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OLHOS, A JANELA DA ALMA

por Milena Gonçalves Lhano

Publicado dia 29/8/2008 em Autoconhecimento

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Você já ouviu falar de iridologia? Tem-se conhecimento que o médico Hipócrates, que viveu por volta de 400 anos a.C, já recomendava que se olhasse sempre na íris para ver se havia sujeira. Mas foi no século XIX que o húngaro Ignatz Von Peczely desenvolveu o diagnóstico pela íris: a iridologia.

Quando criança, ele brincava com uma coruja que teve uma perna quebrada. Percebeu, então, que em determinado local da íris apareceu um sinal que se amenizava à medida que a coruja se curava. Depois de adulto, ao tornar-se médico, ele começou a observar que nos seus pacientes aquela “coincidência” se repetia e que determinados remédios geravam alterações na coloração da íris. Após muitos estudos, criou o primeiro mapa iridológico. No início do século XX o americano Bernard Jensen aprofundou os estudos de Peczely e desenvolveu um mapa onde está indicada a posição relativa de cada órgão representado na íris.

Podemos definir a iridologia como uma ciência que permite, graças à observação da íris, detectar perturbações orgânicas, metabólicas, nutricionais, nervosas, hormonais e certas patologias. Isso é possível estudando os numerosos sinais que devemos decodificar e interpretar com atenção. A íris direita representa os órgãos que estão localizados do lado direito do corpo e a íris esquerda, os que estão localizados do lado esquerdo. Por exemplo: o fígado está representado na íris direita, o baço na íris esquerda. Já a tireóide está representada nas duas íris.

Esse método nos promove uma valoração da qualidade orgânica e dos riscos de saúde que estão rondando o indivíduo, já que através dele podemos detectar o grau de inflamação e intoxicação do organismo, estágios agudos, crônicos e degenerativos das doenças em diversos órgãos, dentre outras debilidades.

É importante compreender que a iridologia não é uma adivinhação, mas uma maneira de avaliar a sua saúde que não substitui exames laboratoriais, porém facilita a sua escolha. A constatação e comprovação da doença somente podem ser feitas através de exames como a ultra-sonografia, tomografias computadorizadas, ressonância magnética e etc. A iridologia não é uma terapia e, sim, uma ferramenta de pré-diagnose, possibilitando ao profissional agir de forma preventiva e corretiva.

Na consulta, primeiramente, é feita uma anamnese (pergunta-se para a pessoa o que ela sente e quais são os sintomas que vem apresentando) e, em seguida, são fotografadas as íris da pessoa; alguns profissionais fazem a análise na mesma consulta; outros pedem que a pessoa retorne uma segunda vez, para que haja tempo de fazer um estudo mais aprofundado e correlacionar os órgãos afetados aos sintomas apresentados. Ambos os atendimentos duram em média, 50 minutos.

O olho já está formado aos 6, 7 anos de idade e na íris fica registrado o que chamamos de órgãos de choque ou órgãos de menor resistência, isto é, os órgãos que nasceram mais fracos. São esses órgãos que primeiro sofrem as conseqüências frente a uma agressão (trauma, estresse, desnutrição, etc.), e é a partir dessa idade que a pessoa pode ser analisada. Não podem ser avaliadas pessoas que possuem algum problema ocular como glaucoma, derrame, deslocamento da córnea, etc.

Os aspectos emocionais podem ser avaliados através da análise da representação da nossa área mental na íris e da correlação entre os órgãos afetados, as características da personalidade, o histórico de vida da pessoa e a representação emocional do “órgão de choque”. Problemas no rim, por exemplo, estão relacionados aos nossos medos.

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Milena Gonçalves Lhano   
Terapeuta Floral, Iridóloga e Grafóloga. CRT: 43872
E-mail: [email protected]
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