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Por que nos protegemos do amor?


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O amor é o que mais tememos, o que mais nos gera desconfiança, O amor incondicional não pode ser controlado nem manipulado, porque não depende de uma resposta determinada. Não tem condições. Isso dá medo, perder o controle causa medo.

As limitações são cômodas

Sirvo de espelho às pessoas que vêem refletidos aspectos delas mesmas que não querem acolher ou que não aceitam, lugares em que estão sendo pequenas, limitadas, ou onde estão se abandonando. Essas limitações são cômodas, portanto, quando eu lhes reflito esses aspectos, as pessoas se assustam. Na verdade, as pessoas não querem se ver como são, gostam de ficar enganchadas na limitação e na ilusão.

Comecei a afastar o amor

Eu era muito pequena quando minha mãe me disse que eu era adotada. A notícia me fez entrar em pânico, e algo dentro de mim se congelou. O choque foi tão grande que gerou uma resposta física automática: comecei a me proteger do amor. Decidi que não podia confiar em ninguém, pois as pessoas que me amavam mentiam. E comecei a esperar isso de qualquer um que me demonstrasse afeto, rechaçando todos os que se aproximavam demais.

Até esse momento, eu sempre havia sido uma criança muito afetuosa e inocente. Depois, comecei a evitar contato físico. Ficava incomodada quando alguém queria me abraçar, odiava que me tocassem de qualquer maneira.

Confiava no amor dos animais

Para escapar disso, criei mundos fantasiosos, nos quais me perdia por horas, rodeada de muitos animais na minha imaginação. Lá os animais falavam comigo, eram os únicos em cujo amor realmente confiava. Desprovido de seres humanos, esse mundo se converteu em meu lugar favorito. Eu andava sozinha por horas nos arredores da cidade em busca de meus amigos animais, frequentemente escapava durante a noite na aventura de encontrar outro mundo.

Abandono e ilusão

Ainda que as circunstâncias sejam diferentes, todos atravessamos esse choque inicial do abandono e da desilusão em nossas vidas. Esse choque cria o sentimento de separação, para que possamos ter essa experiência humana. Então, quando crescemos, nos vemos frequentemente escolhendo relações que criam as mesmas respostas. É como se estivéssemos procurando provar eternamente que realmente não merecemos amor, que não somos suficientemente bons para recebê-lo.

Um companheiro em quem realmente possa confiar, que te apóie e ame incondicionalmente seria a primeira pessoa que você rejeitaria. Você se sentiria mais atraído por alguém que estivesse fora de seu alcance. Alguém em quem nunca pudesse confiar, que não estivesse aberto a receber seu amor e que fosse incapaz de amá-lo. Soa familiar? Essa foi sempre minha experiência.

A caminho de casa, de volta ao amor

Quando regressamos ao amor, a nós mesmos, nos tornamos mais abertos a ser amados. Então, finalmente nos livramos das mesmas respostas débeis e do autoabandono que tantas vezes controlaram nossas vidas.
Texto revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Isha Judd   
Isha é mestra espiritual reconhecida internacionalmente como embaixadora da paz. Criou um Sistema para a expansão da consciência que permite a auto-cura do corpo, da mente e das emoções. Site oficial www.ishajudd.com
E-mail: brasil@isha.com | Mais artigos.

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