor devolver algo “pequeno” em relação ao doador, mas o doador o aceita e fica feliz, isso é algo muito bom, pois um coração grato é um coração próspero.
Tudo aqui falado tem a ver com os campos sistêmicos das Constelações Familiares, mais precisamente da lei do dar e receber, a qual requer equilíbrio. Logo, é preciso equalizar a lei para que não tenhamos problemas financeiros futuros e muito menos conflitos entre pares.
Reflita sobre isso e perceba se você está equilibrado perante essa lei.

Texto revisado
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Conteúdo desenvolvido por: Nelson Theston   
Nelson Theston é Especialista em Potencial Humano, em Constelações Familiares e de Negócios, Master Coach, Palestrante e autor do livro “A Luz ao Seu Lado” (Editora Luz da Serra). Há 20 anos, sua missão está focada em despertar o Potencial Mental, Espiritual e Emocional das pessoas.
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