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O lado oculto da Ayhuasca


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Duas premissas muito importantes, para quem estuda magia de verdade:
- Investigar antes de concluir;

- Só responder aquilo que lhe for perguntado.

Em se tratando da Ayahuasca, o que não falta são conclusões de quem não entende do assunto e respostas prontas, fornecidas por quem nunca usou.

Da minha parte, a minha grande experiência no assunto dizia respeito exclusivamente aos efeitos colaterais indesejáveis, já que tenho trauma de passar mal.

Até os dezoito anos,  eu poderia ir para o livro dos recordes, como a imbatível princesa dos vômitos.

Isso me causava tanto sofrimento, que de ódio um dia jurei que nunca mais vomitaria. Dito e feito! Até hoje só passei por isso uma vez, durante uma forte crise de dor causada por uma pedra nos rins.

Aprendi todos os truques e estratégias para evitar passar mal e sou muito bem-sucedida nessa arte.

Justamente por esse motivo sempre tive pavor de consagrar Ayahuasca, como os devotos dizem.

Mas como maga, eu precisava entender que tipo de experiência é essa e se de fato ela é tudo o que falam por aí.

Conforme a explicação da internet “Ayahuasca é um chá, com potencial alucinógeno, feito a partir de uma mistura de ervas e um cipó da Amazônia, que é capaz de provocar alterações da consciência por cerca de 10 horas, sendo, por isso, muito utilizada em vários tipos de rituais religiosos indígenas, para abrir a mente e criar visões místicas”.

Como conhecer os efeitos desse chá, se tenho medo de passar mal? Fácil. Como sensitiva me bastaria entrar em contato com a energia do chá, para começar a entender como ele funciona. E foi isso que eu fiz.

Como eu já estou num longo processo de purificação corporal, minha energia estava mais sutil, o que me ajudou para fazer essa experiência.

Baixei um ritual inteiro de Ayahuasca e ouvi durante quatro dias, em estado meditativo.

Logo no primeiro dia, senti enjoo e tive de parar a meditação, para não piorar, isso mesmo sem tomar o chá.

No segundo dia não tive enjoo, mas tive um desarranjo intestinal daqueles.

Se apenas me conectando com a energia eu já sentia alguma coisa no estômago e intestino, então pude concluir que os sintomas desagradáveis do chá não são apenas ocasionados pela toxidade das ervas e do cipó e sim por uma purificação energética muito forte que essa energia permite.

Outra coisa que notei, é que os seres que trabalham espiritualmente em todo processo, desde a feitura até a cerimônia, são de altíssimo nível e a energia é tão agradável, que mesmo passando mal, as pessoas voltam.

Algumas meditações cabalistas também dão efeitos colaterais muito parecidos com os da Ayahuasca, como fortes dores de cabeça, desarranjos intestinais e até confusão mental e, nesse caso, podemos usar água fluidificada para diminuir os efeitos e sempre realizar as meditações com mais de uma pessoa, para discernir o que é real e o que é imaginário.

A energia da Ayahuasca tem o mesmo potencial de purificação que algumas meditações cabalistas, quando acionamos apenas a energia, sem tomar o chá.

Durante a purificação dos corpos, físico e energéticos, retiram de uma vez energias muito densas e muito antigas, que carregamos e outras que nem se manifestaram ainda.

Outras técnicas de purificação são mais brandas, porque retiram a energia aos poucos, mas tanto as meditações cabalistas quanto o chá, retiram muita coisa de uma vez, por isso o corpo não consegue segurar a reviravolta energética que está se processando.

No quarto dia de manhã, que foi ontem, dia 21 de setembro de 2021, comecei a fazer a meditação, mas fiquei logo enjoada e parei. Quando você para, o enjoo cessa, depois de um tempo.

Passei o dia bem, tudo normal e de noite tive sono cedo e fui dormir, já com o estômago um pouco pesado, por ter comido uma fatia de pão e o glúten não costuma cair bem para mim.

Acordei por volta das uma e meia da manhã, com um enjoo tremendo, indo para a ânsia, só que na hora eu não pensei que tivesse nada a ver com a energia do chá.

Comecei a me sentir muito mal e parecia que ia desmaiar. Passei a trabalhar minha energia na área do estômago, terceiro olho e coronário, mas nada me fazia melhorar.

Senti uma vontade imensa de gritar, sem motivo. Sentia como se estivesse passando por uma crise de pânico que nunca tive e não acabava. A sensação de mal-estar era imensa e parecia que meu corpo queria se debater.

Comecei a ficar em estado meditativo e a massagear a barriga, para evitar o vômito.

Percebi que minhas mãos estavam muito quentes e muito sensíveis, quando tocava minha barriga, que, nessa altura, fazia barulhos muito estranhos, como se estivesse ocorrendo uma revolução de líquidos dentro dela.

Essa crise toda durou perto de três horas muito agonizantes, até que parou por completo, como se fosse o fim de uma tempestade que não deixou rastro.

Só consegui pegar no sono lá pela quatro da manhã e quando despertei do outro lado, fui parar num lugar novo, dentro de um hospital no astral, que eu nunca tinha ido.

Do lado de fora do hospital havia vários jovens, homens e mulheres, conversando entre eles e pela aparência, eram encarnados que estavam projetados nesse lugar.

A discussão deles era meio que escondida, pois falavam baixo e riam.

Soube mais tarde que estavam decidindo se fariam um tratamento nesse hospital. Eram jovens bem-vestidos, educados, mas que tinham problemas com drogas.

Caso você não saiba, a roupa que usamos quando nos projetamos ou quando já vivemos no astral, mostra bem o tipo de energia que estamos sentindo.

Pessoas em situação de rua que têm problemas com drogas se apresentam sempre sujos, malcheirosos e em farrapos, o que não era o caso de nenhuma dessas pessoas.

Era noite também nesse lugar e me distrai olhando o cenário ao redor, com ruas muito limpas e calmas. Só havia movimentação mesmo ali no que parecia ser um hospital ou clínica, pois não era muito grande.

No céu, eu vi uns objetos muito bonitos que voavam com pessoas dentro. Pareciam carroças dos contos de fadas, artesanalmente feitas de madeira ou palha, muito bem decorados, só que voavam, mas sem nenhum animal, sem asas, sem motor, sem nada.

Bem na minha frente na rua, havia dois rapazes também com outro tipo de carroça, mas ainda no chão, não sei se essa voava. Era um rapaz mais jovem e outro de barba, de meia idade.

Perguntei para ele que lugar era aquele e ele me respondeu que era uma colônia, me disse o nome, mas era um nome comprido, estranho e complicado. Alguma coisa parecida com colônia (...) do urso. Só me lembro que no final do nome tinha urso. É provável que esteja acima de São Paulo, que é onde moro, porque os sotaques de todos, eram de paulistas.

Quando tenho informações importantes eu as escrevo, logo que volto para o corpo, mas como eu tinha passado por muita coisa antes, quando voltei dessa viagem astral, dormi, então não consigo me lembrar nada do nome, além de que tinha um urso no final.

O urso é um animal de poder, cuja simbologia é muito forte tanto na magia, quanto no xamanismo, por ser um animal forte e persistente, portanto, um símbolo para quem precisa persistir para se curar.

O rapaz me disse que existiam muitas outras colônias como aquela, que trabalhavam na recuperação de pessoas com problemas com drogas.

Essa Colônia do Urso (vou chamá-la assim), trabalha conectada com a energia de cura da Ayahuasca e aqueles jovens provavelmente estavam fazendo uso do chá, para se curar.

Todo o mal-estar que senti é muito parecido com os efeitos que as pessoas sentem, quando tomam o chá, então, agora eu sei como funciona.

A energia é muito poderosa e muitos seres de luz trabalham com purificação bastante intensa durante a cerimônia.

Abusos e pessoas inescrupulosas existem sim, explorando o chá, mas também tem gente muito honesta nesse meio.

Texto Revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Rosana Ferraz Chaves   
Oraculista, sensitiva e escritora. Se dedica aos estudos de anjos, baralhos e tarots antigos, ministra cursos de oráculos, neurolinguística. Desenha mandalas e cria perfumes mágicos em seu atelier. Autora do livro Magid - O encontro com um anjo.
E-mail: rosanafch@yahoo.com.br | Mais artigos.

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