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Uma história sobre cores

por Tanya Ramalho Ayakan

Publicado dia 26/5/2008 em Autoconhecimento

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Amor, amor, amor... este é o poder do raio rosa que o raio azul da verdade nos diz todos os dias e o potencializa... e é a alquimia que fazemos com o raio dourado dos raios azul e rosa que nos diz a toda hora que somos deuses...

Rosa, azul, dourado (amarelo)... então, vamos falar de cores: temos delas os dois extremos: o branco, ausência total de cor, ou luz pura; e o preto, ausência total de luz. As duas cores não são exatamente cores, mas características da luz que convencionamos chamar de cor.

Então, fora de nossa galáxia, quiçá de nossa realidade, temos a luz tão pura, mas tão pura que não varia a sua transmissão, ocorre sempre na mesma frequência, sempre igual, e só recebe luz dos iguais a ela, pois não é aceita nenhuma interferência que tire esta característica de "não-contaminação" da luz branca. Mas para ela isso é muito natural.

E temos algo tão denso, mas tão denso, que não permite a entrada da luz. Só troca informações com outros tão densos quanto ela, pois mesmo quando ela interage com outros espectros de luz os contamina, pois acaba impondo sua materialidade a eles. Mas para ele isso é muito natural.

Então, temos luzes com características diferentes que se analisadas através do foco da interação... mas, como podemos falar de interação com luzes de características tão diferentes e que se contrapõem? Mas... são as duas luzes, certo? Sim, e são os dois lados de uma mesma moeda, os dois lados do espectro de luz. Então, foram criadas pelo mesmo criador, ou por um grupo que cria, atua e vive no espectro da LUZ, certo?

Então...? Então foram criadas as luzes (cores) primárias, que modificam as duas, mas não as "contaminam" e, sim, as "temperam". Azul, vermelho e amarelo. Por que? Por que o movimento natural de todos os universos é de ascensão... e cada uma, a seu modo, estava meio que parada no tempo e no espaço... Continuavam sendo as duas LUZES primordiais, mas foram criadas mais três para que elas fossem "temperadas"...

Nenhuma das duas primordiais gostou muito disso. E seu controle de qualidade? Quem ia controlar a mistura? "Vou me tornar... misturada... e perder minha pureza... e perder meu controle!" "Vou me tornar... ‘levinha’... e perder minha objetividade, minha densidade... e perder meu controle!"

A luz branca é a energia de Deus que sustenta os atributos da harmonia, da pureza, da ordem e da ascensão (aliás, eles nunca gostaram de fazer algo cerebral que precisasse de menos luz; na visão deles você se esquece das emoções e acaba se transformando num tipo ‘contaminado’...). O preto era a materialidade absoluta, sem luz. Cerebral, sem emoções. Tecnologia pura, sem emoções (aliás, eles nunca gostaram disso, das emoções; para que mais luz? Para ficarem parecidos com aqueles outros... com aquela característica falta de objetividade...).

O negro não podia lidar com o que não conhecia, a Luz, e branca por sinal. Mas a Luz branca, mesmo a contragosto, conseguiria lidar com a Luz no preto. E como não se estava discutindo nada, mas havia uma determinação superior para isso, foi implementado o “Projeto Luzes” (não é o nome real, mas cai bem para nosso propósito).

As cores primárias

Azul: FÉ E INSPIRAÇÃO.
O Raio Cromático Azul é considerado o estabilizador. Mas também é o raio que origina-se da Vontade de Deus. É a energia de Deus que irradia os atributos da vontade, da força e do propósito. O Primeiro Raio corresponde ao aspecto Pai da Santíssima Trindade.

Vermelho: AMOR E VONTADE – PODER.
É a cor da construção e foi chamado de raio potencializador de força. Mas também é o rubi, uma tonalidade do vermelho, que é a energia de Deus que eleva a vida e os seres por meio do Sexto Raio. Também é o rosa, o branco atuando no vermelho. O Terceiro Raio corresponde ao aspecto Espírito Santo da Santíssima Trindade.

Amarelo: PODER INTELECTUAL.
O Raio Amarelo é carregado de correntes magnéticas. Mas também é a energia de Deus que irradia os atributos crísticos do Segundo Raio, que corresponde ao aspecto Filho da Santíssima Trindade.

E vieram as cores secundárias.

Cores Secundárias

Do vermelho e do amarelo saiu a cor laranja. A cor laranja mostra CONSTRUTIVIDADE E ALEGRIA.
Assim como o Sol ilumina e aquece a Terra, ambos aquecem e animam os homens. É chamado o Raio da Sabedoria porque aciona tanto a parte física, que comunica vitalidade, quanto o intelecto.

Do azul e do vermelho saiu o violeta. A cor violeta mostra TRANSMUTAÇÃO DOS DESEJOS.
O Raio Púrpura é o de mais alta vibração entre todos os raios. É também o que tem o mais intenso poder eletro-químico. Divide-se em Ametista, ou espiritual e Púrpura ou temporal, relacionado com o plano terreno.
O Sétimo Raio promove a união do espírito com a matéria. É um instrumento da alquimia divina.

Do amarelo e do azul saiu o verde. A cor verde nos mostra AUTOCONTROLE.
O Verde é a cor da Natureza, da força equilibrada e do progresso mental e físico. Mas também é a energia de Deus que irradia através do Quinto Raio os atributos da verdade, da cura, da concentração e da abundância.

As cores terciárias

E da mistura de uma primária com uma ou mais secundárias, vieram as terciárias.
Quem alguma vez já se aventurou na pintura, guache ou a óleo (ou outras), sabe que misturas de tintas são um tanto complicadas. Se você usa as cores que vem nos tubos, tudo bem, simples se no papel ou tela elas não se misturarem ou se espera secar uma a uma. Na teoria parece ser simples, mas na prática... e falo da pintura na tela branca ou em um papel branco; numa tela ou papel preto... é uma complicação ainda maior.

E é isso que viemos fazendo desde então. Somos um grande experimento, mas o que os criadores querem é chegar a um grande, maravilhoso e estonteante vitral, que ecoe sua beleza para todos os universos. E que deste vitral saiam anjos criadores que saibam pintar e fazer misturas coloridas que sejam maravilhosos e estonteantes vitrais. E que saibam ensinar a outros seres, outras centelhas divinas, como fazer estas pinturas.

Comento, antes de terminar, que preto não é só ausência de luz. Temos um tipo de preto que é Violeta + Verde + Azul. E que por muitos e muitos éons se infiltrou no meio do negro original para controle de operações. Também comento que os verdadeiramente "perdidos", que se perderam em cores, emoções, intelectos e se tornaram mercenários das galáxias, foram os cinzas. Eles são uma mistura totalmente aleatória e sem ritmo ou padrão de cores. Estes, os dois lados usam, cada um com suas características. Os da LUZ branca sempre tentam recuperá-los. Os da LUZ preta os usam e depois os descartam, não confiam neles. E assim os universos, os nossos, seguem.

Qualquer semelhança com a história de cada um de vocês será mera coincidência... ou não?

O artigo completo está em link
Escrito por Maria Thereza Amaral

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Tanya Ramalho Ayakan   
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