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Reconhecendo e equilibrando nossos acúmulos interiores

por Rodrigo Durante

Publicado dia 18/5/2020 em Autoconhecimento

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Quanto mais nos aprofundamos no conhecimento de nós mesmos, mais nos aproximamos da essência de quem somos e mais claro se torna reconhecer aquilo em nós que não somos, que são apenas criações psicológicas e podemos mudar.

Em nossas buscas cotidianas, é comum enfrentarmos as oscilações da dualidade. Alegria e tristeza, ânimo e desânimo, otimismo e frustração. Tudo faz parte do emocional e, sem alguma emoção negativa, também não existiria o seu oposto, o positivo, aquilo que desejamos sentir e viver.

Tudo perfeitamente normal, fatos e circusntâncias ativam registros e programações que despertam descargas emocionais que já trazíamos dentro de nós, como uma forma de deixarmos fluir a energia estagnada, reconhecer o desequilíbrio que nós mesmos criamos, amar e acolher nossas partes em sofrimento, ressignificar a situação e prosseguir em nosso caminho, mais leves, equilibrados e conscientes de nós mesmos.

Porém, quando criamos e alimentamos mais julgamentos e explicações aos fatos que vivenciamos associando-os às nossas descargas emocionais do momento, estamos retroalimentando situações já vividas, que estavam já na iminência de serem liberadas e curadas. Isso faz com que demoremos um pouco mais no processo de nos equilibrarmos e nos alinharmos com nossa Essência Divina, o puro e perfeito em nós.

As oscilações de nossa consciência são muito sutis e na maioria das vezes nos passam despercebidas. Em um momento estamos centrados em nosso coração, sem desejos, apegos ou aversões, sem julgamentos ou exigências quanto ao momento presente, apenas sendo, em paz. De repente, um pensamento que emitimos ou captamos do ambiente, uma mensagem que recebemos, algo que vemos em algum lugar ou que alguém nos traz dispara uma reação interior nossa e, sem perceber, já não estamos mais na paz do coração.

Ao invés disso, estamos defendendo ideias e pontos de vista, dizendo por que as coisas são assim ou assado, criando estratégias e reagindo já "misturados" com as emoções que liberamos e que agora influenciam nosso centro de decisões. Assim, nos confundimos imediatamente com este personagem tão envolvido emocionalmente em suas relações com o mundo exterior, criando sua realidade no desequilíbrio da dualidade das emoções.

Quando tomamos consciência do nosso desequilíbrio, através do intelecto e enquanto sob os efeitos do nosso emocional liberado, inevitavelmente buscaremos explicações e formas sistemáticas de nos alinharmos novamente. Isso é bom e nos ajuda a compreendermos como nós e a vida funcionamos nos trazendo algum alívio, mas apenas até certo ponto.

O passo seguinte, por sua vez, não depende mais do intelecto, mas de nossa confiança e entrega ao ser. Durante o processo de cura, nossa consciência sai do equilíbrio do coração para perceber o que se passa conosco nas dimensões do ego/personalidade. Feito isso, é hora de voltar "para casa" e não é mais o personagem/intelecto que pode fazer isso, mas o coração.

Em silêncio e meditação, podemos apenas relaxar nosso mental e abrir mão do controle da situação, da necessidade de compreender e explicar tudo, apenas serenando e trazendo nossa atenção de volta ao nosso coração, à paz interior, ao "lugar" em nós onde não há sequer um problema a resolver, a pureza e perfeição do ser! Assim, as energias da situação voltam a fluir e, em Amor, nosso corpo, mente e espirito se equilibram novamente!

Em Paz,
Rodrigo Durante

Texto Revisado

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