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PRINCÍPIOS FÍSICOS DA MORA-TERAPIA



Por Erich Rasche

É recente a descoberta de que os processos bioquímicos estão submetidos ao campo eletromagnético e à freqüência de onda, apesar de ainda não existir um consenso mais amplo sobre isso. O corpo ainda é visto como uma máquina de combustão e suas funções determinadas por processos bioquímicos.

Já em 1936, Gustav Stromberg, um astrônomo do Observatório de Monte Wilson e biólogo do Instituto Carnegie de Washington, apresentou em seu livro "A Alma do Universo", teses bem elaboradas de acordo com as quais a estrutura e o desenvolvimento dos seres vivos estariam ligados a um determinado "sistema de ondas imateriais" que ele chamou de "campo vivo". Este campo teria a capacidade de formar agregados de moléculas extremamente complexos e transformá-los em matéria viva.

Da mesma forma, ficou sem consequências práticas uma pesquisa muito dispendiosa realizada nos EUA sob a direção do Prof. Burr, da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale. O resultado deste trabalho, que contou com a colaboração de cientistas de universidades, exército e marinha de 1940 a 1945, pode ser resumido em um curto parágrafo: "Todo organismo vivo possui campos elétricos e, consequentemente, campos magnéticos de natureza complexa. Esses campos desaparecem completamente com a morte."

Através dos estudos de fenômenos físicos em que as irradiações são medidas experimentalmente, pode-se provar que sistemas biológicos e matérias emitem irradiações eletromagnéticas. Pesquisas e experiências nesse campo foram realizadas na Alemanha pelo físico Dr. F. A. Popp. Ele conseguiu provar que todo processo biológico conta com a interação do campo eletromagnético.

A medicina clássica contemporânea tem dificuldade de aceitar o corpo como um sistema dual. Ela só considera o que é visível, matéria. Nega a existência de um corpo eletromagnético invisível.

O corpo visível
O corpo visível é formado por ossos, músculos, sistemas de orgãos, interligados por vasos sangüíneos e fibras nervosas. Todas essas partes são formadas por células que, por sua vez, são formadas por proteínas, DNA, RNA, enzimas, coenzimas, como também por inúmeras moléculas e partículas elementares compostas de prótons e elétrons.

A biologia molecular, nas últimas quatro décadas, desenvolveu estudos detalhados nessa direção, e foi capaz de acumular importantes descobertas. A medicina oficial acadêmica está baseada nesse tipo de enfoque e entendimento do corpo sólido, tornando-se, assim, a medicina clássica do nosso tempo.

O Corpo Eletromagnético
O corpo eletromagnético é bastante diferente do corpo sólido. Ao contrário do segundo, está em constante e permanente fluxo, com mutação de forma, de localização e de intensidade luminosa de acordo com a condição patológica, fisiológica e psicológica do indivíduo. O corpo eletromagnético é mais complexo que o material. Se tivéssemos a possibilidade de visualizá-lo, teríamos uma imagem totalmente diferente:
- Veríamos os chakras em todas as suas cores,
- Veríamos dúzias de meridianos,
- Veríamos centenas de pontos de acupuntura.

Ao contrário do corpo material, sólido, no qual tudo toma uma posição clara, com volume definido e limites determinados, o corpo eletromagnético não tem limites definidos. Entre outras coisas, ele é um sistema de oscilação de campos eletromgnéticos e fótons que permite uma comunicação extremamente rápida e complexa intra e intercelular. Isso garante um permanente intercâmbio de informações, a uma velocidade muito mais alta do que a que sabemos existir na condução das fibras nervosas, na liberação dos hormônios e outras moléculas.

À semelhança das ondas de rádio e TV, os campos eletromagnéticos e os biofotons possuem um potencial de transporte de informações no tempo e no espaço, muito superior, por exemplo, ao das fibras nervosas, ao das moléculas isoladas, ou ao das lentas interações nas superfícies das células nervosas. Desse modo, o corpo eletromagnético é considerado hierarquicamente superior ao corpo sólido, devido aos seu papel na regulação dos estados de saúde e enfermidade.

Quando queremos estudar ou examinar o corpo eletromagnético, ao contrário do corpo sólido, nos deparamos com inúmeros problemas.

O corpo eletromagnético é invisível, não está sujeito à nossa percepção direta. Apesar de vivermos em um ambiente pleno de ondas eletromagnéticas (rádio, TV, telefonia sem fio, etc.), ainda não nos foi possível obter uma imagem delas, embora possamos construí-las em nossa imaginação. Essa é a base de um problema não solucionado tanto na biologia quanto na medicina contemporânea.

A situação em que se encontram a biologia e a medicina hoje é a mesma da física no século passado. Naquele tempo ninguém acreditava nas ondas eletromagnéticas do rádio, embora o meio ambiente estivesse cheio delas. Hoje somos obrigados a aceitar sua existência porque podemos, por exemplo, ouví-las através da radiofonia.

Faraday: descobriu a relação entre eletricidade e eletromagnetismo
Maxwell: previu a existência de campos eletromagnéticos e sua dinâmica.
Marconi: inventou o telégrafo e comprovou a existência de campos eletromagnéticos na prática.

Atualmente, quase todos acreditam na existência de ondas eletromagnéticas. Se as ondas eletromagnéticas existem e suas emanações podem ser medidas e utilizadas tecnicamente, sua transmissão pode ser usada em benefício do corpo eletromagnético de animais e seres humanos.

Baseado nos reconhecidos fenômenos acima descritos, o médico Franz Morel e o engenheiro Erich Rasche desenvolveram, em 1975, o sistema TSE (Teste Emissor-Receptor), um aparelho capaz de realizar a transmissão eletrônica de campos eletromagnéticos de medicamentos, através de medições por eletroacupuntura (como um emissor e receptor de rádio). Portanto, uma ponte de comunicação entre o medicamento e o aparelho de medição de eletroacupuntura. Os experimentos não tardaram a demonstrar que seria possível alcançar efeitos terapêuticos em seres humanos, ao se manipular as informações próprias dos medicamentos. Um experimento realizado simultaneamente comprovou que através de um filtro eletrônico seria possível selecionar informações de medicamentos, modificar o seu padrão e fazer com que atuassem no organismo como os medicamentos homeopáticos em diferentes potências.

Conclusão: se os medicamentos contêm oscilações eletromagnéticas (informações) específicas, que influenciam terapeuticamente o corpo humano, podemos concluir que todo ser vivo possui um sistema eletromagnético de informação.

Os pontos de acupuntura não podem ser considerados apenas como áreas de condutividade elétrica diferenciadas. Tais pontos também emitem oscilações órgão-específicas, que refletem a situação energética dos respectivos órgãos. Essa correlação energética originária da medicina asiática é a base da MORA-Terapia.

A MORA-Terapia foi a primeira terapia a colocar em prática as teorias de Stromberg e as conclusões de Burr no ano de 1945.

Texto revisado por Cris
Publicado dia 6/9/2007

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