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A Arte de se Interiorizar


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Interiorizar-se é voltar-se para dentro de si. É percorrer as ruas e avenidas do próprio ser. A maioria das pessoas fica na superfície do seu psiquismo porque não treina se interiorizar. Não entra em camadas mais profundas e, quando entra, sofre por antecipação, resgata culpas, se angustia com um pessimismo. É vítima de uma introspecção mórbida. Isso não é se interiorizar - é se punir.

Interiorizar-se é uma habilidade que, se o Eu* desenvolver, circulará com mais desenvoltura no escuro da memória e garimpará com mais eficiência e rapidez as experiências mais nobres que possui. Todos nós temos um rico estoque de experiências espalhadas por grandes áreas do córtex cerebral, mas não as acessamos nos focos de tensão. Repetimos os mesmos erros como se nunca tivéssemos passado por dificuldades.

Se o Eu fosse educado para utilizar a capacidade de se interiorizar como instrumento de navegação, para circular na cidade da memória, seria possível desenvolver um raciocínio muito mais brilhante do que normalmente se tem. Grande parte das pessoas que apresentam comportamentos arrogantes, reativos, compulsivos, ansiosos, tem aporte de experiências para desenvolver raciocínios surpreendentes. Por que não desenvolvem? Porque seu Eu é um péssimo navegante nas águas psíquicas, não sabe se interiorizar. É um especialista em se exteriorizar.

O Eu com essa especialidade, como comentei, se vicia em determinados circuitos cerebrais e age instintiva e estupidamente. É fundamental que o Eu, se quiser desenvolver a autoconsciência, use sistematicamente a técnica "ser fiel a si mesmo", caso contrário, será escravo desses circuitos cerebrais viciosos. Como se realiza essa técnica?

Primeiro, superando a ditadura da resposta: não reagir impulsivamente, rebater, contradizer, dar o troco. Usar a barreira da consciência virtual para se proteger.

Segundo, consultando-se, fazendo um stop introspectivo, mergulhando dentro de si para encontrar respostas inteligentes.

Terceiro, nesta caminhada interior, bombardear-se com a arte da pergunta. Deveria ser feito o máximo de perguntas num curto espaço de segundos: Quem sou? Quem o outro é? Por que estou comprando ofensas? Quais são as experiências que eu tenho? Que alternativas possuo? As perguntas, como vimos, ajudam no processo de se interiorizar e abrir as janelas da memória.

Não é o tamanho da memória ou a genialidade genética que determinará a eficiência da sua utilização, mas a maneira como o Eu se interioriza e explora as memórias.

*Eu - O Eu é o centro da personalidade, o líder da psique ou da mente, o desejo consciente, a capacidade de autodeterminação e a identificação fundamental que nos torna seres únicos.

(Augusto Cury - A Fascinante Construção do Eu)

Texto revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Flávia Sant Anna   
Formação em Parapsicologia e Psicoterapia Reencarnacionista. Trabalho com regressão terapêutica, hipnose clínica, mesa radiônica e meditação orientada. Sala na Tijuca, pertinho do metrô .
E-mail: fs.terapeuta@gmail.com | Mais artigos.

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