auravide auravide

Os cuidados na Terapia de Regressão

por Mauro Kwitko

Publicado dia 14/2/2008 em Autoconhecimento

Compartilhe

Facebook   E-mail   Whatsapp


A Terapia de Regressão, cada vez mais divulgada, estudada e praticada, vem sendo utilizada por terapeutas/médicos/psicólogos no mundo todo, alguns não capacitados, alguns ainda não suficientemente preparados e alguns preparados mas incorrendo em alguns erros ou desatenções que necessitam ser entendidos e corrigidos para evitar danos aos pacientes ou que esses recebam menos benefícios do que poderiam obter com essa Terapia Espiritual.

Vamos a alguns deles:
1. Regressão não é tour por vidas passadas... Alguns pacientes comentam que já fizeram regressão. Dizem-me que viram algumas vidas passadas, mas percebo que não tiraram lições e nem se desligaram completamente das vidas passadas que encontraram; acessaram 3 ou 4 vidas passadas, foram de uma para outra e terminou a sessão de regressão. Mas viram como era sua personalidade lá? Quais características negativas que ainda apresentam-se hoje em dia? Entenderam de onde vêm sintomas, idéias, dificuldades? Desligaram-se realmente dessas vidas?
Uma moça certa vez foi consultar comigo e me disse que já havia feito regressão. Perguntei-lhe o que viu e ela me disse que viu que numa vida era uma freira, numa outra uma camponesa, em outra uma escrava negra e numa outra se viu como um mendigo. Perguntei-lhe se tinha-se visto morrendo, subindo para o Plano Astral, e ela me respondeu que não, apenas viu uma vida, pulou para outra, depois para outra e para outra. Ela entendeu com o que viu? Percebeu características de personalidade para entender que necessita mudá-las (Reforma Íntima)? Desligou-se das vidas que acessou?
Fez um tour por vidas passadas...

Para o que serve regressão?
a) Para desligar-se de situações de onde vêm sintomas desagradáveis, como as fobias, o pânico, a depressão severa, dores, etc.. Mas é para DESLIGAR-SE e não apenas para VER vidas passadas! Existe uma lei: “Onde termina a regressão, fica a sintonia!” Uma paciente com dificuldades sexuais viu-se uma mulher que foi estuprada e logo após o estupro, o terapeuta encerrou a sessão e ficaram conversando, decidindo coisas, redefinindo decisões, etc. A paciente sentiu-se muito melhor a partir dessa sessão, já sabe de onde vem seu bloqueio, com a ajuda do terapeuta estabeleceu novos decretos, e sentiu uma grande melhora. Mas pergunto: por que o terapeuta não continuou incentivando a paciente a manter seu relato após o estupro, para ela recordar que envelheceu, morreu, desencarnou, subiu, chegou no Mundo Espiritual e lá foi melhorando, ficando bem, até que todos os sintomas daquela vida desapareceram? Essa foi uma das principais orientações que Seres Espirituais me passaram: terminar a regressão quando a recordação da pessoa já chegou ao Mundo Espiritual, após seu desencarne na vida que acessou, e não logo após o trauma ou por ocasião da morte, pois, embora esteja melhor do que durante a situação traumática, ainda não está suficientemente bem.

Por exemplo, mulheres estupradas comumente mantém o trauma até o final da vida ou necessitam de muitos anos de terapia para recuperarem-se, se depois de muitos anos do fato, forem a um terapeuta e ainda referirem-se àquela situação com tristeza, mágoa, medo ou raiva. Mas quando morrerem e subirem para o Mundo Espiritual e lá souberem o que aconteceu em suas vidas passadas que explica o incidente e, pela elevada freqüência vibratória do local, ativarem-se seus chakras superiores e desativarem-se seus chakras inferiores, aos poucos, o trauma, a tristeza, a mágoa, o medo ou a raiva que sentiam aqui na Terra e que lhes acompanhou até o Mundo Espiritual, vão amenizando, esvaindo-se, até não serem mais sentidos. Numa sessão de regressão podemos fazer o mesmo quando uma paciente acessa um trauma numa vida passada, ao incentivar seu relato do fato, manter o incentivo até que fique velha, morra, desencarne e recorde sua subida para o Mundo Espiritual, até tudo ir desaparecendo, amenizando, até estar sentindo-se muito bem, sem mais sintomas do que lhe aconteceu na Terra na derradeira encarnação. Isso promove um DESLIGAMENTO COMPLETO do trauma. Eu usei um exemplo de estupro, mas qualquer trauma de vida passada geralmente só passa mesmo depois da morte e da subida para o Mundo Espiritual. Ouço os relatos das pessoas durante as regressões e percebo que chegam lá em cima ainda com a tristeza, a solidão, a raiva, o medo, a insegurança, etc., e somente aos poucos esses sentimentos vão desaparecendo, sendo substituídos pela alegria, pela confiança, pelo amor. Esse é o momento adequado para encerrar a regressão, e esperar para ver se a pessoa vai encontrar outra vida e aí ajudarmos a promover outro desligamento completo. Essa é a técnica que utilizamos na ABPR (Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista - link

b) As regressões para vidas passadas podem mostrar para as pessoas COMO elas eram lá e não apenas QUEM eram. Dentro da nossa proposta de Reforma Íntima, essas viagens de autoconhecimento podem nos oportunizar sabermos COMO viemos sendo nesses últimos séculos, COMO éramos nessas últimas encarnações, há 1.000, 2.000 anos, PARA NOS COMPARARMOS CONOSCO HOJE e percebermos se estamos mudando, evoluindo, crescendo espiritualmente, ou apenas mantendo nossas características de personalidade, nossas tendências, nossa maneira de ser, vida após vida, ou seja, reformando-nos muito pouco com o passar dos séculos. O que vejo nas sessões de regressão é que somos autoritários, submissos, tristes, magoados, rejeitados, medrosos, solitários, “crônicos”. A nossa tendência é acharmos que somos como somos desde a infância - e isso é incentivado pela Psicologia oficial, não-reencarnacionista - pois é desde onde nos lembramos de nós, mas nem imaginamos que somos assim há muitas vidas! E aí está nossa proposta de Reforma Íntima, mas se não sabemos COMO fomos em vidas passadas, para entendermos isso e encontrarmos nossa Missão pessoal na atual encarnação, o mais freqüente é que o autoritário nasça e morra autoritário, o submisso idem, e assim o magoado, o rejeitado, o medroso, o solitário, etc. Então o terapeuta de regressão pode, durante a sessão, perceber como a pessoa era nas vidas passadas que acessou e, APÓS O FINAL DA SESSÃO, conversar com ela sobre isso, ajudando-a a perceber COMO CONTINUA PARECIDA, VIDA APÓS VIDA, e, assim, ajudá-la a encontrar seu caminho de Reforma Íntima.

c) Geralmente as pessoas ficam muito surpresas por perceberem-se muito parecidas consigo mesmas há séculos! Mas o que muda de uma encarnação para outra? Apenas a casca. E nós mesmos, que estamos dentro da casca, não somos quem voltamos para uma nova aventura terrestre? Então para quem quiser saber COMO era na sua última encarnação, antes dessa, eu já digo: praticamente igual ao que é hoje... E na anterior? Idem. E na outra mais para trás? Também. E na outra? Também. E assim vem sendo há uns 2.000 anos e isso quer dizer que não vem mudando, não vem evoluindo, não vem fazendo reforma em si, ou muito pouquinho. Sobe e desce, sobe e desce, sobe e desce, e fica quase igual...


(continua semana que vem)

Compartilhe

Facebook   E-mail   Whatsapp
  estamos online

Gostou deste Artigo?    Sim    Não   

starstarstarstarstar Avaliação: 5 | Votos: 263

foto-autor
Sobre o Autor: Mauro Kwitko   
CURSO DE FORMAÇÃO EM PSICOTERAPIA REENCARNACIONISTA E REGRESSÃO TERAPÊUTICA - Inscrições abertas Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Recife e Salvador
E-mail: [email protected]
Visite o Site do autor e leia mais artigos.


Veja também
artigo Treinando a não-mente
artigo Horário
artigo Ativação dos sentidos interiores
artigo Amigos extrafísicos

© Copyright - Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução dos textos aqui contidos sem a prévia autorização dos autores.


auravide

 

Voltar ao Topo

Siga-nos


Somos Todos UM no Smartphone
Google Play


© Copyright 2000-2020 SomosTodosUM - O SEU SITE DE AUTOCONHECIMENTO. Todos os direitos reservados. Política de Privacidade - Site Parceiro do UOL Universa