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Os portais do corpo humano

por Wilson Francisco

Publicado dia 4/12/2008 em Autoconhecimento

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Há tempos pesquiso sobre medicina vibracional, buscando entender o que significa e como aplicá-la. E, recentemente, entendi alguma coisa sobre esse assunto.

Há no ser humano uma rede cristalina, localizada na sua atmosfera etérica, que facilita o fluxo de energias. A quantidade e qualidade dessa rede depende da evolução da criatura. Entendo assim, temos meridianos, músculos, nervos, enfim, uma série de canais por onde circulam energias de variados tipos. A rede cristalina seria um campo organizador ou facilitador, desenvolvido apenas por criaturas cujo padrão de pensamento e emoções esteja acima e além do comum das pessoas.

Essa rede cristalina, no plano etérico/sutil, permite a transudação e a distribuição das energias contidas nos florais e homeopáticos. Segundo os estudos feitos na medicina vibracional, trazidos por Gurudas, florais e homeopáticos interagem diretamente com o corpo sutil, através dos portais do corpo humano. O corpo humano tem vários portais, que você pode descobrir pela intuição; nestes está o acesso aos chakras. Muito bem, que aplicação tem esse conhecimento, para nós?

Uma internauta, relatando sua experiência, deu para mim a chave desse processo. Diz ela: “eu estava lendo seu artigo Pacto de Fidelidade e me recordei de uma experiência muito interessante. Antes quero informar que nasci com um defeito nas mãos, que embora me impeça algumas ações nunca se tornou um embaraço para o desenvolvimento da minha vida. Eis o fato: Em uma consulta para a qual eu fui, em março de 2002, algo profundo e sério se revelou. A minha intenção era saber, da terapeuta, sobre os motivos de uma sensação de vingança que insistia em surgir em meu pensamento, talvez vinda do inconsciente. Eu tinha uma nítida sensação de que isso estava se operando dentro de mim e eu queria trazê-lo para a consciência, estar no controle dele. Ela iniciou o trabalho com toques nos meus pés e pernas, quando ela fez o toque nas pernas, acima da canela, eu me senti transportada para o mundo paralelo”.

O que aconteceu naquele momento, é que a terapeuta, por uma condição própria ou com uma assistência de qualidade essencial elevada, conseguiu abrir um portal no corpo físico dessa mulher, acessando um universo de fatos e experiência importantes, justamente por um desses canais a que me refiro acima. Sigamos o relato:

“Foi assim a cena que surgiu ou na qual entrei, como espectadora: meus avós maternos, já falecidos, vinham vindo por uma calçada com meus pais ainda moços, minha mãe que ainda é viva e meu pai já falecido, todos com a aparência da época do meu nascimento.

Eu chorava e a Terapeuta nada entendia, ela quis falar comigo eu não deixei, pois iria atrapalhar o processo. Acessei a situação dos meus primeiros anos, antes de dois anos quando muitas vezes minha mãe me deixava com a avó que morava ao lado, para ir trabalhar. Eu tinha muita raiva dos meus pais, por me deixarem em um local com pessoas tão hostis (na minha percepção como bebê eles sabiam o que se passava enquanto me cuidavam e nada faziam, e eu me via sem poder fazer nada por mim).

Aliás, é o que estou vivendo há 15 anos: não consigo fazer nada em meu favor. Vivo, na atualidade, a impotência daquele neném. Na massagem, eu percebia que ao trocarem as fraldas, enquanto tocavam as perninhas do bebê, os seus (da avó) pensamentos eram terríveis a meu respeito, só viam infelicidade para meu futuro. Era muito doloroso esse momento e ficou gravado toda uma série dos comandos em minhas células.

Nesse encontro, no mundo paralelo, meus avós disseram que não sabiam que estavam me fazendo mal, meu pai e minha mãe me pediram desculpas, pois não tinham como pagar alguém para me cuidar. Realmente a situação financeira deles era bem precária. Eu entendia, mas continuava com raiva e mandava que fossem embora, estava com raiva ainda. Eles estavam bem chateados de saber as conseqüências do que se pensa diante de um bebê, mesmo que não se fale.

Provavelmente, por terem previsto só infelicidade, eu me fiz infeliz por vingança, e agora estou aqui te escrevendo, foi uma catarse enquanto escrevi, na verdade eu entendi, mas não perdoei.

Meu avô no leito de morte em 1976, ainda perguntou se eu não iria fazer a cirurgia plástica nas mãos. Eu, com 20 anos na época, fiquei pasma, ele ainda não se conformara, queria que fosse corrigido o defeito, coisa que jamais eu quis nem tive necessidade, mesmo porque jamais ficaria com os cinco dedos no modelo natural. Agradeço a você, vamos ver o que esta catarse vai me trazer.

Muito bem, vamos repercutir esse importante relato em nosso coração. Entendam bem, no coração, não no cérebro, porque situações como essa precisam ser medidas pelo amor. Vamos então fazer essa jornada:

Eu tinha muita raiva dos meus pais.

Quem já não teve uma certa animosidade pelos pais, às vezes claras, com fatos e evidências, noutras subliminarmente, surgida lá do íntimo, quase sem explicação? Você pode sofrer com esse sentimento, mas nem sempre dá para arrancar de uma hora para outra. Mas é importante que procure trazer isso à tona, ter a coragem de encarar de frente esse sentimento, colocá-lo nas mãos e fazer assim: Olha Deus, estou aqui, com esse ódio, essa raiva. Por favor, elimine isso do meu coração. Sinta o olhar de Deus penetrar o seu olhar e neste momento solene, você e Deus viram para o lado e olham seus pais, com carinho. É o início de uma importante jornada de entendimento e perdão.

Vivo, na atualidade, a impotência daquele neném.

Pense bem, você não é mais aquela criança, tira essa bagagem do seu ombro. Imagine-se caminhando com um anjo do seu lado, indo atravessar uma estreita ponte. Tenha coragem, siga em frente, você vai conseguir. No meio do trajeto, vá até a beira da ponte, olhe as águas do rio, passando rápidas e cristalinas. Pegue essa bagagem que você carrega, a impotência daquele bebê e jogue nas águas do rio e vá correndo, feliz, para o outro lado da ponte e sinta que algumas pessoas que amam você aguardam a sua chegada vitoriosa.

Eu entendia, mas continuava com raiva.

Olha que interessante. Houve o entendimento, os pais e avós se penitenciaram pelo erro cometido e com certeza todos na atualidade vivem bem, sem carregar esse ônus, porque resolveram essa questão dentro deles.

Provavelmente, por terem previsto só infelicidade, eu me fiz infeliz por vingança.

Tenho certeza de que você já ouviu algo semelhante. Quem já não casou para fazer pirraça para a mãe e depois só Deus para ter misericórdia, porque quase sempre o casamento vai aos trancos e barrancos, pois nasceu de uma atitude insensata. Essa amiga teve a coragem de dizer isso, porque sabe que sua infelicidade é, para ela, uma atitude de represália contra os pais que a deixaram com os avós. Até quando ela vai cometer essa injustiça consigo mesma? Entendo que ela está há um passo de realizar um milagre em sua vida. Reconheceu o seu erro, confessou-o e está agora possuída não por um sentimento de vingança, mas por um sentimento de amor por si mesma.

Você, que está lendo essas linhas, junte suas mãos e ore por ela com fervor. Quem sabe, sua oração seja ouvida por Deus e os anjos venham curá-la. E olha, com certeza, a cura dela repercutirá em sua alma e curará você também.

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Sobre o Autor: Wilson Francisco   
Terapeuta Holístico. Desenvolve processo que faz a Leitura da Alma; Toque Quântico para dar qualidade à circulação e aos campos vibracionais; Purificação do Tronco Familiar e Cura de Antepassados para Resgatar, Atualizar e Realizar o Ser Divino que há em você. Agendar pelo WhatsApp 011 - 959224182 ou pelo email [email protected]
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