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Reconhecimento


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Frequentemente, ouço as pessoas relatando que não se sentem reconhecidas. Reconhecidas pelo que fazem, pelo que são.

Na vida, os outros são espelho, ou seja, elas refletem o que nós temos dentro, enviamos um sinal que é replicado pelos outros.

Normalmente, o reconhecimento é esperado como uma validação do próprio valor. Se o valor é próprio deve ser reconhecido por quem o possui.

Num mundo onde é pregada uma falsa humildade, onde há a tendência a negar-se o que se sabe real a fim de não se ‘’gabar”, manter-se humilde acaba por confundir-se com não reconhecer os próprios méritos, uma vez que reconhecer os próprios méritos pode ser interpretado como arrogância ou superioridade.

Quando o indivíduo reconhece suas habilidades sinceramente, assim como aquilo que precisa ser melhorado, ele envia um sinal de que é ‘’reconhecível”, porque o que vem do externo é invocado pelo que é interno.

Há pessoas que afirmam não possuir habilidades, pois suas habilidades são executadas com tanta naturalidade que passam despercebidas! Isso é habilidade, tudo que fazemos com facilidade.

Se alguém cozinha sem receita, isso é uma habilidade, um dom, um talento. Porém aquele que não o faz, pode sempre aprender a técnica e desenvolver a capacidade, capacitar-se.

Olhar-se e prestar atenção às próprias habilidades, reconhecer-se, é um movimento que nos torna independentes pois podemos abdicar da necessidade de sermos validados pelos outros. Somente nós sabemos o que vai dentro de nós, quanta energia e disposição investimos em algo a fim de o realizarmos, às vezes, o que parece pouco para os outros requer uma energia imensa da nossa parte. Como alguém pode realmente validar isso?

 “Uns sapatos que ficam bem numa pessoa são pequenos para uma outra; não existe uma receita para a vida que sirva para todos”. Jung

Portanto, nem nós somos capazes de reconhecer adequadamente os outros, nem os outros a nós. Isso não exclui o valor de praticarmos o autorreconhecimento assim como o reconhecimento daqueles que nos compartilham o convívio na família, no trabalho, na sociedade.

Para o próprio reconhecimento, use o espelho e olhe-se com sinceridade, sem falsa humildade, nem condescendência. Para o reconhecimento do outro, procure transportar-se para o lugar dele.

Começando?

Mônica Turolla

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Artigo escrito em 16/02/2015 para o Hora Certa - programa de notícias da Rádio Cacique 1510 AM /Santos, onde Mônica Turolla faz o quadro "Terapia da Felicidade", toda segunda-feira, às 11:30h. 
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Texto revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Mônica Turolla   
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