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Aborto


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Com frequência, o tema aborto volta a circular nas redes sociais e na mídia, rondando sorrateiramente a opinião dos brasileiros, principalmente de jovens em início de jornada.

Infelizmente a juventude é vítima de uma avalanche de valores que nem sempre são ponderados com maior amplitude; e consequências futuras acabam sendo desconsideradas.

As justificativas apresentam-se de forma a enaltecer apenas as vantagens da questão.

Pois bem, estamos no século XXI. Muitos países que por razões econômicas se encontram no primeiro mundo, aprovaram a lei do aborto, considerando em primeira instância, os direitos das mulheres em relação aos seus corpos, dando-lhes então a opção de usá-los com a finalidade reprodutiva ou não. Essa é sem dúvida a principal bandeira.

Na minha opinião é algo muito superficial para ser tido como justificativa, afinal, estamos nos referindo à manipulação da perpetuação da espécie humana, na interrupção de uma vida em desenvolvimento; condenando à morte a quem nunca nenhum crime cometeu.

Acho interessante, no caso de gravidezes indesejadas, pai, mãe ou ambos, dizerem que o bebê será a desgraça da vida; ou que a gravidez selou o destino, impossibilitando uma perspectiva na ascensão profissional ou social.

Se não me engano, gravidez não é doença, e esta não ocorreria se prevenida fosse. Logo, como delegar o infortúnio a alguém que sequer existia na ocasião da relação sexual, nem sempre realizada de forma responsável?

A questão é bem mais profunda do que parece ser, e tanto a justiça, como a medicina, encerram o caso no ato de abortar, não considerando e avaliando as consequências futuras na vida desses homens e principalmente mulheres envolvidos no assunto.

Já tive a oportunidade de conhecer e atender terapeuticamente a mulheres que hoje se encontram entre os 40 e 60 anos, que provocaram abortos na juventude.

Antigamente, mulheres que engravidavam antes do casamento eram proscritas da família. Muitas vezes, a gravidez não era levada adiante porque o medo não era suportado.

O fato, é que além de problemas claramente psicossomáticos desenvolvidos por essas mulheres, elas carregam um remorso e uma culpa imensa, e por incrível que pareça, esse sentimento corrosivo as fazem mais humanas. Com o passar dos anos, vivem os fantasmas de seus fetos mortos ou assassinados permissivamente.

Esses fetos fazem aniversário, vão para o primeiro dia de aula na escola, entregam bilhetinhos no dia das mães, escrevem cartinhas ao Papai Noel, ..., e acompanham dia a dia, noite a noite, a angústia que se instala com uma grande interrogação na psique feminina.

Raras são as mulheres que se esquecem totalmente, pois não faz parte do feminino rejeitar seus filhos.

Temos diversos estudos que comprovam as respostas emocionais dos fetos, praticamente desde a concepção. E isso é óbvio, uma vez que onde existe vida, há sensações e emoções, sejam em humanos, animais ou vegetais. Eles sentem a rejeição, a dor e o desespero da morte, e isso está bem estabelecido cientificamente. Negar essa condição não só é desumano, como completa ignorância.

Está sendo maravilhosa a manifestação moderna em defesa da fauna e da flora, da preservação das espécies. Apenas me pergunto e questiono a todos: Qual a razão da vida humana não comungar da mesma consideração que recebem as outras formas de vida? Seríamos nós tão pequenos e insignificantes? Poderíamos chamar de civilizado o compactuar com o homicídio de nossos filhos? O quanto nossa ascendência não lutou para que estivéssemos aqui? Seremos nós os grandes covardes?

Está mais do que na hora das mulheres valorizarem sua condição, e pararem de tentar imitar ou se igualar ao mundo masculino.

Negar a maternidade é secar o ventre, e isso definitivamente não é nosso.

Há muito mais dignidade na doação. Se não houver possibilidades físicas, psiquicas, emocionais, etc., de assumir um filho, o entregue à adoção. Existem milhares de corações sedentos para o exercício da maternidade e da paternidade. Não ceifem vidas, dêem chances a elas.

Não sejamos nós, as únicas fêmeas da natureza a compactuar com a desonra da maternidade através do aborto provocado.

Amar é bom, fazer amor é ótimo, mas uma vez que haja maturidade para o ato em si, é bom revestí-lo de responsabilidade, sempre com a disponibilidade e a decência de assumir riscos.

Métodos de prevenção são múltiplos, as informações nos são passadas a todo momento. Qual a razão para tanta covardia?

Para o bem das brasileiras, espero que esse procedimento jamais seja autorizado no país como forma de encobrir a irresponsabilidade do ato sexual.

Não temos vagas em nossos hospitais da rede pública, nem para aqueles que lutam pela vida. Como ocupar nossos poucos leitos com quem opta pela morte?

Quanto aos abortos clandestinos e suas consequências, sinto muito, mas não posso ser solidária aos que investem contra inocentes.

O melhor caminho é a educação.

Paz, Luz, Amor, Harmonia e Prosperidade a todos.

Texto revisado
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Conteúdo desenvolvido por: Ana Silvia   
RADIESTESISTA GENÉTICA ACUPUNTURISTA CROMOPUNTURISTA TERAPEUTA FLORAL REIKIANA Escritira Tel. (11) 986830132
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