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Soltando Lastros



Por definição: “Lastro consiste em qualquer material usado para aumentar o peso e/ou manter a estabilidade de um objeto. Um exemplo são os sacos de areia carregados nos balões de ar quente tradicionais, que podem ser jogados fora para diminuir o peso do balão, permitindo que o mesmo suba”.(Wikipédia)

Nós acumulamos muitos lastros através da jornada.
Assim como servem para estabilizar, em alguns momentos, em outros, servem para nos deixar mais pesados, inseguros em relação às mudanças.
Ficamos com medo de soltar os pesos pois fazem parte de nossa existência, de nossas experiências vividas, acreditamos que fazem parte de nós.
Podemos citar como exemplos, nessa metáfora do lastro humano: mágoas, rancores, injustiças que acreditamos termos sofrido, inveja, raiva, ódios dentre tantos outros sentimentos nocivos a nossa Felicidade.

Costumo escutar, que quem perdoa é Deus, eu mesmo já disse essa frase várias e várias vezes.
Não porque não queria, mas não conseguia perdoar.
Havia muita mágoa e vitimismo no meu coração.
Habitava em mim uma criança ferida.
E, então, eu sofria.

Dores de estômago, nas costas, pesadelos.
Irritabilidade, ansiedade absurda, perfeccionismo.
Julgava, impiedosamente, a mim e aos outros.
Era assim que eu era.
O que não entendia era que sempre estive certa e não sabia, quando dizia:

“- Quem perdoa é Deus!”

Não me dava conta de que somos, todos, centelhas divinas, feitas da mais pura Luz e Amor Divinos.
Essa Luz estava bloqueada sob tantos lastros que não conseguia brilhar.
Com o autoconhecimento, que estudo há mais de vinte anos, fui aprendendo.
Pacientemente, persistentemente e com muito Amor próprio, fui reconhecendo meu valor, minha Luz, e como eu era responsável por manter todos aqueles lastros, alguns que nem eram meus, mas que os acumulava como tesouros malignos.
Assumi a responsabilidade por minha Felicidade.

Reduzi as lamúrias.
Perdoei, primeiramente, a mim, depois a família, amigos, o mundo.
Perdoei para ter Paz, para tirar o lixo que havia colocado sobre minha Luz. Sem julgamentos, apenas constatações.
E assim fui largando os lastros, um a um, sem pressa, mas com comprometimento.
Com autoconhecimento me reconheci como Divina. Todos somos. Fui ficando mais leve, mais saudável, mais feliz!

Acredito que amadurecemos verdadeiramente, somente quando nos autoconhecemos.
Enxergamos que os desafios são apenas isso, não o fim do mundo.
Que chorar faz parte da vida, mas não para sempre.
O tempo é curto nessa Terra e merecemos aproveitá-lo.
Somos breves, devemos aprender a ser leves.
Assim podemos aproveitar.
Assim teremos coragem de voar.
E apreciar a vista.

Desejo a mim e a você tudo de melhor!
Gratidão por estar aqui!
Até a próxima!

Namastê!

Texto Revisado

Publicado dia 17/5/2018
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Autor: Kátia Regina Silva   
Sou publicitária, de formação, proprietária da Azimute Eventos e Cursos. Estudo autoconhecimento, terapias alternativas há 35 anos. Acredito que cada um de nós tem o dever e o direito de ser quem é: único e feliz! Criei a Oásis Interior, página do Facebook e futuro canal no Youtube.
E-mail: kregina6201@hotmail.com | Mais artigos.

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