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Terapia de regressão na vida presente

por Sonia Coana

Publicado dia 22/6/2008 em Autoconhecimento

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Atendo vários pacientes que não vão a vidas passadas. Concluo que ou não precisam ou não estão prontos. Aí não vai nenhum julgamento; apenas o processo normal da vida.

Fazer terapia é algo que implica em coragem para defrontar-se a si mesmo. Muitas pessoas estão tão acomodadas com suas próprias dificuldades que nem sonham em saná-las. Aquelas que ousam em busca da cura emocional, física, psíquica, se admiram como puderam viver com as dificuldades até ali.

Com muitos pacientes que pude atender, trabalhei somente a vida presente, com o mesmo processo de relaxamento, respiração pausada e profunda, soltando o corpo, descendo uma escada, chegando a um jardim; neste ponto a pessoa está em profundo relaxamento, em estado ampliado de consciência, falando comigo. Conhecendo o histórico da pessoa, e já ciente de seus padrões emocionais, normalmente chamo três espelhos ao jardim e peço para o paciente projetar nos espelhos, um a um, suas situações traumáticas, na infância, juventude ou fase adulta; dificuldades vividas com familiares, colegas, amigos, cônjuges, chefes, etc.

É impressionante o que as pessoas guardam de mágoas, raivas, dores profundas, mesmo sem ter a consciência disso. Adultos choram como crianças profundamente machucadas. O meu trabalho dá a oportunidade a essas pessoas de extravasarem suas dores, suas raivas, culpas, etc. Nesse ponto faço com que as pessoas reajam às situações externando tudo o que sentem; depois peço luzes para a cura da criança, do jovem ou do adulto e, normalmente, peço para o adulto levar para dentro de si a criaça curada.

Esse processo leva de quatro a cinco sessões e a pessoa se torna leve e solta, muitas vezes harmonizada com pessoas com quem não se dava.

Tratei de um homem, quarenta e três anos, que estava no segundo casamento, com dois filhos do primeiro casamento; estava consciente de que sua mãe era sempre presente, ao contrário do pai, e de que não era desejado apesar de ter o carinho dos pais, hoje.
No relaxamento chegou ao jardim, criança com 4 anos de idade, em cima de uma árvore, para fugir aos berros e gritos em sua casa. Pelo túnel, foi à vida intra uterina, passou pelo terceiro, quarto e quinto meses de sua gravidez, e já ouvia gritos e berros; no quinto mês percebeu que seu pai queria abortá-lo. Nasceu no oitavo mês com vontade de ficar aconchegado mais um pouco.

Entrou no túnel novamente e foi para o período pré-encarnatório; seus mentores lhe mostraram flashes de várias vidas - África, China, Japão, Antigo Egito, América do Norte - e orientaram que encarnaria nessa família com o objetivo de harmonizar e unir. Paciente relata como tinha afinidades com alguns desses lugares.

Fica muito claro como em tudo há aprendizado e como a vida é regida por amor e como somos responsáveis pela vida em todos os níveis, como pais ou não, homens, mulheres, brancos, amarelos, etc.; não importa nossa condição social, raça, credo. Temos que ter o respeito à vida. Este homem de quarenta e três anos mantinha dentro de si a idéia de que não era querido, pelo que percebeu no quinto mês de gravidez.

Sonia
(11) 5522-1694 e 9241-0077

Texto revisado por Cris

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