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TUDO VALE A PENA!!!

por Márcia Esteves

Publicado dia 6/8/2008 em Autoconhecimento

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Tudo vale a pena quando a ALMA não é pequena! Frase chavão. Acostumados a ela, não damos valor à sua essência... mas ela fala. TUDO - aquilo que escolhemos, não importando o quê - fará sentido - se dermos um sentido - se toparmos a parada. Muitas vezes ficamos presos aos fatos achando que a causa deve ser SUBLIME e NOBRE. Mas somos nós que damos o tom, mesmo lavando pratos.

Trocamos de emprego, de marido, de cidade, de amigos, mas não trocamos o principal: nossa atitude perante isso tudo... E quer saber? Teremos que trocar de novo porque nada novo resiste a contratos antigos.

Andei por várias vidas, toquei muitos mundos, antes de perceber que SEMPRE era EU que estava lá... E não importava. Tudo o que EU tocava parecia novo de início. E de repente tinha a minha cara de novo! E nada me satisfazia. Corri atrás de amores, tive filhos (com a mesma cara um do outro... hahaha), trabalhei para várias empresas, fiz os mais diversificados trabalhos, viajei, chorei, sorri, gargalhei, deprimi, engordei, emagreci, estudei, não estudei, mudei de casa, tive muitos animais, tomei remédio, tomei floral, andei de carro, andei a pé, somatizei, tirei a vesícula, quase morri, sobrevivi... e nada grande acontecia. Tudo era pequeno e eu tinha sempre fome. Quase morri de inanição... fiquei fraca e desisti...

E assim continuei a caminhar... Mas, agora, bem vazia, sem nada mais a fazer, nada tinha sentido, mas continuava a caminhar, sem expectativas. Minha vida era o reflexo do espectro que me tornei.

E assim continuava a caminhar... Percebi um dia que fazia de conta... é... fazia de conta que trabalhava, fazia de conta de era mãe, fazia de conta que era mulher... enfim, fazia de conta... Minha vida era reflexo do fazia de conta que me tornei.

E assim continuava a caminhar... E, então, algo mudou. Percebi que já que fazia de conta - então, não era de verdade - se era do faz de conta, podia brincar. Então, comecei a brincar de trabalhar, brincar de ser mãe, brincar de ser mulher e... aí aconteceu! Deparei-me comigo mesma... brincando, sem querer nada, apenas me divertindo, sendo eu mesma... brincando de ser outra ou outras... e aí vi que viver vale a pena, que a alma precisa brincar para nascer, precisa ser leve, precisa ter paz.

E assim continuava a caminhar... como sempre, fazendo aquilo que sempre fiz: trabalhando, sendo mãe, sendo mulher, sendo apenas. E assim, brincando, me aceitei... sim, apenas me aceitei como sou e vi que era só deixar a alma falar que ela vem, grande e linda, tocando tudo com seu amor, com sua luz, fazendo sentido em tudo.

Escolha o que quiser, mas deixe a alma conduzir. Você verá que tudo vale a pena porque quando encontramos com nossa alma nada fica pequeno...

Um beijo no coração.

Texto revisado por Cris

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