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O QUANTO VOCÊ É VULNERÁVEL? - Parte 2

por Lucya Vervloet

Publicado dia 28/6/2008 em Autoconhecimento

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Todos sabem que os pensamentos podem alterar a fisiologia do coração e de todo o nosso sistema. O que sentimos em relação a algo ou a alguém também provoca várias reações internas e externas.
Parece-me um sistema frágil de existência por não termos o treino, a disciplina e a evolução necessários frente às adversidades cotidianas. Muitas das surpresas, sejam agradáveis ou não, aparecem de repente, no momento e onde menos se espera! Quem já não se “pegou” tendo um sentimento constante de que suas emoções estão “out of control”? Que seu coração dispara pelos motivos mais frívolos e banais possíveis? Que ele insiste em sentir com mais profundidade e intensidade que o recomendável ao nosso equilíbrio? Que ele não obedece prontamente ao seu comando racional? Dá medo não é? Pois é, vivemos todos nessa roda viva emocional, ora tristes, ora alegres, ora entusiasmados, ora desanimados. Às vezes, até cansa, não é mesmo?

Percebemos esta situação com mais nitidez, quando pensamos estar próximos de alguma grande perda, seja ela material, afetiva ou física. Pois sentimos medo de não termos a devida capacidade de resposta aos prováveis eventos futuros. Como desativar o gatilho que dispara tamanho desconforto e dor?

A raiz da palavra coragem vem de coração, da sensibilidade, da força moral; e quando diante de algo que ultrapasse a nossa capacidade de liderança, o que pedimos sempre ao Alto: coragem para suportar o insuportável. E tenho a fé de que Ele sempre responde. Sinto que só assim, conseguimos conviver com a vulnerabilidade humana sem buscarmos formas “alternativas” para tranqüilizar o nosso ser, por tempo longo demais. A entrega, o “não importa”, pra mim são a ordem do dia. Não vivo sem “eles”. Já fazem parte de minha prática diária de “oração”. Caso esqueçamos de que sozinhos podemos vir a fracassar diante das inúmeras “armadilhas” emocionais, posso dizer que o preço a se pagar será muito alto.

Temos uma estrutura física interna forte (com algumas exceções), capaz de lidar com grandes e longos períodos de desequilíbrio energético. No entanto, existe um momento, e isto varia de organismo para organismo, em que o desgaste excessivo pode conduzir-nos a doenças graves e até mesmo à morte.

A casa seis de nosso mapa natal é onde podemos ter uma noção de como lidamos com a nossa saúde e doenças (alertas), e corresponde ao signo de Virgem (casa seis do mapa natural). Os planetas ali localizados e seus aspectos nos dão uma maior percepção e consciência de quais providências devemos tomar quanto a sanar tais problemas.

Como exemplo, quem tem o planeta Netuno nesta casa deve ficar atento a doenças de difícil diagnóstico e pode ser mais vulnerável a invasão de forças externas, como germes e bactérias. A medicina alternativa pode ser uma excelente opção de tratamento e prevenção e o cuidado com a alimentação também pode auxiliar bastante no fortalecimento do sistema imunológico e nervoso. Aqui, a doença pode desempenhar claramente a função de um aviso de que algo não vai bem e precisa de total atenção. Por outro lado, a oportunidade de desenvolver a fé, novas atitudes e hábitos cotidianos não deve ser desperdiçada.

Parafraseando um jornalista “global”: “Saúde é o que interessa, o resto a gente corre atrás”. E eu diria ainda mais, ser saudável nos conecta com a perfeição que somos, aumenta nossa auto-estima e libido, dá-nos força e leveza para a vida. Enfim, é um dos caminhos para a felicidade.

Continua: Os astros e a saúde

Lucya

Texto revisado por: Cris

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Sobre o Autor: Lucya Vervloet   
Astrologia (básico na Regulus/SP) e autodidata. Participei de workshops de Runas, Tarot místico/terapêutico com Veet Pramad. Estudei Numerologia e quirologia. Iniciei-me na energia Reiki. Estudei 12 meses do Curso de Psicanálise/ES. Com uma visão universalista da vida dediquei-me ao aprendizado de idiomas e culturas estrangeiras.
E-mail: mayvakin@hotmail.com
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