O vitimista furioso

O vitimista furioso
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Autor Teresa Cristina Pascotto

Assunto Autoconhecimento
Atualizado em 2/19/2026 11:49:22 AM




Qualquer pessoa vitimosa, que vive reclamando e lamuriando, é uma pessoa pesada, pegajosa e "gosmenta". É sempre o tipo de "vampiro energético" mais perigoso. Pessoas assim se mostram frágeis e inofensivas, escondendo-se por trás de sua dor ou falsa dor, porém, estão sempre preparando armadilhas para dar o "bote" nos incautos, na intenção invadir o outro, para ser um parasita mesmo e transferir para eles, todo o seu sofrimento, toda a sua densidade e desequilíbrios, e roubar e devorar a energia vital deles.

Existe a pessoa vitimosa que está sempre buscando se agarrar aos outros, sempre desesperada, sempre sendo a coitada, a sofredora, a que precisa ser salva, e que vive em busca de salvadores, para livrá-las dos falsos males que as acometem, mas com a intenção real de extrair deles toda a força vital e poderes que puder. Sim, buscam se infiltrar no outro como parasita para sugar toda a energia vital da pessoa. Este é o estado de vitimismo mais comum.

Porém, até mesmo este tipo comum de vítima, que parece inofensiva, apesar de ser um vampiro energético (até explícito, para quem prestar atenção), carrega muita raiva dentro de si - pela revolta de acreditar que é sempre vítima da vida e de todos -, mas faz de tudo para não perceber essa raiva e para não demonstrá-la e, inconscientemente, mantém essa raiva trancada em seu inconsciente, como uma eterna chama acesa. Este tipo básico de pessoa vítimista que faz o papel de inofensiva, está sempre emanando essa raiva, sem demonstrar para ninguém, pois se sente injustiçada pela vida. Ou seja, qualquer pessoa vitimista, sempre tem por trás, ocultando, com consciência ou não, muita raiva do mundo.

Aqui vou abordar o mesmo aspecto sobre a pessoa vitimosa, que também se comporta como descrevi acima, sendo gosmenta e com muita raiva oculta, porém, este tipo é daquele que vive sempre com raiva manifestada, esse tipo de pessoa sente raiva o tempo todo e, neste contexto, é uma raiva que logo ativa a fúria, por sempre se sentir revoltada por acreditar ser vítima injustiçada do mundo, vítima de todas as situações de vida e vai tentar fazer de tudo para ser salva, com agressividade e ameaças - veladas ou explícitas - e para se vingar daqueles que ela "acredita que lhe fizeram algum mal".

Ela está sempre distorcendo a realidade dos fatos e contexto nas interações com as pessoas, pois é persecutória e, com isso, sempre, o tempo todo, se coloca como vítima, sempre diz que "o outro lhe fez algum" mal, é sempre isso que espera e quer, portanto, sempre espera o pior dos outros e provoca muitas situações para fazer parecer que os outros realmente a vitimaram, mesmo não sendo a verdade.

Ela está sempre com "algum problema" (que ela cria ou inventa na "sua cabeça persecutória", tudo para ela é um problema, está sempre ruminando, raivosamente, sobre uma situação ou várias ao mesmo tempo, sempre vendo tudo como problemas) e sempre se sentindo injustiçada - o que leva a um comportamento ainda mais persecutório - e, com isso, sempre achando, ou melhor, "tendo certeza" que está certa e os outros errados, achando que os outros querem lhe fazer mal ou que a estão rejeitando  e, por achar que está "sempre certa", no sentido de que sempre acredita que alguém está lhe fazendo mal, acredita ser vítima e, portanto, que tem que ser salva (como se fosse uma pobre criatura inofensiva).

E essa certeza de que "tem que ser salva", que é obrigação dos outros salvarem-na, e isto é muito sério, muito grave, a faz vibrar furiosamente contra aqueles que ela decidiu que tem que ser seus salvadores (e não são, ninguém tem que salvar ninguém) e não a salvam, na tentativa de fazer com que sintam medo ou pânico da energia que ela emana, ou das agressões verbais intensas, para que enfraqueçam e para que ela possa dominá-los para que a salvem.

E essa sua investida contra o outro, para arrancar a salvação dele, será com extrema fúria. Ela sempre vai criar "historinhas na sua cabeça", distorcendo a verdade dos fatos, em uma interação com alguém e vai ficar muito raivosa com o que ocorreu - mesmo que ela não tenha sido vítima desse alguém, que é o que sempre ocorre -, fazendo parecer que foi vítima desse alguém, reclamando para a pessoa em questão, dizendo que ela lhe fez um mal que não fez, e vai insistir nisso, pois ela tem extrema necessidade em provar que é vítima. E, o pior, é que acredita nas versões que inventa nesse contexto. A "doença maior" está no fato de ela criar toda uma trama falsa, infundada, e acreditar que é verdade e, caso a pessoa conteste e lhe mostre a verdade, ela vai ficar ainda mais se sentindo vítima porque o outro está dizendo que ela mentiu e ainda mais furiosa.

Quando ela cria toda a trama e enreda os outros para fazer esse jogo insano da vítima furiosa, ao se sentir injustiçada e agredida (o que é falso), ela vai sofrer, ela acredita nisso e acredita no sofrimento. Este é um passo dentro do processo de comportamento insano do vitimismo furioso.

Ela é viciada nas energias que se manifestam em cada passo desse processo insano. Ela é viciada nesse comportamento, ela gosta da sensação do "falso" sofrimento - que ela sente como sofrimento mesmo - pela situação que a vitimizou, para depois começar o outro passo dentro dessa jogada, que é ficar ressentida - que ela também ama sentir esse ressentimento - alimentando a "falsa sua verdade" de que o outro lhe fez mal, para se dar o direito de sentir raiva, para então poder se entregar à fúria insana e extremamente prazerosa, para poder sentir e se entregar a um impulso primitivo de fúria vingativa, para então fazer de tudo para agredir o outro, com requintes de crueldade, se atendo à falsa justificativa de que foi vitimada, para ter o prazer insano e sádico de machucar o outro.

Esse falso sofrimento que ela cria e intensifica com pensamentos doentios sobre o mal que o outro lhe fez - mas não fez -, é também prazeroso para ela, pois faz parte do seu círculo vicioso. Apesar de falso, ela acredita que está sofrendo porque precisa sentir sofrimento intenso e insuportável, para chegar ao ponto de entrar na força da fúria "assassina", para ter o direito perverso e prazeroso de sentir uma intensa fúria que a leva a ter impulsos de vingança perversa intensos. E, assim, poder destruir, trucidar, esmagar o outro, com requintes de crueldade.

Tudo o que falo aqui, se atém mais ao que ocorre nas interações energéticas, psíquicas e espirituais, nas realidades paralelas, mas pode ocorrer de uma pessoa estar tão transtornada e doente, que ela terá ações e reações de agressividade física mesmo.

No contexto que abordo, com a pessoa atuando mais nas interações psíquicas e realidades paralelas, dependendo do nível de insanidade que ela alcançou, ela poderá criar alguma situação na fisicalidade, entre ela e a tal "pessoa que a vitimou", em que vai gritar, ofender, enfim, agredir violentamente com palavras ou, se for uma pessoa mais íntima, ela poderá inclusive tentar ou realmente agredir fisicamente a pessoa. Mas isto somente se a pessoa a quem está agredindo for uma pessoa com quem ela "pode" fazer isso, que seja uma pessoa de seu círculo mais pessoal, pois ela é bastante desequilibrada, mas sabe o limite sobre com quem pode atuar de forma explícita ou não.

Ela não fará algo explícito com alguém de quem ela depende de alguma maneira ou com alguma pessoa de seu convívio profissional ou um cliente, por exemplo. Neste caso, ela saberá dissimular muito, ela saberá se conter para não mostrar sua fúria violenta, mas a intenção de agredir, matar, machucar a pessoa, estarão intensamente ativadas e manifestadas nas frequências que ela emanará contra essa pessoa. Enfim, sempre, até mesmo com os mais próximos, sua mais intensa fúria perversa e cruel, ocorrerá na "mente dela, em seus pensamentos", que naturalmente movimentarão todas as energias e intensidades para "matar nas realidades paralelas".

Só nesse processo, desde o momento em que ela manipulou o outro - provocando energética e psiquicamente, para agredir e enfraquecer o outro, para atrair o outro para uma armadilha, e em que o outro apenas reagiu, emanando uma intensa energia para contra-atacar em sua defesa (inconscientemente) e devolver o mal que a ela lhe enviou ou apenas se fechando energeticamente para ela -, para fazer o outro ter alguma atitude que pareça ser "agressividade do nada e por nada", para poder acusar esse outro de ter lhe feito algum mal injustamente, até o momento em que ela pratica seus golpes de fúria perversa e assassina contra o outro, ela já está, desde o início, roubando energia do outro, jogando sobre o outro os seus males, suas fraquezas e impotências, jogando até mesmo suas dores que a fazem sentir vontade de morrer, e ao enfraquecer o outro nesse jogo assassino, ela vai devorando tudo o que puder, devora até partes da alma da pessoa, devora frações de consciência da pessoa. Sim, esse tipo de pessoa pode ser entendido como um "monstro perverso" e insaciável.

Isto pode se desenvolver para um quadro mais grave com a pessoa tendo "comportamentos" dentro de um padrão de psicopatia e/ou esquizofrenia (há uma combinação desses dois tipos), ou, em casos ainda mais graves, a pessoa poderá desenvolver os transtornos e patologias nesse sentido. Quero reforçar que estou falando sobre "comportamentos", que se assemelham aos de um psicopata ou esquizofrênico

Esse tipo de pessoa vitimista furiosa e perversa, geralmente tem um perigoso "comportamento psicopático", pois é praticamente estrategista, sabendo assediar sua presa, manipular, dominar, provocar e a fazer reagir, com um comportamento frio, calculista e muito perverso. Em outra fase de seus jogos insanos, sua persecutoriedade, sua capacidade de "criar historinhas na sua cabeça", a intensidade e agressividade com que se expressa e manifesta, demonstra comportamentos de esquizofrenia. Esquizofrênico também, pois nesse cenário, implica em ela ser persecutória, por perder o contato com a realidade quando ela acredita nas suas mentiras e faz mal para as pessoas, a partir do que está "acontecendo somente na mente insana dela", é a dissociação da realidade, em que nada está acontecendo de mal contra ela, mas em sua mente está.

Por isso ela tem um misto de comportamento psicopático e esquizofrênico, pois provoca as pessoas de forma dissimulada, para ninguém ver, para que a pessoa reaja e ela possa dizer que está sendo vitimada, para poder agredir. No comportamento esquizofrênico, ela vive num "mundo paralelo criando muitas historias" e se comportando de acordo com esses cenários que cria, mas mescla com o comportamento psicopático quando é fria e calculista em suas estratégias dissimulas, para enredar a pessoa. E no final, entremeando isso, mais de comportamento esquizofrênico, pelas criações e projeções e, em alguns casos, para um ataque mais intenso e violento, mesmo que só psiquicamente e nas realidades paralelas. Em outros momentos desses jogos insanos, ela é mais "psicopata", pois machuca e agride de forma perversa, cruel, mas sem demonstrar. Tem muito mais sobre esses dois comportamentos que se entrelaçam e se apoiam, mas apenas citei o básico.

Quero que fique claro que estou apenas falando de "comportamentos similares ao padrão do psicopata e do esquizofrênico", não estou falando de patologia e transtorno, pois nesse contexto, apenas psiquiatras podem falar sobre isso.

Outros aspectos e conteúdos que "movem" esse tipo de pessoa vitimista furiosa, tem a ver com um sentimento de superioridade, em que se acha especial, porém, como não consegue provar sua superioridade e "brilhantismo" para o mundo, se sente vítima do mundo que a rejeita e isso a faz sentir um profundo sentimento de inferioridade e esse sentimento traz dor, revolta, fúria, desejo insano de ter muito poder, para ter poder sobre os outros (mas elas ocultam muito bem esse desejo de ter e ser o poder).

Tudo o que essa pessoa quer, é ter poder. Ela quer ser o poder supremo. Energia é poder. Ela é extremamente gananciosa por poder, por ter e ser o poder supremo e absoluto. Isto é extremamente doentio. E por sempre querer ter muita energia, ela entende que precisa sugar a do outro, que precisa roubar a energia do outro, se ele não der por boa vontade ou seja, ela se sente tão especial e soberana, que "tem certeza" de que o outro tem que lhe servir e lhe dar seu poder. Por isso, ela está sempre em busca de energia alheia. A base do vitimista é o vampirismo, essa pessoa está sempre envolvida, em qualquer contexto, com extração de energia alheia e, para isso, ela vive na eterna busca por extrair energia dos outros, com seus tentáculos vitimosos gosmentos. Quando na fúria perversa, ela insere seus tentáculos nos vários corpos e chacras de suas presas, rasgando e devorando tudo o que puder em termos de energia de poder.

Por ter essa "certeza de que é superior e especial", mas pela fúria de não conseguir realmente se manifestar como tal e por se sentir inferior com isso, essa pessoa vitimosa furiosa é extremamente invejosa e cobiçosa. É extremamente gananciosa por poder, por ter todas as energias, poderes e dons que puder roubar de suas "vítimas". Sim, na verdade o vitimoso furioso, nada mais é do que um predador sádico e assassino - em casos extremos, pode ocorrer de uma pessoa assim matar de verdade alguém, mas neste contexto abordo as questões energéticas, vibracionais e frequenciais e tudo o que isso implica nos acontecimentos das realidades paralelas.

Para se manter no papel de vítima e fazer tudo o que já descrevi, ela adora distorcer a realidade para sempre parecer que foi vítima e vai resmungar muito, vai contar sua falsa versão das questão para os outros para convencê-los de seu vitimismo, e vai ficar raivosa porque ninguém a protegeu, contra o "falso" agressor, vai ficar raivosa com todos os que "não ficarem com pena dela" e ainda mais com aqueles que disserem que ela está errada e com todos que não fizerem nada para a defenderem e salvarem. Quanto mais ela é contrariada em suas investidas, mais doente vai ficando, mais desequilibrada e perturbada vai se tornando.

Porém, na vida rotineira, com muito ressentimento e raiva, até mesmo fúria, ela tem que se controlar para não demonstrar suas reais intenções, então ela interpreta sempre um papel falso de ser boazinha, agradável, inofensiva, com muito esforço, tentando sempre ocultar seu lado cruel e perverso, que está sempre à espreita para encontrar sua próxima vítima de seus ataques de fúria. Assim, em sua vida rotineira, "na cabeça dela", ela é a eterna vítima e vibra isso, ela se mostra falsamente frágil aos outros, fazendo parecer que é "boa", mas a todo momento tem algo que a incomoda e a faz ser vítima ou a coitadinha, o que a faz estar sempre com raiva e até em fúria - sentindo essas sensações ou negando-as.

 Em algum caso, a coitadinha não é exatamente vítima de algo ou alguém, mas aquela que tem "azar" ou que quer provar a todos que sua vida é difícil demais, que seus problemas são sempre os piores do mundo, que "só ela sofre". Mas sempre fará isso de forma a não parecer que está se vitimizando, que está somente contando sobre sua vida, ela é esperta e estrategista, como alguém que se comporta como um psicopata, usando esses argumentos para atrair suas vítimas. Imaginem os esforços que tem que fazer para todos esses jogos insanos, para ocultar suas intenções e o quando isso intensifica sua fúria.

Se ela fosse mais "primitiva em seus impulsos", se seus transtornos de psicopatia e esquizofrenia fossem manifestados, ela seria aquela que vai falando o que quer, assediando claramente, tentando roubar coisas das pessoas, agredindo pessoas. Ela é e faz tudo isso, mas de forma velada, nas realidades paralelas.

Como citei, ela é extremamente invejosa e cobiçosa. Ela não suporta ver alguém que está bem. Ela sente, conscientemente, uma inveja intensa e, por não ter o que a outra pessoa tem ou por não ser como a pessoa que inveja é, ela sente fúria e faz de tudo, psiquicamente, para destruir essa pessoa, para acabar com a alegria da pessoa. É insano mesmo, ela quer o mal do outro apenas porque o outro tem ou é o que ela não tem e não é, e ela vai tentar acabar com o outro, só para que o outro perca tudo o que tem e que é.

E voltamos ao vitimismo: ela faz isso porque se sente vítima da vida, vítima por não ter e não ser o que a outra pessoa tem e é. Então, quando vê alguém que está bem, passa a odiar a pessoa e fica desejando, muitas vezes, de forma obcecada, que essa pessoa perca tudo o que tem, perca desde a saúde até as coisas que possui. Dependendo da proximidade ou intimidade que tem com alguém que ela inveja, de forma geral, ela passa a odiar a pessoa e seu ódio pela pessoa cresce a cada dia, sua obsessão por fazer a pessoa ficar mal e perder tudo, vai a nível de transtorno grave, e ela passa a "perseguir" a pessoa - das mais variadas formas, desde na fisicalidade, até em desdobramentos em que se projeta em níveis sutis, nas realidades paralelas, perseguindo a pessoa psiquicamente, atacando-a, deixando-a aterrorizada em pânico, dentre outras formas cruéis para destruir a pessoa -, na intenção de acabar com a vida dela, no sentido de fazer com que a pessoa perca tudo e passe a sofrer muito. Ela quer destruir essa pessoa, ela não vai parar até que a pessoa esteja em sofrimento grave, em pânico, em angústia profunda. Ela quer isso, pois para ela, viver em sofrimento, pânico e angústia é a condição de maior sofrimento que existe e que experimenta, desta forma, se isso é o pior para ela, ela quer esse pior para a pessoa que inveja.

A pessoa que ela inveja, não lhe fez nada. Ela apenas representa tudo o que a vitimista furiosa quer ser e não é. E para a vitimista, se ela não tem, a outra também não pode ter. Se ela sofre, a outra também tem que sofrer.

Quando juntamente com a inveja, ela entra na cobiça (que é querer ser a outra pessoa, querer ter a vida da outra pessoa) tudo piora, pois nisso ela vai querer fazer todo o mal e destruir a vida da pessoa que inveja, como descrevi, mas vai fazer isso tudo, também com a intenção de roubar a "vida da pessoa para si" e transferir para a pessoa "toda a sua vida/morta". Isto nas realidades paralelas. Porém, isso reflete destrutivamente na vida da fisicalidade da pessoa que é cobiçada. Ela realmente fica abalada, enfraquecida.

Mas tudo começa intensamente nas realidades paralelas, onde esses roubos de energia, poderes, dons, força vital, partes de alma e de consciência, são possíveis. São as tais "transferências de energias/consciência" ou as "trocas de cabeça". E sua obsessão vai se intensificar e ela passará seus dias sempre pensando na pessoa que inveja e cobiça, seu alvo, e de qualquer forma, em qualquer situação, ela estará sempre "envolvida com a pessoa" (na sua mente, em pensamentos perturbadores) que ela "leva para dentro de sua vida" - em seus pensamentos e até em energia -, no sentido de se projetar psiquicamente para assediar a pessoa, como um obsessor mesmo, e tudo na sua vida, terá sempre incluída essa obsessão pela pessoa, ela não esquece dessa pessoa no seu dia-a-dia.

Se a vitimista furiosa tem mais proximidade com a pessoa alvo, seu objeto de obsessão, essa pessoa alvo sentirá coisas muitos ruins na sua interação com ela, ela sofrerá muito, sentindo pânico e angústia, pois é isso o que a vitimisma furiosa está emanando contra ela.

Porém, mesmo que a pessoa alvo não estiver interagindo muito com ela na vida na matéria e convive ou interage com a vitimista furiosa somente em alguns momentos, a obsessão, os assédios e ataques continuam. E isso se torna muito perigoso, pois esta pessoa nem imagina que está sendo perversamente perseguida e atacada. A pessoa que a vítima furiosa e perversa escolhe, começa a sofrer essas consequências desses ataques, mas nem imagina o motivo disso. A menos que essa pessoa busque saber sobre essa condição e, busque ajuda de alguém que possa captar essas verdades, que possa "ver e saber" sobre essas condições ocultas, sobre o que realmente está acontecendo com ela, captando essa realidade em seu inconsciente e nas realidades paralelas em que ela está sendo atacada e até aprisionada por essa vitimista furiosa, e lhe informando toda essa realidade, aí ela poderá começar a reagir e se libertar. A tomada de consciência é sempre o passo fundamental para todo o processo de cura e libertação.

Se a pessoa alvo for uma pessoa bem desenvolvida em consciência e espiritualmente, a vítima furiosa não conseguirá acabar com ela tão facilmente, pois ela se trabalha, tem recursos de autoproteção e tudo o mais. Mas então, a vítima furiosa terá encontrado um "grande tesouro", uma pessoa com desenvolvimento de consciência e de suas potencialidades sagradas.

Se a vitimosa é gananciosa por poder, obviamente, vai sempre invejar e cobiçar muito mais as pessoas que tenham "potencialidades que conferem poder natural", além de condições materiais invejáveis para ela. Ela quer ter e ser o poder supremo, então, dependendo da ganância dela, ela sempre abaterá suas presas, devorando poder delas, mas sempre partirá para encontrar "mais fonte de poder".

Ela vai prosseguir em sua busca insana por pessoas assim e vai farejar para encontrar pessoas com esse tipo de força e poder, e perseguir a pessoa que tenha mais desenvolvidos seus "poderes sagrados" (todos carregam poderes sagrados, mas nem todos desenvolvem esses poderes). Aí sim que a vítima furiosa "fica louca de desejo e obsessão" de possuir a "vida total dessa pessoa". Sua inveja e cobiça se intensificarão e isso, como impulso, que a esta altura se tornou mais primitivo, pois ao invés de melhorar ela regrediu, ela se tornará um "ser grotesco, como uma criatura perversa".

Considerando que uma pessoa mais desenvolvida tem conhecimentos sobre o que ocorre no oculto nas interações psíquicas e energéticas entre as pessoas num geral, e sobre manipulações psíquicas e realidades paralelas, essa pessoa se blindará e fará de tudo para se proteger e se defender, mesmo que em sua defesa ela contra-ataque. Com isso, a pessoa vítima vai ficar extremamente perturbada, num nível de grave transtorno de obsessão, sua fúria se intensificará e sua vida acabará "girando em torno" disso, de "matar" a pessoa alvo, porque agora ela quer, desesperada e furiosamente, ter a vida dela e quer ser o poder que ela é. Neste caso, talvez até mais que tudo, ela quer destruir gravemente a pessoa, ela quer que a pessoa morra, mas não vai tentar matá-la na fisicalidade, mas vai fazer de tudo para a destruir profundamente psiquicamente, até o ponto de a pessoa enfraquecer intensamente e que fique paralisada de pânico e, com isso, "morra em vida". A pessoa vitimisma furiosa vai usar todos os seus recursos malignos, para que possa sugar, devorar a vida da pessoa, como em filmes que se vê um ser devorando a alma de alguma pessoa. É isso o que ela quer. Lembre, ela é gananciosa por poder e extremamente furiosa, perversa e violenta.

Ela não suporta mais ver a pessoa cheia de vida e sendo e tendo, o que é e tem. Sua fúria chegou num nível em que ela precisa destroçar a pessoa e, com isso, aproveitar para transferir para essa pessoa todas as suas insanidades, impotências, pânico, fraquezas e roubar toda a vida da pessoa. Destruição total. Ela imagina a pessoa que tanto odeia, morta em vida. Enquanto o que ela imagina que conseguirá, é se expressar como um ser poderoso, cheio de vida e poderes.

Neste ponto, a pessoa vitimosa furiosa, já estará em fase de extremo desequilíbrio. Ela saberá que seus pensamentos estão perturbadores e que giram em torno de como destruir a pessoa alvo. Dependendo das escolhas de sua alma, que em parte escolheu esse tipo de jornada para ela, se a escolha é a de fazer essa pessoa perturbada chegar ao ponto de crueldade e perversidade manifestadas e conscientes, com sentimentos e pensamentos extremamente furiosos, que a levam, já com vontade consciente, a querer realmente fazer um grave mal contra a pessoa alvo, que tem o poder que ela deseja, é porque sua alma quer que ela chegue "às raias da loucura", à beira mesmo da insanidade por tanta perversidade furiosa, que chegue quase a ponto ou a condições reais de psicopatia e esquizofrenia, então, sua alma terá planos também para lhe dar a oportunidade de tomar consciência de toda essa as insanidade, para tentar aplacar essa fúria e conduzi-la ao equilíbrio, talvez não a uma cura total, mas a uma condição em que a pessoa vitimosa furiosa possa se controlar, possa se conhecer profundamente e possa querer curar esses impulsos tão primitivos.

Neste caso, sua alma conduzirá a pessoa a encontrar algum caminho de "cura", em que essa cura começará pela tomada de consciência de toda essa realidade. Para então passar por um processo profundo para a "cura que for possível" a esta altura.

Mas poderá ocorrer de, antes mesmo de essa pessoa chegar a esse ponto de grave desequilíbrio, com tudo o que descrevi, essa pessoa já estar, por sua alma já a ter conduzido, antes de chegar ao ponto crítico, há muito tempo, passando por uma jornada de autoconhecimento profundo e, com isso, essa pessoa vitimosa furiosa, foi se conhecendo e descobrindo sobre esses seus aspectos destrutivos, foi aceitando que tudo o que lhe foi informado sobre esses seus comportamentos ocultos, e foi percebendo que tudo sempre fez sentido. Porém, sendo esse ser perverso e furioso, ao longo da jornada, ao conhecer as verdades, foi usando-as para descobrir mais poderes e mais condições para conseguir energias cada vez mais poderosas, e para se aprimorar na estratégia de ser essa vítima furiosa.

Apesar de todos os esforços de sua alma em lhe oferecer essas verdades, na tentativa de fazer a pessoa parar com seus jogos insanos, a pessoa, por exemplo, escolheu ficar revoltada com as informações, se achando vítima de "acusações injustas" e, com isso, foi se tornando ainda mais vitimista furiosa, agora incluindo sua alma com sua inimiga.

Sempre há escolha. No contexto que citei acima, tanto vale para pessoas que vivem isso sem nenhum apoio terapêutico, mas existem aquelas, como citei agora, que mesmo com apoio terapêutico, há anos, em que desenvolveu recursos para reverter esse vitimismo furioso, a pessoa escolheu ficar presa e ativa ao vitimismo furioso e ao seu comportamento cada vez mais psicopático e esquizofrênico.

Desta forma, em um exemplo para esclarecer esta condição extrema em que a pessoa tem a oportunidade de mudar, mas escolhe ser ainda mais perversa, vingativa e furiosamente agressiva, a alma dessa pessoa escolherá interditar essa pessoa. Ela pode usar toda a sua força de ego para se fazer cada vez mais de vítima e furiosa e, com isso, se achar no direito de se vingar perversamente contra quem ela acha que lhe quer mal, mas tudo tem um limite e esse limite quem dá é a alma da pessoa.

Com isso, no caso deste exemplo dessa pessoa, sua alma tem como escolha deixar essa pessoa cada vez mais desequilibrada, de variadas formas, para que sua insanidade, que ela tanto tenta ocultar e dissimular, possa vir à tona. Ela vai perder a capacidade de ocultar e dissimular. Sim, esta pessoa, mesmo sendo essa "criatura perversa" que ela deliberadamente se tornou, quanto mais ela sabe das verdades que lhe são informadas em seu processo de autoconhecimento, mais esforços ela faz para se mostrar mansa, cordial, amorosa e amistosa no mundo. Ela até fala disso, querendo dizer que ela não é essa criatura que lhe é descrita. Mas sua alma tem planos, para deixar que ela se engane, que acredite que está "bem" e que está melhorando, acredite que sua própria alma e a Espiritualidade "não a veem atuando violentamente", sua alma vai "jogar com ela", mas, ao mesmo tempo, vai atrair situações e pessoas que farão com que ela não consiga se controlar, que farão com que ela comece a se perder, a reagir explicitamente com rispidez, desequilíbrio, raiva, agressividade nas palavras e atitudes bem desequilibradas, quase insanas ao ver dos outros.

Sua alma atuará sobre ela, bloqueando um pouco seu controle de ego, para que ela saia do esconderijo da criatura cruel, enquanto manda para o mundo a personagem "fofa", para enganar a todos e predar a todos, para que todos a vejam como ela realmente é. Isso agravará os desequilíbrios e as pessoas a evitarão e tudo na sua vida irá desmoronar. Essa pessoa nesse nível de crueldade e perversidade, é um perigo para os outros, por isso, como ela teve todas as oportunidades para se modificar e se equilibrar, mas escolheu o vitimismo furioso e perverso como sua "real expressão de ser", de forma estrategicamente velada, além desse recursos citados que sua alma trará, existem outros recursos que também serão usados. Mas tem um recurso poderoso contra qualquer criatura furiosa e perversa, que vive se nutrindo da energia de pânico que causa nos outros e das energias que rouba dos outros, sempre ferindo e destruindo as pessoas. Esse recurso que sua alma está preparando e trazendo, é solicitar a vários "Seres Sagrados" - seres negativos a serviço da luz, porém, não são negativos, isto é somente na dualidade - que irão assediar, atacar, agredir, atormentar, aterrorizar e deixar em pânico paralisante a vitismista furiosa e predadora. Somente deixando-a travada de pânico, incapacitada para a vida e sem forças para fazer qualquer mal a alguém, é que essa pessoa vai parar de "matar os outros".

Assim, esse recurso será um tipo de morte em vida para a pessoa vitimista furiosa, que será o único recurso de "cura" para ela. Sua "cura" é deixar de ser essa criatura perversa. Ficando paralisada de pânico e incapacitada, ela não terá a mínima coragem e força para atacar alguém. Ela fará de tudo para reprimir a criatura perversa porque saberá que se tentar expressa-la, os seres sagrados negativos a atacarão novamente.

Ela poderia ter escolhido deixar de ser a criatura perversa e predadora, sempre através do vitimismo furioso, pois tinha conhecimentos desse tipo de verdade, tinha autoconhecimento profundo, tinha inúmeros recursos que sua alma lhe ofereceu ao longo de sua jornada de "cura" pelo autoconhecimento, mas ela escolheu ficar irada com tudo o que conheceu sobre suas verdades, se fazendo de vítima cada vez mais e, com isso, ficando mais furiosa e querendo se vingar. Com essa escolha, ela escolheu o desfecho desse seu processo de "cura". Ao invés de deixar de ser furiosa e vingativa, como cura, escolheu a cura pela interdição e ruptura, que a levam ao sofrimento. Será muito doloroso para ela, mas assim será, conforme sua alma escolheu.





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Autor Teresa Cristina Pascotto   
Atuo a partir de meus dons naturais,sou sensitiva e possuo a capacidade de percepção extrassensorial. Desenvolvi a Terapia Espiritualista Multidimensional, que objetiva conduzir a pessoa a um processo de autoconhecimento transformador. Atuo em níveis profundos do inconsciente e nas realidades paralelas multidimensionais e Estelares.
E-mail: [email protected] | Mais artigos.

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