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OS SUBTIPOS INSTINTIVOS

As variantes instintivas indicam quais de nossos três instintos básicos foram mais distorcidos na infância, produzindo obsessões e comportamentos característicos em toda a extensão do tipo de personalidade.

As pessoas centradas nos instintos básicos dos relacionamentos ÍNTIMOS E OUTROS RELACIONAMENTOS ENTRE DUAS PESSOAS, tendem a ter problemas no aspecto das relações íntimas. Nessas personalidades há uma constante busca de contato e uma atração pelas experiências intensas, não somente pelas experiências sexuais, mas por qualquer situação que prometa uma carga emocional equivalente. Essas pessoas buscam o contato intenso em tudo. É o “vício” pela intimidade de pessoas com esse tipo de instinto prevalecente.

Em seu lado positivo, são pessoas que possuem um enfoque de vida de amplitude e exploração; no negativo, elas têm muita dificuldade em enxergar suas verdadeiras necessidades e prioridades na vida, pois estão sempre focadas no outro deixando de fazer o que precisam para eles mesmos. Têm dificuldades para centrarem-se em seus projetos e para cuidar bem de si mesmas; subconscientemente sempre buscam fora deles a pessoa ou a situação que os complete. Podem ficar obcecados por outra pessoa se acreditam que tenham encontrado a que buscavam. Podem descuidar de obrigações importantes e, inclusive, de suas necessidades básicas caso se sintam arrebatadas por alguém ou algo que os tenha cativado.

Quando enfermos podem experimentar uma dispersão de sua atenção e uma intensa falta de focalização. Podem se entregar à promiscuidade sexual ou ficar apegados em uma atitude de medo e disfuncional a respeito das relações e à intimidade sexual.

Quando esse instinto é o menos desenvolvido, não se dá naturalmente importância a atender os assuntos de intimidade e estímulo, mental ou emocional. A pessoa sabe o que gosta, mas lhe resulta difícil animar-se intensamente ou sentir entusiasmo por algo; tende a ter dificuldade para manter intimidade com outras pessoas e é possível que o evite totalmente. Também tende a cair em rotinas, a sentir-se incômoda se há muitas coisas desconhecidas em sua vida. Pode sentir-se envolvida socialmente com outros, mas estranhamente desconectada inclusive de seu cônjuge, de seus amigos e seus familiares.

Pessoas centradas nos instintos de NOSSA RELAÇÃO COM A SOBREVIVÊNCIA, tendem a conseguir se manter em segurança e com comodidades físicas, tendo seus interesses e preocupação voltados para alimentos, dinheiro, suas casas e saúde física. São assuntos em que estão focadas suas principais prioridades e que muito provavelmente, por darem tanta importância a esses aspectos se tornam descuidadas em outros aspectos da vida.

Dirigem sua atenção à comodidade do ambiente ou se haverá comida suficiente. Quando se encontram com seu instinto de preservação em estado positivo, são pessoas práticas; aplicam suas energias na ocupação com as necessidades básicas da vida, a criação de um ambiente seguro, fazer as compras, cuidar da casa e o lugar de trabalho, pagar as contas e adquirir habilidades úteis para que a vida tenha um ritmo ordenado.

Quando a personalidade se torna enferma, deforma o instinto e faz com que essas pessoas cuidem mal de si mesmas, muitas vezes desenvolvendo transtornos no comer e no dormir; é possível que acumulem demasiadas coisas e comprem e comam em excesso.

Quando o instinto de autopreservação é o menos proeminente, a pessoa não se lembra de atender aos assuntos básicos da vida. Essas pessoas nem sempre pensam que necessitam comer e dormir bem. Apenas darão importância aos fatores do meio ambiente e tenderiam a inibir a ambição de acumular riqueza ou propriedades, ou sequer se preocuparão com essas coisas; descuidarão da administração do tempo e seus recursos, muitas vezes com efeitos gravemente prejudiciais para sua profissão ou trabalho, sua vida social e seu bem-estar material.

Pessoas que têm como dominante o instinto de GRUPAIS OU SOCIAIS, interessam-se em ser aceitas e necessitadas em seu mundo. Interessa a eles conservar a sensação de valia que obtêm ao participar de atividades com os demais, sejam atividades em família, de grupo, comunitárias, nacionais ou mundiais. As pessoas sociais gostam de participar e desfrutam relacionando-se com outras pessoas em finalidades comuns.

De todas as variantes instintivas, os tipos sociais são os que mais gostam de saber o que ocorre em seu mundo; necessitam das outras pessoas para sentirem-se a salvo, vivos e cheios de energia. Isto pode variar desde um interesse pela política, pelo cotidiano do bairro, pelas notícias mundiais. Em geral, o tipo social gosta de relacionar-se com outras pessoas, ainda que, ironicamente, tenda a evitar a intimidade.

Os tipos sociais enfermos podem ser extremamente anti-sociais, chegam a detestar as pessoas e se ressentem da sociedade e, em conseqüência, poderiam ter pouco desenvolvidas as habilidades sociais; temem e desconfiam dos demais e não se dão bem com os outros, assim como, ao mesmo tempo são incapazes de desfazerem-se de suas conexões sociais.
Em resumo, os tipos sociais se centram em relações que fortaleçam sua validade pessoal, sua sensação de consecução e a segurança de sua posição com os outros.

Quando o instinto social é o menos desenvolvido, não se dá naturalmente o desejo de assistir a atos e compromissos sociais. Essas pessoas têm dificuldade para compreender a finalidade de criar e manter conexões sociais e podem ser indiferentes às opiniões dos demais; sua participação em sua comunidade, em qualquer escala, pode ser mínima; podem ter pouco contato com as pessoas, porque pensam que não necessitam dos demais nem os demais necessitam deles. É possível que surjam freqüentes maus entendidos com pessoas aliadas e que as apóiam, assim como com amigos e familiares.

A que mais este conhecimento nos leva? À conscientização da complexidade que somos; à importância do autoconhecimento; ao esforço do trabalho na autotransformação, à busca por tratamentos que priorizem o homem como um todo para uma urgente e necessária Cura Integral!

Lena Rodriguez

www.cuidebemdevoce.com

Texto revisado por Cris




Publicado dia 10/7/2007

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Autor: Lena Rodriguez   
Lena Rodriguez - Terapeuta Multidisciplinar - Terapia Floral On Line - e-Terapia: www.cuidebemdevoce.com
E-mail: liberdadedeser@gmail.com | Mais artigos.

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