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Somos produto do estado de espírito que cultivamos!

por Julio Lótus

Publicado dia 22/3/2008 em Autoconhecimento

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Parte desse nosso estado de espírito é resultado das experiências (boas e ruins) vividas; a outra parte é fruto de nosso livre-arbítrio.

Poderíamos ser somente produtos de nosso livre-arbítrio?

Sim, poderíamos! Se aprendêssemos com nossos erros e acertos, e usássemos nossa consciência de forma mais produtiva, beneficiando-nos com as nossas decisões, ou seja, se tivéssemos mais consciência de que estamos nesta vida para aprender e evoluir e utilizássemos as nossas experiências para decidir melhor o que desejamos ser.

Na verdade, temos consciência de poucas coisas a nosso respeito. Poucos de nós sabem que tomamos decisões a cada segundo e, pior ainda, nem percebemos que muitas dessas decisões nos são prejudiciais ou são fúteis.

Ao acordar, escolhemos levantar ou ficar deitados; se decidimos levantar, escolhemos usar um chinelo, um outro calçado qualquer ou pisar diretamente no chão. Decidimos se vamos escovar os dentes, lavar o rosto, que roupa usar, que cor de meia, cor do sapato, etc. São múltiplas escolhas diferentes a cada minuto, mas decidimos, sempre. Se nossas decisões estão ou não corretas, cabe a cada um decidir, mas decidir com consciência, analisando criteriosamente cada item que envolve a decisão e escolher sempre a nosso favor.

Desejamos ter sucesso em nossos empreendimentos, mas nos deixamos sabotar por nós mesmos e nem ao menos percebemos que nosso mais ferrenho inimigo está atuando com liberdade total dentro de nós.

Quando eu fazia faculdade de administração, um professor de quem eu não gostava pediu àqueles alunos que tinham intenção de ser tornarem escritores que lhe entregassem seus escritos, para análise, correção e posterior publicação. Mas, eu não gostava dele e por simples conseqüência, não confiava nele, então, decidi não entregar nenhum de meus escritos, por medo de serem copiados, plagiados ou mesmo deixados de lado. Uma de minhas colegas, de quem ele visivelmente (a todos) demonstrava não gostar, não se importou com o fato de saber que não era bem quista e lhe entregou quatro livros de poesias de todas as fases de sua vida. O resultado foi que ela e todos os outros colegas tiveram seus livros publicados e até hoje, eu espero uma oportunidade de publicar pelo menos um de meus livros.

Esse exemplo demonstra claramente o que fazemos a nós mesmos. Fui descaradamente boicotado por mim mesmo e não fiquei com mágoa de mim, mas daquele professor que independentemente de seus sentimentos e de interesses pessoais, se propôs a ajudar uma turma de alunos. Fiquei amargando mágoa por muito tempo até compreender que o único responsável por não ter nenhum de meus livros publicados tinha sido eu mesmo.

É assim que a maioria de nós é: basta uma experiência que não foi boa com alguém e qualquer pessoa que se assemelhe em alguma coisa àquela, passa a ser idêntica, segundo nosso conceito.

Por que isso ocorre?

Essa também é uma resposta simples de se dar; somos animais e em nossa raça o instinto é um sentido dominante. É de fundamental importância que utilizemos todos os nossos sentidos nas decisões que tomamos, pois se não dominarmos nosso instinto usando nossa intuição, racionalidade e consciência, ele acabará por nos boicotar por até uma vida inteira. O instinto não é de todo nocivo, pois outras raças sobrevivem somente se utilizando dele, mas as outras raças não têm os outros sentidos que nós possuímos, para ajudar na análise de suas escolhas.

Se desejarmos ter saúde, precisamos decidir sermos saudáveis; se desejamos ter sucesso, precisamos decidir sermos bem-sucedidos; se desejamos ser felizes, nossa escolha tem que ser compatível.

Se ficarmos reclamando e não agirmos a nosso favor, seremos conduzidos pelas circunstâncias nas quais deixamos nos envolver e, isso não é justo. Temos diversos sentidos que nos possibilitam atingir uma infinidade de metas e precisamos usá-los.
Quando nos sentimos felizes ocorrem mais coisas boas que ruins em nosso dia. Quando nos sentimos infelizes ocorrem mais momentos tristes do que momentos felizes.

Então, por que não decidimos ser felizes, sempre? Por que deixamos nosso instinto boicotar os nossos projetos e uma série de outras coisas em nossa vida?

Melhorar nosso estado de espírito depende de uma decisão nossa, que nos seja benéfica, que nos realize, que faça com que nos sintamos seres livres – donos de nosso livre-arbítrio - e nos ajude em nossa evolução.

Melhorar nosso estado de espírito depende exclusivamente de nós!

Que a luz verde que jorra de seu chacra cardíaco possa lhe trazer o equilíbrio necessário à sua felicidade e evolução.

Dentro de alguns dias estaremos iniciando a inclusão de uma série de textos relativos à produção de saúde em nossas vidas.
Visite o nosso site: link, o Portal da Energia Curativa do Universo!

Texto revisado por Cris

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