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Voltar a Viver

por Rex Thomas

Publicado dia 6/6/2008 em Autoconhecimento

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Você certamente, como todos os seres humanos deste planeta, já se questionou sobre a vida: O que é a vida? E deve ter imaginado que não pode ser só isso: dormir, acordar, comer, trabalhar pra ganhar dinheiro, ganhar dinheiro para comer, comer para ter forças para trabalhar, dormir, preocupar-se, pagar, temer, amar, sonhar, viver... e um dia morrer. Então o que é a vida? Quem sou eu? Ou melhor, o que sou eu? Como posso recriar a minha realidade para compreender a vida e voltar a viver?

Para entender quem somos, seria necessário saber o que somos. Um pensamento lógico sobre a nossa existência indica que tudo que existe vem de algum lugar. Vamos então imaginar que no início nada existia... um vão... o espaço, e nele tudo era sem forma. Hoje, através do conhecimento filosófico e científico da física quântica, sabemos que neste vão existia o que podemos chamar de causa primeira; a origem de tudo, com a característica de uma energia inteligente e criativa totalmente ciente da sua existência infinita e que move e cria constantemente.

Sempre enfrentamos o longo dilema de tentar delinear quem realmente somos e como nos enquadramos no esquema da vida. Através da experiência e maturidade adquiridas, reconciliamos até certo ponto as realidades e crenças de nossos pais com as nossas e, quando isto é feito, percebemos que passamos nossa infância e adolescência vivendo as realidades de outros. Essa percepção cria o sentimento de vazio pessoal.

O vazio de uma pessoa pode com freqüência persistir como uma voz de conflito interior, seguida de sentimentos de depressão ou melancolia. É a voz da razão dizendo que deve haver mais na vida do que apenas trabalhar pra ganhar dinheiro, ganhar dinheiro para comer, comer para ter forças para trabalhar... Chamando-nos para observar e recriar nossas realidades e crenças...

Somos entidades baseadas em emoções. Tudo o que pensamos e fazemos vem do desejo de experimentar certas emoções, do desejo consciente ou inconsciente de nos sentirmos bem ou de evitar nos sentirmos mal. Toda nossa vida e ações são medidas pela maneira como nós e os outros sentimos em relação às coisas que fazemos, vemos, tocamos, saboreamos e cheiramos.
Somos simplesmente o que pensamos e acreditamos. O que somos e como nos sentimos e reagimos a nós mesmos, aos outros e ao nosso ambiente, está baseado em nossas realidades e conjuntos de crenças individuais. Somos condicionados a escolher inconsciente e instintivamente o que sentimos em qualquer situação e como queremos reagir àquela situação, baseados em nossas emoções. A boa notícia é que podemos também aprender a escolher conscientemente o que queremos sentir e como reagir, apenas exercitando nosso natural direito de escolha.

Faça uma experiência simples: Pegue uma fotografia de pessoas ou coisas, preferencialmente que retrate muita atividade. Primeiro, tape a fotografia e feche os olhos. A seguir, pense em uma emoção que você gostaria de sentir ao olhar para a fotografia, então abra os olhos e olhe para algo naquela fotografia que lhe desperte a emoção escolhida. Quando a emoção escolhida for sentida, tape novamente a fotografia, feche seus olhos, e então escolha uma emoção diferente, de preferência oposta à primeira. Abra seus olhos e olhe para algo naquela mesma foto que lhe faça sentir a nova emoção escolhida.

A possibilidade é que você, certamente, sentirá o que colocou em sua mente que sentiria ao ver a foto, simplesmente porque você escolheu sentir aquilo e também porque acreditou que sentiria.

Quando desejamos algo fazemos com que isso aconteça e, quando o desejo é motivado pelo elemento de amor, a energia criativa é imediatamente posta em ação. Para desejar e criar efetivamente, a primeira lei é que devemos amar nosso desejo objetivamente.

A segunda lei é que devemos manter o pensamento afirmativo de nosso objetivo desejado, ou seja, devemos pensar apenas no que e como queremos aquilo e não pensar no que não queremos e como não queremos aquilo. É como ir a um restaurante; lá pensamos e pedimos apenas a refeição que escolhemos no menu.

Acreditar é um ato de Fé e Fé é o ato de Saber. Nunca podemos realmente acreditar em algo ou ter fé naquilo a menos que saibamos com certeza que aquilo existe. Por exemplo, sabemos que existimos porque pensamos e sentimos. Todos sabem e acreditam que a Estátua da Liberdade está em Nova Iorque, mesmo que nunca tenham estado em Nova Iorque.

Precisamos também prestar atenção em nossas palavras. Palavras são expressões verbais de pensamentos. Se realmente observarmos as coisas que dizemos, facilmente veremos nosso padrão de pensamento. Palavras são poderosos instrumentos de comandos mentais verbalizados.

O que dizemos afeta o que pensamos que em conseqüência afeta o que acreditamos e sentimos. Da mesma maneira que nossos sentimentos e crenças afetam diretamente nossos pensamentos que em resposta afetam nossas palavras.
O que nós dizemos para as pessoas afeta da mesma maneira o que elas pensam, e em resposta, o que elas acreditam e sentem.

Podemos criar e curar com palavras, tanto quanto podemos destruir. O poder criativo das palavras deve ser reconhecido, respeitado e aplicado positivamente em nossa vida para o benefício de todos.

A aplicação criativa das palavras é feita simplesmente por verbalizar de modo positivo, com amor, nossos objetivos desejados a qualquer momento. Nós devemos constantemente dizer o que queremos e como queremos isto e não o que não queremos ou como não queremos algo. Isto porque a mente humana apenas identifica e reconhece afirmações positivas.

Passamos a maior parte de nossas vidas ouvindo os outros, agora é o momento de começar a ouvir a nós mesmos. Aprendemos desde o nascimento a sintonizar nossa atenção constantemente no mundo exterior, dando pouca ou nenhuma atenção ao vasto e infinito universo que repousa pacientemente como um estranho interior. Um estranho que devemos conhecer.

Não há segredos no universo, somos parte integrante de tudo. A próxima vez que você estiver diante de um espelho, olhe muito bem para você mesmo nos olhos e saiba que você é muito maior que possa imaginar. Você não é vítima da vida, nem refém de nenhuma realidade criada para você e por você mesmo. Você é livre, é só aceitar, sentir e acreditar que é.
Olhe bem para si mesmo nos olhos e saiba quem você é, o que você é. Você é a essência divina manifestada em carne e osso. Você é lindo, livre, eterno. A sua verdadeira existência é de saúde física, mental e emocional, de prosperidade e principalmente de alegria, bem estar e amor. Você é tudo, tudo é você.
Agora responda estas perguntas para si mesmo com toda sinceridade e veja a sua vida mudar. Quem sou eu? O que eu penso, falo e acredito de mim mesmo?
Lembre que a sua vida não se trata de o que outros acreditam que você é. Nem do que eles pensam, falam e acreditam de você. A sua vida se trata totalmente do que você acredita que é, do que você pensa, fala e acredita de si mesmo.
Então, acorde, recrie a sua realidade e volte a viver como um ser divino que você é!

Com amor,
Rex Thomas é Life Coach, criador da Terapia Nexus (alinhamento emocional em 21dias) e fundador da ONG Amigos do Espírito Humano. Contato: (11) 3675-6880
https://www.nexusinstitute.com.br/curso_therapy.htm

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Sobre o Autor: Rex Thomas   
Rex Thomas é Life Coach, criador da Terapia Nexus (alinhamento emocional em 21dias) e fundador da ONG Amigos do Espírito Humano. Contato: Telefone: (11) 3675 - 6880
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