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UMA NOVA HUMANIDADE

por Lucya Vervloet

Publicado dia 5/3/2008 em Autoconhecimento

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Lembro-me na infância de ter certa dificuldade de adaptação. Ser mais sensível às brincadeiras de “mau gosto” e provocações, irritava-me com facilidade, pois criança pode ser bem cruel, não é mesmo? Acabava me defendendo mais que atacando e ainda sobrava energia para “tomar as dores” dos mais fracos e oprimidos, seria projeção?

E o padrão continuou, o comportamento rebelde causava-me mais transtornos que alegrias. No entanto, por vezes uma grande sensação de liberdade, do incomum, de ser única me invadia. Tudo se mesclava com um sentimento forte de solidão, solitude e até certo desamparo.

Mais tarde, cansada de tentar reformar o mundo (será?), resolvi procurar uma “zona de conforto”, um “nicho” para enfim acomodar todo meu cansaço e frustração das inúmeras batalhas aparentemente mal sucedidas. Paris era meu foco, meu sonho e minha ilusão de sociedade perfeita e civilização mágica que, enfim poderia vir a curar a dor e a revolta de conviver por tantos anos com todas as diferenças sócio-culturais de nosso país.

Não sei se por obra do destino, falta de planejamento, escolha semi-consciente ou como guerreira cansada em busca de paz, não conseguia mais vislumbrar meu caminho e fui ficando onde estava. Arrastando um corpo pesado que outrora fora tão leve, queixando-me da vida e fazendo o que era para ser feito. Fui ficando na cidade de minha mãe e cuidado dela da melhor forma que me fosse possível. Diante de uma mente tão irrequieta, plena de ideais em ebulição e os cinco sentidos ainda exigindo quase toda a atenção, criei um pequeno inferno pessoal. Só que desta vez o cerco havia se fechado mesmo. Não havia mais para onde “fugir”. Só restava mesmo ficar e enfrentar a tão temível realidade interior.

Fechando mais um ciclo este ano, acabei por redescobrir os antigos sonhos e ideais numa roupagem diferente, talvez mais universal em sua essência e prática, talvez da forma que o Grande Plano tenha realmente traçado para mim desde o Início. Como saber?

Neste momento de grande transformação por que passa a humanidade, diante de tantas ameaças à sua sobrevivência como espécie, vários grupos estão se formando em busca de uma solução para que, se não for possível evitar o grande cataclismo, que pelo menos possamos amenizar os efeitos do que possivelmente virá por ai.

Estamos no auge de uma nova Era, num momento crucial de conscientização e crescimento, de amadurecimento como seres humanos que somos. Enfim, de realização de todo um potencial que nos foi ensinado pelo Mestre. A Era de Aquário apenas nos sinaliza de que precisamos mesclar nosso sentimento com a razão. Ela nos presenteia com mais luz, discernimento e racionalidade. Nossos olhos, outrora desabituados a este novo poder, podem agora, aos poucos ir se acostumando com novas oportunidades neste exato momento, neste Agora.

Como vivemos num mundo dual, temos informações de que muitas vidas serão ceifadas durante este novo processo de transformação do planeta. Dizem ser necessária a medida para que então o projeto Maior possa firmar-se de uma forma mais plena. Mas não foi sempre assim?

Gostaria de deixar aqui um site criado por Deepak Chopra e que estou me engajando aos poucos, como algo de melhor a ser feito neste período crítico e iluminado da humanidade: link Aproveitem!

Namastê

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Lucya Vervloet   
Astrologia (básico na Regulus/SP) e autodidata. Participei de workshops de Runas, Tarot místico/terapêutico com Veet Pramad. Estudei Numerologia e quirologia. Iniciei-me na energia Reiki. Estudei 12 meses do Curso de Psicanálise/ES. Com uma visão universalista da vida dediquei-me ao aprendizado de idiomas e culturas estrangeiras.
E-mail: [email protected]
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