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Apocalipse now


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Segundo Jang, no livro Projeto Gaia 2012, o planeta Terra está num processo de profundas mudanças em relação ao seu estado vibracional, em direção à 5ª dimensão. Haveria também uma modificação no seu eixo rotacional, e em função disso, viveríamos catástrofes, inundações, afundamento de terras, dentre outras situações que levariam nosso planeta próximo à destruição. Neste livro, Jang afirma que o processo teria se iniciado em 2005, com graves ocorrências previstas para o final de 2009 e que finalizaria em 2012. Este fato, segundo ele, estaria dentro de um planejamento maior, feito por seres muito elevados, responsáveis pela organização e desenvolvimento do universo.

O que chama a atenção, é que este assunto tem sido muito falado atualmente. A grande mudança no planeta Terra em 2012. Muitos baseiam suas afirmações nas previsões realizadas pela civilização Maia, em relação a essa data, onde em função de um alinhamento planetário, a Terra sofreria grandes transformações, como já ocorrera no passado, quando o mesmo alinhamento aconteceu. Outros baseiam-se nas Revelações da 3ª Profecia de Fátima, das Profecias de Nostradamus, do Apocalipse Bíblico e até mesmo nas afirmações presentes na Gênese de Allan Kardec.

Precisamos ter cautela em acreditar em catástrofes com dia e hora marcados, mas também não podemos ser tão céticos em crer que elas não acontecerão. Devemos, sim, ser conscientes quanto à real possibilidade de que algo nessas dimensões possa de fato ocorrer. Afinal, atualmente estamos vendo e vivendo situações das mais adversas, em relação à geologia e ao clima, no mundo todo. Não estamos tratando com seriedade as limitações dos nossos recursos em relação à biodiversidade, a segurança alimentar, ao gerenciamento das florestas e a conservação dos oceanos. 75% das zonas de pesca do planeta estão sendo exploradas ao máximo ou além da sua capacidade. Apenas nas últimas três décadas consumimos 33% dos recursos naturais do planeta. Neste ritmo, em breve teremos escassez de alimento e água.

Segundo estudos atuais, 6,6 milhões de km² de mar viraram desertos nos últimos 10 anos e 200% foi o aumento da quantidade de lixo plástico nas águas do Pacífico, na última década. Estamos devastando terra, céu e mar.

Sabemos, por ambientalistas e pesquisadores atuais, que o mundo está se tornando insustentável e que se continuarmos nos comportando dessa mesma maneira, com o consumo desenfreado que temos tido, a vida se tornará inviável. Isto é fato, e contra fatos não há argumentos. Ficarmos alheios ou negarmos a existência desta possibilidade, seja por negligência ou por falta de comprometimento, não nos livrará do pior nem nos isentará de nossa responsabilidade.

Tanto Emmanuel, em A Caminho da Luz, livro psicografado por Chico Xavier, quanto Edgard Armond em seu livro Exilados de Capela, apregoam a iminência desses difíceis tempos. Armond no Cap. XII afirma que, quando a humanidade entrasse no 3º Milênio, na Era de Aquarius, atingiria o último estágio deste ciclo de mudanças. Afirma também, que o planeta Terra teria seu eixo alterado e como consequência ocorreriam maremotos, inundações, terremotos, afundamentos de terras, degelos e profundas alterações climáticas. Não é isso que temos visto nos dias atuais? O cenário mundial apresenta tsunamis, enchentes, alterações no clima, inclusive, terremotos no Brasil, país onde sempre se acreditou ser protegido por Deus e distante dessa realidade.

Allan Kardec em A Gênese, publicada em 1868, no capítulo 18, sobre os Sinais dos Tempos e sobre a Nova Geração, diz que, segundo os espíritos, os tempos marcados por Deus já teriam chegado, e que por todos os lados estaríamos vendo acontecimentos trágicos, necessários ao processo de regeneração da humanidade. Eventos esses, que dentro da lei do Progresso, elevaria a Terra na hierarquia dos mundos. Afirma ainda: "nesse tempo, não se trata de uma mudança parcial, de uma renovação limitada a uma região, a um povo, a uma raça; é um movimento universal que se opera no sentido do progresso moral".

Desde há muito tempo, espíritos das esferas superiores têm se ocupado em preparar os homens para a condição futura do planeta Terra, o de mundo de regeneração. Mais do que focar na destruição, a preocupação sempre foi a de promover uma melhoria em relação à qualidade do ser quanto a sua moral, ficando evidente a grande tarefa em promover pessoas mais humanas e fraternas.

Muito tem sido feito pelos abnegáveis irmãos encarnados e desencarnados. Porém, o que constatamos é uma humanidade ainda doente e imatura. Age como se seus atos não tivessem o menor impacto no meio em que vivem, no planeta e no universo, demonstrando não ter uma consciência cósmica. Priorizam sempre as situações onde predominam as ilusões da carne, estimuladas pelo orgulho, pelo egoísmo, pela cobiça e pelo prazer do poder. Insistem em alimentar a violência, a inveja e a prepotência, dentre outros vícios. Sentimentos e emoções que vêm fazendo a Terra agonizar.

É o mesmo egoísmo que faz com que a nossa relação com o nosso planeta seja a de cruel predador, extraindo, perfurando, envenenando e destruindo todo o seu ecossistema. Ninguém escapa de nossas garras, nem nós mesmos. Estamos destruindo a Amazônia, com a devastação de suas florestas. Jogamos toneladas de CO² e gás metano na atmosfera todos os dias, com nossas fábricas, meios de transportes e com a desregrada criação de gado. Nosso ar está cada dia mais irrespirável e a atmosfera mais quente. Em função desse aquecimento, as calotas polares derretem, animais e vegetação morrem e o planeta agoniza.

Onde chegaremos se continuarmos agindo dessa forma? Será 2012 uma data fatídica ou um marco histórico para uma mudança radical no nosso comportamento? Cabe a nós decidir, afinal nós temos o livre arbítrio. O que escolher? Ficar de olhos e ouvidos fechados, insistindo em um ceticismo cego ou arregaçar as mangas e tentar diminuir os estragos para as gerações futuras? Pelo preço de nossa irresponsabilidade, só nós devemos pagar. Não devemos deixar para os nossos descendentes a fome, a sede e a vida inóspita.

Precisamos frear o processo de destruição. Vamos tentar diminuir os efeitos catastróficos desta mudança. A transformação do planeta através da melhoria de sua vibração, da renovação moral dos seus habitantes e da sua finalidade enquanto mundo de provas e expiação é necessária, mas a destruição não. Deixemos aos futuros habitantes um ambiente favorável a sobrevivência. Isso ficará como um legado, uma mensagem de carinho, respeito e preocupação.

Está em nossas mãos diminuir os efeitos dramáticos da mudança. Sejamos conscientes em relação ao nosso consumo e ao nosso planeta. Cuidemos das gerações futuras, mesmo que não tenhamos sido capazes de cuidarmos da nossa.


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Conteúdo desenvolvido por: GUARACIARA ROMA   
Psicóloga, Terapeuta de Vida Passada, Frequências de Brilho e Cura Reconectiva® / Reconexão®. Especialista em Cuidados Integrativos pela Unifesp, com MBA em Gestão Avançada de Recursos Humanos, Conferencista, escritora de diversos artigos, consultora, facilitadora de Oficinas de Sentimentos, de treinamentos, cursos, workshops.
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