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Qual será a função positiva do sofrimento?


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Lembrando que dor é biológica e, no sofrimento, existe um aspecto psicológico, um processo mental.
Qualquer ser vivo reage à sensação de estar incomodado. Os capazes de se mover buscam se afastar da fonte de incômodo.
Nos humanos, quando existe no ambiente uma fonte de incômodo -por estarmos distraídos no pensar compulsivo e ter pouca atenção consigo mesmo- para a parte biológica comunicar seu incômodo, gera uma sensação de mal-estar tão forte que se torna prioritária.

Um exemplo simples, para quem tem certa sensibilidade sonora: entrar e tentar se manter em uma sala onde há caos sonoro, muitas pessoas conversando alto, a ponto de ficar com tontura, náuseas e ter que sair para um ambiente onde haja silêncio até o mal-estar passar.

Muitos quando entram em hospitais e cemitérios, sentem-se mal, e afirmam que o astral está pesado, com sua sensibilidade afetada, mas nem sempre isto significa que realmente é a energia do local, mas que foram ativados materiais do inconsciente, traumas esquecidos e ficamos com as emoções à "flor da pele", a ponto de alguns não conseguirem entrar em hospital para visitar uma mãe e seu bebê, apesar da felicidade geral.

O problema não é o astral do hospital, mas qual é o símbolo ativante que se tornou para nós este ambiente, de fonte de sofrimento ou de alegria.

Quando algum local ou evento nos coloca em sofrimento, o pulso do cérebro reptiliano, responsável pelo instinto de sobrevivência, foi ativado e precisamos dar atenção à sensação e buscar resolvê-la o mais rápido possível, tal como quando temos o início da cólica intestinal, paramos tudo e nos dirigimos ao banheiro.

Mas teimosos, muitas vezes não percebemos quando a sensação é suave e o agente de incômodo continua a ser ameaça, e vem cada vez um sintoma mais forte, até se tornar doença e a nos limitar com o mal-estar.

O sintoma do sofrimento começa a "gritar"...
Então, este sofrimento está nos alertando que precisamos assumir as rédeas de uma situação e decidirmos a nível consciente que atitudes tomar. Se vamos mudar NOSSA postura quanto ao evento, ou apesar dela ser desagradável, traz benefícios que fazem valer a pena se manter neste ambiente, e assim "acomodar" psicologicamente a sensação.

Um exemplo deste caso é manter-se em um trabalho que não nos agrada tanto quanto seria o emprego dos sonhos, mas o salário nos permite suprir nossas necessidades básicas, ter uma vida digna e às vezes até dá para pagar uma nova formação para no futuro termos oportunidade de um emprego melhor.

Pela simples tomada de consciência das vantagens secundárias, o stress diário que dava origem a um sofrimento, uma angústia diária, cede e se transforma em projeto de vida, o semear de algo hoje, para colhermos daqui a pouco.

A Vida é muito breve para que mentalmente se fique gerando processos de auto-incômodo, e não se conformar com os desafios que a vida nos convida ao nos contrariar, pois esta apenas está nos colocando desconfortáveis para nos movermos para a solução de um problema que nos dá a sensação de mal-estar, que é o convite para mudarmos algo no ambiente.

E muitas vezes esta mudança não é no ambiente, ou culpando outras pessoas porque não são como gostaríamos para nos sentir felizes e tranquilos, mas é mudar alguma crença, impulso controlador, um comportamento...

Pela vontade dos pais, teriam sempre seus filhos debaixo das asas, protegendo-os de qualquer sofrimento, mas quando o bebê se torna criança e depois adolescente, estas asas protetoras geram sofrimento ao filho que precisa sair delas, aos poucos, para viver.

Então, é necessária a mudança de atitude para que nem pais, nem filhos sofram, que é buscar prepará-los para a vida, para o não, as contrariedades, desenvolvendo resiliência em ambas partes, o confiar.

Tornar-se resiliente é uma chave para reduzir o sofrimento devido ao atrito, à resistência que o viver promove.
E encarar com naturalidade que o viver é desafiante e não algo confortável, sem ficar gerando dramas mentais do tipo "deveria ser... que indicam padrões idealizados e não realizáveis...

A vida exige frieza emocional: tenho tal problema, deixe-me estudá-lo, suas correlações e consequências, e na busca de uma solução POSSÍVEL e REALIZÁVEL, ir se moldando para atuar.

Trazer o mecanismo usado na indústria para o dia a dia: "Planeje, Faça, Verifique e Corrija" ( em inglês, ciclo PDCA), e transformar o problema como convite a um projeto rumo à solução.

Como por exemplo, manter um emprego desagradável enquanto estuda e poupa para realizar seu plano B, C, talvez para se tornar empreendedor e não mais funcionário.

Outra chave vem deste processo de se focar em projetos viáveis ao invés de manter a mente em looping, ruminando inconformismos.

Como humanos, não deveríamos ser ruminantes, perdidos no mundo ilusório das idealizações e, sim, seres práticos que se ocupam tanto do dia a dia com suas necessidades, com as pessoas que são importantes para nós, amamos, mesmo que não se encaixem em nossas idealizações porque como humanas são o que são, possíveis, falíveis, reais e não projetos a serem "doutrinados" para nos fazer bem, felizes. E sempre que possível, dedicar um tempo, criar um espaço psíquico para se dedicar ao próprio sagrado, a sentir as próprias sensações, e aprender a sentir-se bem em estar consigo mesmo, em direção à espiritualidade vertical, do religare, conectar-se consigo mesmo, tornar-se mais autoconsciente e assim ter mais recursos para resolver os problemas que surgem...

CARPE DIEM... Aproveitar o dia de hoje!
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Conteúdo desenvolvido por: Ingrid Monica Friedrich   
Ingrid M. Friedrich (CRT 44680) Atua com Psicoterapeuta Alquimista e Junguiana- Conselheira Metafisica, Mediúnica e Profissional-Terapeuta Breve-Lado Sombra, Reprogramação Autoimagem, PNL, e técnicas em sincronícidade, como facilitadora no processo do autoconhecimento, em busca de melhor qualidade de vida.
E-mail: Friedrichim@terra.com.br | Mais artigos.

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