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O sopro de Deus

por Florencio Antonio Lopes

Este livro “O Sopro de Deus”, foi baseado nos meus estudos espirituais, onde recebi o apoio dos meus queridos “Irmãos Espirituais”, no qual tenho um grande amor a esta maravilhosa corrente espiritual que me acompanha e protege a mim, na minha vida material.

Agora, eu entrego ao público esta obra que eu tenho orgulho em poder passar neste estudo uma pequena parte do início do mundo, para que você, leitor, tenha mais um conhecimento sobre a criação do nosso planeta Terra.

Tenho certeza que este livro irá trazer uma “grande abertura” e que será muito acrescido em seus conhecimentos. (Florêncio Antonio Lopes, pgs. 17 a 20).
Quando no Universo tudo era escuridão, onde não existiam os Planetas, a Água, a Terra, o Sol, a Lua e as Estrelas, já existia “Deus”.

“Deus” sempre foi a “Brisa” suave. Na verdade, tudo no Universo se formou realmente por uma “Brisa” suave e gostosa, uma energia maravilhosa e de uma velocidade enorme.

“Deus” estava sempre em silêncio e, por ser a única energia viva, começou a se movimentar e em forma de “brisa” foi invadindo o Cosmo.

No Universo, por milhões e milhões de anos, havia grandes rochas de consistência dura e, com o movimento da “Brisa”, uma dessas rochas se mexeu e o seu movimento impulsionou-a indo chocar-se com outra rocha, também de consistência dura e com a força desta batida formaram-se faíscas de fogo e assim se deu, sucessivamente, com o impacto de uma rocha batendo na outra foi criando-se o movimento no espaço; este movimento foi chamado de “Vento” ou “O Sopro de Deus”, que deu origem à vida, ao sol e a todos os sistemas solares, às estrelas e a todos os planetas. Estas rochas são chamadas de Meteoros.

Havia também grandes pedras (rochas) de consistência dura e outras de densidade mole, uma delas chamava muita atenção. Ela era compacta e parecida como um monte de areia; diversas pedras eram líquidas e ficavam juntas, eram de cor preta e de um odor muito forte; outras pedras também eram líquidas e transparentes, chamadas de meteoro branco, havia também rochas de cor roxa e outras eram iguais a cascalhos, uma perto da outra.

Todas estas pedras e rochas ficavam paradas e imóveis; isso se passou muito tempo nestas condições, mas voltando lá para trás, uns trilhões de anos, haviam pedras, pedrinhas, castelos talvez, paradas no ar, mas por sua leveza e diversas pedrinhas como cita a história, muito pequenas, de vez em quando elas faziam um leve movimento, até que estas pedrinhas deram uma mexida mais forte, então, não pararam mais e assim elas construíram o vento.

Elas batiam umas nas outras, bem devagar, neste leve movimento, batiam e voltavam; então começaram a bater em outras pedras e foram pegando velocidade, batendo em outras rochas duras e também nas rochas moles, mas elas nem aluíam dos lugares, ficaram praticamente milhões de anos fazendo isso.

Então, fica provado que não foi Deus que criou o mundo em sete dias.

E assim estas pedrinhas foram se batendo, pelo que se apresenta virou um desenho geométrico, de tanto baterem uma na outra.

Também existia um outro tipo de pedra que os cientistas chamam hoje, de lixo do espaço, eram pedaços de pedras pequenos, mas não tão pequenos como as outras, estas pedras eram portadoras de uma gosma, onde as outras pedrinhas ao bater nelas ficavam presas.

Peço-lhe que neste momento feche os seus olhos e crie na sua mente as rochas duras, as moles, as pedras castelos e as rochas cristalinas, sentindo estas pedras pequenas que ao baterem em outras rochas, vão pegando velocidade e formando o vento, você irá ver a beleza do desenho geométrico que estas pedrinhas formaram.

Se no seu dia a dia quiser fazer este exercício, ele chama-se "Exercício dos Meteoros". Com a sua prática, terá mais força e mais vitalidade para vencer na vida.

Ao iniciar este exercício, deve-se começar a fazer o seguinte: procura limpar a sua mente por três segundos e vai aumentando o tempo gradativamente até chegar a quinze minutos. Isso tem que ser feito todo dia, não pode fazê-lo um dia somente, irá levar mais ou menos um mês para chegar aos quinze minutos. A partir daí, criam-se as rochas monstruosas duras, enfim, todas as rochas já ditas acima, irá visualizar as pedras pequenas batendo umas nas outras gerando faíscas. Mas, para alcançar isso terá que ter na sua mão o “Magistralem Speculum”, a Plaqueta de Cobre e o Cordão do Amor.

Voltando à formação dos Planetas, há mais de quarenta anos, eu estava dando uma aula sobre este tema e os alunos riram, faziam gracinhas e duvidavam do que eu falava, principalmente, no dia em que eu falei que todos os seres humanos racionais e irracionais e os insetos, etc., são filhos dos Meteoros.

Retornando às pedrinhas, elas são chamadas de micro-meteoros e que ainda existe no espaço, como inventoras e criadoras do vento, das brisas e dos vendavais. Continuaram o seu trabalho incansável de bater umas nas outras e foram grudando naquela que era considerada o lixo do universo, pela sua gosma; estas também começaram a se mexer de tantas batidas que levaram das micro pedrinhas, e as demais foram batendo-se umas nas outras, muitas delas batendo nas rochas duras e foram ficando presas, até que a rocha dura e enorme, depois de tantas batidas começou a se mexer.

Assim, o vento foi criando um vendaval, as rochas duras começaram a se mexer e batendo nas outras, soltando faíscas até atingir aquela rocha mole de cheiro forte, elas eram inflamáveis, pegando fogo, e uma rocha inflamável foi passando para outra dando explosões e, estas lavas de fogo voaram para todo o Universo.

Se mentalizar, irá observar que quadro dantesco e maravilhoso que o mundo saiu das trevas e passou para a claridade, só que dava a impressão que o Universo estava pegando fogo e as explosões iam acontecendo.

Está aí outra formação, milhões e milhões de sóis se formaram e ainda tem nos dias de hoje trilhões e trilhões dessas pedras líquidas que estão intactas. Na verdade, ainda teremos mais sóis no universo, e essa batida de pedras continuaram formando planetas, pelo seu peso foram abaixando e ficando plano abaixo do universo separada por uma força de energia que foi formada pelo vento a serem conhecidas pela força cósmica de uma forma que separa a violência e velocidade dos Meteoros desses planetas abaixo do cosmo, essas pedras que hoje são conhecidas por Meteoros.

Este livro eu o escrevi no ano de 1990 e foi feita a publicação em 2016.

Nosso endereço: Amor Entre os Povos, Rua São José, 247 – centro – Ribeirão Preto - SP, fone: 16 3625-0574.

Abraços

Florêncio Antonio Lopes Mestre Espiritualista | Site: link | [email protected]
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Autor: Florencio Antonio Lopes   
FLORÊNCIO ANTONIO LOPES Terapeuta Espiritualista graduado "Senhor-Mestre" Ribeirão Preto - SP 
E-mail: [email protected]
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Atualizado em 09/12/2019

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