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O SEGREDO DE QUEM SOMOS NÓS.



Abracadabra!

E então? Vão continuar aí sentados, apenas assistindo ao que fazem aqueles que já fazem? Clicando o controle remoto sonífero diante das novelinhas insossas, que nem são aquelas histórias dos seus sonhos?

Todo mundo mais ligado na derrubada dos antigos paradigmas já está andando por aí, providenciando o seu próprio mundo, com as devidas conexões e interações. Esqueçamo-nos, portanto, e de uma vez por todas, daquela suposta "realidade" deposta baseada nos conceitos da separatividade para nos conectarmos com a corrente renovada de vida que em boa hora vem invadindo o mundo!

Se lhes parecem maçantes as explicações para muitos ainda complexas envolvendo mecânica quântica e ondas de probabilidades em substituição às anteriores da divisibilidade da matéria finalizada na intimidade do átomo, então que se convençam da unicidade da vida atentando para o simples cotidiano: para a forma indubitável como tudo e todos se acham interconectados e em permanente processo de interação e de influenciação mútua, para concluírem definitivamente que quem cria cada minuto do seu dia com as devidas conseqüências são, unicamente, vocês! Nas menores coisas!

Assim, se alguém mal humorado se acotovela com você na hora de subir naquele ônibus cheio e o arreda para trás à sua revelia, cabe a você se decidir por uma briga inútil, conferindo à negatividade alheia a vitória sobre a sua serenidade ou conferir vitória à sua serenidade sobre a negatividade alheia deixando o outro seguir o seu próprio caminho sob a nuvenzinha de tempestade do seu mau humor cujas causas, diga-se de passagem, lhe escapam. E seguir você o seu rumo, de seu lado, mantendo o bom humor de há apenas cinco minutos antes para chegar em casa ao encontro dos seus filhos num estado adorável de espírito.

Lançamos o pó do Tang na pureza da água criando, a partir disso, um suco de laranja; eis a alquimia da transformação. Lançamos na pureza original do nosso estado de espírito os ingredientes da boa ou má disposição; do bom ou do mau humor; do entusiasmo ou da depressão; do otimismo ou do pessimismo... e os resultados afetarão todo o repertório das nossas convivências e um sem número de pessoas com as quais nos relacionamos, com menores ou maiores implicações cotidianas, afetando, fatalmente, o modo como também elas se sentirão nas próximas vinte e quatro horas. Ou existe alguma dúvida de que guardamos lembranças gratas e prosseguimos investindo na esperança de um mundo melhor devido àqueles maravilhosos momentos nos quais vivenciamos belas trocas amigáveis ou amorosas com os que nos cercam?

Quais serão os resultados de se ser tratado por pessoas-chave em nossas vidas com indiferença, desamor ou injustiça?

Geramos ao nosso redor uma aura condizente com as nossas condições íntimas, que nos acompanha aonde formos, irradiando em torno sem parar, através de atitudes, de gestos, da nossa fisionomia, de um simples olhar ou palavra... e é fora de dúvida que com base nisso não viveremos jamais isolados e afetaremos significativamente sempre, disso tenhamos ou não consciência, os nossos próximos passos como os dos demais seres...

Quando comprei o livro "Quem Somos Nós" - uma espécie de Bíblia de cabeceira obrigatória para todos os que estão antenados com o novo mundo que desponta - uma amiga ia passando por perto de onde o lia e, vendo-o de relance, comentou, entusiasmada: "É esse! É esse aí que eu queria comprar noutro dia! Vi o filme e queria comprar; acabei comprando outro!" E folheando-o, entre impressionada e satisfeita, completou: "Vou comprar! É este!" O simples ato de ler influenciando uma outra pessoa que, em fazendo a mencionada leitura, certamente se verá dominada por transformações íntimas mais ou menos perceptíveis, e de menor e maior relevância prática na sua vida diária.

Esta mesma amiga a quem me refiro, por sinal, praticando ultimamente a fórmula alquímica contida em O Segredo, ganhou num sorteio concorridíssimo a sonhada televisão de plasma, eletrizada, tanto mais pela constatação da veracidade da aplicação do Segredo, de conjunto com o ganho do prêmio em si.

Em contrapartida ouço como eco, entre risos, um comentário que é reprodução fiel das minhas próprias conclusões num sem número de ocasiões em que voltava da rua debaixo da ameaça de tempestades furiosas e iminentes: "Venho aplicando a fórmula do Segredo, e sempre ponho os pés a salvo em casa imediatamente antes que desabe o temporal!"

Fora de lógica?! Muitos repetem o adágio Deus ajuda nesses episódios... mas que tal conciliar o Deus ajuda com o axioma de que a nossa evocação da situação favorável "co-criou" essa "ajuda de Deus"?

Co-criadores!

Muitos argumentariam que a vida acontecendo desse jeito fugiria de qualquer parâmetro lógico. Como poderiam todos criar ao mesmo tempo a sua realidade a cada segundo sem interferir com as demais? Mas, a qual lógica a esta altura haveremos de nos referir? Que tal pararmos de nos ocupar com o como se coaduna a nossa criação com as demais, para apenas nos atermos à efetivação, debaixo dos nossos olhos, da realidade pretendida em si?

Lembram-se da menção quântica dos elétrons que se acham em dois lugares ao mesmo tempo? E que afinal não passam, esses elétrons, de energia em movimento constante de probabilidades? E que tal se todas as probabilidades coexistirem, simultâneas, para serem utilizadas a gosto por nós tirando-as da "cartola", ou se preferirem, do infinito "cardápio universal"?

Nestes dias comecei um trabalho literário novo na área espírita mediúnica, versando essencialmente sobre a mensagem iluminada de Francisco de Assis. Não sabia de que forma a equipe assistente do invisível me induziria a começar o projeto; em verdade não adivinhava mesmo nada a respeito do que viria; comecei a cogitar que talvez necessitasse de dados acerca da vida do Poverello de Assisique me escapavam, e não fazia muita idéia de por onde começar a busca.

Pois não havia se encerrado a primeira semana e, literalmente, choveram-me inesperados e-mails contendo as mensagens de Francisco de Assis; textos biográficos, em visitas eventuais a sites; filmes que me vieram ter às mãos como num passe de mágica...

Querem saber de uma coisa? É constatação pura! Portanto, parem de se preocupar até mesmo com as explicações quânticas, físicas e científicas de vanguarda para esta questão! A humanidade amadureceu o suficiente e esta é a hora! Então, vivenciem! Experimentem!

Abracadabra! Façam uso da varinha mágica para criar a realidade com que sonham, porque a mágica, meus caros, aquela mesma mágica de Merlin, de Gandalf, da Força na Ordem dos Jedi, se acha bem próxima! Mais ainda do que jamais supomos, pronta para uso e dentro de nós!

E ainda que o sistema agonizante o empurre para a obscuridade dos bastidores, tenha sempre em mente que trata-se dos bastidores ilusórios dos holofotes daquele mundo caduco que se acha em pleno processo de derrocada. E mais: que só importa à sua felicidade, hoje e sempre, a relevância do mundo que você mesmo vier a criar!

Lucilla
Autora, ufóloga e oradora espírita

Texto revisado por Publicado dia 6/12/2007

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Autor: Christina Nunes   
Chris Mohammed (Christina Nunes) é escritora com doze romances espiritualistas publicados. Identificada de longa data com o Sufismo, abraçou o Islam, e hoje escreve em livre criação, sem o que define com humor como as tornozeleiras eletrônicas dos compromissos da carreira de uma escritora profissional. Também é musicista nas horas vagas.
E-mail: meridius@superig.com.br | Mais artigos.

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