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Confie na semente de bondade que há no coração humano


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Atualmente, a violência -em forma de jornalismo, entretenimento e arte- entra em nossas casas e cabeças por todos os lados. E vira rotina do dia a dia. É como se a brutalidade de uns, a dor de outros e a indiferença da maioria fossem implícitas à natureza humana. “Homo homini lupus (o ser humano é o predador do ser humano)”, dizia Thomas Hobbes, já no início do Século XVII.
Porém, antes que essa ilusão ganhe força e vire uma verdade em nossa vida, parece que um anjo, sob a forma de insight, nos consola e nos alerta: “há uma semente viva de bondade no coração humano. O que falta é cultivo para que germine, cresça, cubra de flores e frutos”.
Com a mesma beleza e força que o Sol surge invicto toda manhã e que a Primavera irrompe festiva ao fim do Inverno, a humanidade e toda a criação se inclinam para o bem. Natural e inexoravelmente.

Há tempos, li o relatório de um grupo de arqueólogos que descobriu no deserto da Ásia vários esqueletos de mais de 2, 5 milhões de anos. Seria apenas mais um achado interessante, mas não fantástico, se um punhado de ossos não chamasse a atenção, deixando maravilhados os cientistas. Era o esqueleto de uma criança de mais ou menos 13 anos, que tinha mãos e pés atrofiados.
Como pode sobreviver essa criatura, esse tempo todo, num ambiente tão hostil e severo, sem condições de andar, caçar, colher frutas e sequer colocar a própria comida na boca? Seus parentes haviam cuidado dela, concluíram fascinados os pesquisadores!

Um arqueólogo de origem hindu explicou: Esta é a prova científica mais antiga de que a compaixão e o cuidado é que nos tornam legitimamente humanos. Como a abelha que foi feita para fazer o mel, fomos feitos para a prática da bondade.
Por isso socorremos, defendemos e cuidamos uns dos outros e do mundo. É isto que sabemos e costumamos fazer instintivamente.

Há um conto budista que fala de um monge que, vendo um escorpião sendo levado pela correnteza, entrou na água e com as mãos resgatou o inseto que aplicou-lhe na hora uma dolorosa ferroada no seu dedo. Quando o monge gemeu, o bicho lhe perguntou: “Você não sabe que sou um escorpião e que minha natureza é ferroar?” E o monge lhe respondeu: “Sim, eu sei. Mas é que eu sou um ser humano e minha natureza é cuidar”.

Então, a violência, a crueldade e o descaso não são atributos humanos inatos e naturais. São doenças contagiosas que atacam e apodrecem a alma. O único meio de se livrar desse mal é deixar de alimentá-lo com nossa atenção. Tirar do mal o foco do nosso interesse. Assim, ele definha, acaba por sumir.
Sem nos enganar, crendo que a maldade não existe, tirá-la do centro da nossa vida e ressaltar, a todo momento, que há outra tendência humana mais importante e muito mais forte: a bondade. Esse sim é o instinto que devemos cultivar, fazer crescer e deixar que, enfim, domine o Universo. Então, não nos entreguemos ao pessimismo nem ao medo que paralisa ou entorpece.

Queiramos o Bem! Façamos o Bem! Cultivemos o Bem! Um dia ele vem!



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Conteúdo desenvolvido por: Ton Alves   
Ton Alves é coordenador do Projeto CASULO DE LUZ de incentivo à prática da MEDITAÇÃO HOLOMÍSTICA TRANSRELIGIOSA (MHT), baseada no exercício do silêncio interior, na contínua atenção ao instante presente e no amplo cuidado com as várias dimensões da realidade.
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