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Por que nos culpamos tanto?



Se pararmos para pensar, conseguimos imaginar que trazemos, quer seja consciente ou inconscientemente, o peso do mundo sobre nós quando analisamos nossos problemas. Mas por que essa tão grande carga de culpa? Por que nos culpamos? Por que nos martirizamos tanto e damos tanto valor ao que vem de fora, sem ao menos respeitarmos aquilo que está dentro de nós?

Talvez seja pelo fato de que acreditamos que devemos valorizar a opinião do outro ou que, talvez, alguém saiba mais do que nós; mas, na realidade, quem somos nós para julgarmos isso? Com que direito nos menosprezamos e conseguimos acreditar que sempre o outro sabe mais do que nós, sempre o outro é mais importante e nossa opinião não importa, nossa vontade não importa, nossos direitos não importam?

Nossa culpa é resultado de um julgamento equivocado que fazemos sobre nossos atos e que precisamos rever. Precisamos aprender a lidar com o que vem de dentro, com o que faz bem para nossa alma, nos libertarmos das convenções sociais e, principalmente, da crença de que aquilo que vem de fora é sempre melhor do que aquilo que trazemos em nosso interior, que condiz com nossa realidade.

Como podemos ter a certeza de que aquilo que desejam para nós é essencialmente bom para nós? E aquilo que realmente queremos fazer, negamos, omitimos e guardamos por medo, por insegurança, por acreditar que realmente o que vem do outro é o certo e o nosso não tem importância; realmente não é o ideal, não é o que deve ser feito. Devemos buscar nossa realidade e fazermos aquilo que realmente condiz com nossos sentimentos; não devemos ir contra nosso coração apenas para sermos aceitos, apenas para sermos bem-vistos pela sociedade, apenas para fazer o que nos dizem que deve ser feito.

E buscando essa realização interior devemos assumir nossa responsabilidade e alimentarmos nossa alma pela felicidade do desejo conquistado, do prazer alcançado através da aceitação do que é nosso e não do que nos é imposto.

Devemos buscar agir no bem, atuarmos como seres divinos que somos dentro de nossas reais responsabilidades, sem julgamentos, sem preconceitos, sem ofensas aos outros, sem agressões físicas, morais e psicológicas, mas tendo a certeza de que estamos agindo com o coração, pactuando com nossas crenças, sendo fiéis ao nosso eu interior, trazendo de bom aquilo que nos é real.

Não se culpe, não carregue a culpa de ninguém dentro de si e seja uma pessoa de princípios, valores, respeitada por todos e principalmente por si mesmo.

Paz e luz.

Vanessa Augusto

Texto revisado por Cris
Publicado dia 29/5/2007

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