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O vazio que a ausência provoca

por Ana Carolina Reis

Publicado dia 22/1/2020 em Autoconhecimento

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Como a ausência pode causar o vazio? Simples! Ausência de carinho gera solidão, carência, abandono. Ausência de amor e empatia gera rejeição, sentimento de inadequação e inferioridade.

Perdoar, relevar, ter paciência, entender (que o outro não teve e não tem para dar), compreender, assimilar e perdoar de novo (em meio à pena e compaixão), ignorar e até sentir raiva! – esse é o mix de emoções geradas que a ausência provoca.

A ausência pode não ser só física. Você pode estar perto e estar longe, quase que num abismo, cada um em sua dimensão, em sua distração particular (celular, joguinho de celular, livro, TV etc..).Olhar o nada e afundar no vazio também são opções. Essas ocorrem num estado mais de desolação e desamparo (desconsolo – existe essa palavra? - existe).

Enfim, é um buraco criado no peito, onde o afeto, o carinho e o amor (ou a expectativa de recebê-los) não chega. Não vem, mesmo pedindo, demonstrando, implorando (quase!), insinuando, dando diretas e indiretas...

Há muitas formas disfarçadas de se pedir (e dar) amor: “por favor, me dá um copo d’água”, “faz uma comida para mim”, “ei, olha para mim (sai do celular)”, “cuida de mim”.

Pedido vai, pedido vem e o sentimento de solidão cresce. Você pontua (gentilmente ou não) essa “falha” ou percepção ou “eu não me sinto bem quando...” ou “eu não gosto disso...” e o que você recebe? Mais abandono, a pessoa o ignora completamente. “Não adianta falar” e volta-se ao ponto inicial de desamparo como um círculo vicioso. Como sair dessa roda maluca?

Como abandonar essa carência e essa necessidade de ser vista, tocada, acariciada com um sentimento terno de carinho e aconchego? Por mais que minha mente diga: “quem não tem, não tem para dar”, meu coração e emocional não cooperam, não correspondem.

A mente diz uma coisa, o coração sente outro. O raciocínio sabe a teoria, a emoção não desempaca da tristeza. O que fazer neste duelo? Ficar na frieza do intelecto ou afundar no lodo emocional? Difícil...

E mais difícil é aceitar e conviver enquanto as terapias não fazem seu “processo mágico de cura”...

Esperar o tempo, curador (e sabedor) de todas as coisas (vistas e não vistas)...

Aurora Reis
www.espacopachamama.com
@aurorapachamama
Texto Revisado

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Sobre o Autor: Ana Carolina Reis    
Responsável pelo Espaço Aurora Pachamama. Graduanda em Psicologia, pela UFCSPA. Terapeuta de Práticas Integrativas, desde 2004 (CRTH-BR 6400 ABRATH). Mestre em Seichim e Reiki (Diversos Sistemas). Cristaloterapeuta pela "The Crystal Academy of Advanced Healing Arts". Escritora dos livros: "Xô, depressão!" e "A Sabedoria dos Cristais".
E-mail: [email protected]
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