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Vossa majestade, a palavra!

por Flávio Bastos

Publicado dia 26/4/2008 em Autoconhecimento

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Independentemente da nacionalidade, a palavra escrita ou falada caracteriza-se como o principal e mais antigo meio de comunicação entre os seres humanos. Tanto a vida como a morte de uma pessoa, assim como a continuidade ou a extinção da espécie humana estão atrelados à palavra seguida da ação. Ela, com o seu soberano poder torna-se responsável pelos desígnios do indivíduo e da humanidade, ao agir sobre o passado, presente e futuro de todas as criaturas deste planeta.

O uso irresponsável da palavra pode levar indivíduos ou coletividades inteiras ao sofrimento pela violência, desemprego, miséria e doenças, enquanto o uso responsável da palavra pode levá-los à paz, ao bem-estar, à prosperidade e a sgnificativos níveis de qualidade de vida.

A palavra, portanto, é tão soberana quanto o poder do pensamento que a precede. São rei e rainha que comandam a mente e as ações dos homens sobre a face da Terra. No entanto, o uso dela pelo homem pode ser vil ou elevado, pois podemos fazer da palavra o que quisermos, desde uma megera sem escrúpulos até uma majestade íntegra e benevolente.

Existem palavras proferidas que traem, agridem, condenam e absolvem. Existem palavras ditas ou escritas que arrasam... baixam a auto-estima, e palavras que elevam o ser à sua natureza divina. Tudo é uma questão de momento, de logística ou de nível consciencial. O certo, porém, é que o uso da palavra vem a ser uma contundente arma que agride ou um instrumento que concientiza e liberta.

"Mas o que sai da boca procede do coração e isso contamina o homem" alertou-nos Jesus Cristo.

Na mensagem "O verbo é criador", pela psicografia de Chico Xavier, Emmanuel alerta-nos a respeito do uso da palavra: "O que sai do coração e da mente, pela boca, é força viva e palpitante, envolvendo a criatura para o bem ou para o mal, conforme a natureza da emissão". E conclui: "Os elementos psíquicos que exteriorizamos pela boca são potências atuantes em nosso nome, fatores ativos que agem sob nossa responsabilidade, em plano próximo ou remoto, de acordo com as nossas intenções mais secretas. É imprescindível vigiar a boca, porque o verbo cria, insinua, inclina, modifica, renova ou destrói, por dilatação viva de nossa personalidade".

Os budistas levam tão a sério o uso da palavra que consideram-na como importante fator de crescimento ou de desequilíbrio consciencial. Segundo o budismo, "a língua do homem é a maior criadora de confusão e incompreensão. Uma única palavra, dita por uma língua incontrolada pode destruir a felicidade de uma vida inteira. Portanto, convém medir sempre as nossas palavras com o metro da cortesia, do sentimento e da gratidão".

"Cuide bem de suas palavras, e suas palavras cuidarão bem de você"
S.L. Katzoff


Psicanalista Clínico e Interdimensional.

Texto revisado por: Cris

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Sobre o Autor: Flávio Bastos   
Flavio Bastos é criador intuitivo da Psicoterapia Interdimensional (PI) e psicanalista clínico. Outros cursos: Terapia Regressiva Evolutiva, Psicoterapia Reencarnacionista, Terapia Floral, Psicoterapia Holística, Parapsicologia, Capacitação em Dependência Química, Hipnose e Auto-hipnose e Dimensão Espiritual na Psicologia e Psicoterapia.
E-mail: [email protected]
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