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TALISMÃS & PENTÁCULOS

por Terapia de Cura

Publicado dia 1/6/2008 em Autoconhecimento

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Paz reverencial!

Analisando inquietudes apresentadas recentemente neste grupo sobre o uso de talismãs e proteções, e após meditar sobre o tema, temos algumas considerações a fazer:

1. As pessoas chegam à Gnose com a cabeça repleta de fantasias esotéricas, adquiridas e alimentadas pela leitura do falso esoterismo barato e comercial que tomou conta do mundo.

2. Quando falamos direta, objetiva e claramente, quebrando essas fantasias, as pessoas se chocam com nossas palavras, mas continuam aferradas às suas crenças e às suas fantasias. Preferem estas que mudar seu pensamento e trabalhar arduamente sobre si.

3. No autêntico Caminho Espiritual não existem atalhos nem jeitinho brasileiro. Nesse Caminho cada um deve enfrentar a si mesmo, acabar com todas as fantasias esotéricas e não-esotéricas, eliminar apegos e falsos sentimentos, crenças e conceitos, rever tudo e todas as coisas, restabelecer prioridades e criar uma nova forma de viver.

4. Este Caminho é contrário a tudo e a todos. Ninguém que não esteja maduro e disposto a fazer isso - ir contra tudo e todos, especialmente a si mesmo - pode anelar a auto-realização, porque será apenas mais uma fantasia e um sonho.

5. A maior proteção que alguém tem e pode ter é sua Divina Mãe Kundalini. Mesmo hoje, na atual condição psicológica, Ela, invisivelmente, nos traz sorte ou permite que o infortúnio bata à nossa porta; negocia e protela nosso Karma desde que estejamos trabalhando seriamente sobre nós mesmos. Ela atrai amizades ou permite que inimizades apareçam. Ela nos defende dos perigos deste e do outro mundo. E por aí vai...

6. Portanto, o "melhor negócio" que podemos fazer é "investir" nos tesouros do Espírito, buscando aproximarmo-nos do Pai-Mãe Celeste. Para isso, claro, temos que acabar com nossas debilidades, trabalhar sobre nós mesmos dia e noite, a vida inteira sem parar.

7. Não adianta buscar o sucesso espiritual imediato porque ele não existe. A maioria pula fora antes de 6 meses. Mas, após sete anos de duros trabalhos, os resultados começam a aparecer. Em 30 anos encontrei pouquíssimos dispostos a isso. Justamente baseados nesta estatística estamos à vontade para dizer que a causa de nossos fracassos somos nós mesmos, porque somos espantosamente fracos, e sempre andamos correndo atrás de meios fáceis, e aqui entram essas escolinhas que nada exigem, dentre outros.

8. Talismãs, espadas, pentáculos, etc. são excelentes elementos indutores para nossa concentração e imaginação, mas, na atual condição, de pouco servem (isso, para não dizer que de nada servem).

9. A verdadeira espada é nosso Kundalini desenvolvido. Nosso verdadeiro pentagrama somos nós mesmos, auto-realizados. Nosso maior pentáculo é nosso Verbo fortalecido com mantras, orações e o uso de um vocabulário elegante, nobre e elevado.

10. Os grandes magos e os verdadeiros Mestres não usam nada. Nós, os pequenos estudantes, precisamos de artifícios para induzir nossa vontade e nossa imaginação. Não que isso seja um elemento obrigatório para as cerimônias de magia. O melhor instrumento de magia é nosso corpo e nosso verbo preparados para tal mediante a prática diária e constante da doutrina gnóstica. Higiene, limpeza, ordem e uso de perfumes naturais costumam ser mais eficazes que outros ademanes supostamente mágicos.

11. Como indicação prática e concreta de elementos de proteção individual que podemos portar ou carregar conosco, indicamos que usem uma aliança grossa de aço, ou uma corrente grossa de aço, ou uma pulseira também grossa e maciça de aço. Se quiserem trocar o aço pela prata, tudo bem. Nem falo de ouro porque custaria uma fábula.

12. Mas, por que precisa ser aço e também precisa ser grosso e maciço? O aço funciona bem como pára-raio contra os poderes tenebrosos. E precisa ser grosso para poder resistir a esses ataques. Essas correntinhas finas, delicadas, esses pentagraminhas esmirrados que vendem por aí (a preços bem salgados), não resistem nem a 3 segundos de um olhar de um mago negro mediano. E sabemos do que estamos falando.

13. A consagração dessa aliança, pulseira ou corrente, grossa e maciça, pode ser feita pessoalmente, com orações. Por exemplo, peça à Divina Mãe que imante e carregue tal objeto. Ou aos elementais da natureza. Mas, atenção, o poder magnético ou a potência mágica se perde no momento de qualquer delito; e por isso mesmo dizíamos, dias atrás, que "carregar uma medalha no pescoço não faz mal". Mas isso não quer dizer que vá nos proteger de alguma coisa séria. Isso, repetimos, depende de nosso estado de pureza, ou seja, nossa real condição psicológica.

14. Isso nos remete aos tempos mágicos de nosso planeta. Vide um Senhor dos Anéis, vide um Rei Arthur, vide um Carlos Magno. Eram os tempos em que a Magia regia os destinos de povos e nações. Era um tempo em que os magos instruíam os reis e os reis e seus exércitos de cavaleiros nobres protegiam sua gente. Tudo isso foi perdido porque se perdeu a nobreza, a pureza e as virtudes da alma. É por isso tudo e por tudo o mais que ainda está e ficará oculta a esta humanidade o que é a magia branca; hoje, não funciona ou demora a produzir efeitos aqui em nosso Vale de Lágrimas.

Texto de Karl Bunn

Dra. Nesa Gomide
Psicoterapeuta

Texto revisado por Cris

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