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Quando a Fome é de Auto-Estima

Quando a Fome é de Auto-Estima

por Espaço Harmonia
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Alimentar-se é um ato de sobrevivência. Através da ingestão dos alimentos, garantimos a energia necessária para a manutenção de todas as funções do nosso organismo. Sem esse combustível, não sobreviveríamos mais do que trinta dias.

Além disso, comemos por prazer, quando escolhemos os sabores, as cores e as texturas de nossa alimentação, e realizamos um ato social e cultural, quando envolvemos a comida nas reuniões familiares, de amigos ou nas datas importantes. Um exemplo são os pratos típicos de cada região do Brasil, que garantem a sobrevivência de uma cultura.

A questão é quando comer deixa de ter todas essas conotações relatadas e torna-se uma compensação para nossas frustrações e decepções. Aí eu deixo de garantir a manutenção da minha saúde para entrar no campo da autodestruição: como porque estou triste, como porque estou nervoso, porque briguei com alguém, porque as coisas não saem como eu gostaria.

Como qualquer coisa, sem escolher o que vou comer: intoxico-me geralmente com alimentos altamente calóricos e pouco (ou nada) nutritivos. É como se o alimento substituísse o afeto de que sinto falta, ou compensasse a minha sensação de inferioridade.

Isso se torna doentio e grave quando percebemos que perdemos o controle sobre nossas emoções e, conseqüentemente, sobre nossa alimentação: qualquer acontecimento ou comentário é capaz de me abalar, e qualquer abalo desencadeia minha "fome".

Sem contar os danos causados à nossa auto-imagem: nos sentimos inferiores, não gostamos do que vemos diante do espelho, desejamos uma aparência quase impossível de ser alcançada.

Começam aí os transtornos alimentares, a epidemia das sociedades modernas. A bulimia, quando o indivíduo ingere uma grande quantidade de comida e depois procura um modo de eliminar todo esse conteúdo, através de laxantes ou de vômito, e a compulsão alimentar, quando o indivíduo ingere alimentos de maneira descontrolada e não consegue controlar o impulso de alimentar-se, são característicos de pessoas depressivas, que não conseguem se amar verdadeiramente e, conseqüentemente, têm dificuldade de lidar com seus conflitos internos ou expressar seus sentimentos.

Além da psicoterapia e da terapia medicamentosa, a terapia complementar (auriculoterapia, florais, acupuntura), contribui imensamente para a melhora desse quadro, pois ajuda o indivíduo a se ver por inteiro e conviver com suas dificuldades, aprendendo a superá-las de uma maneira equilibrada e saudável. 

Texto revisado

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Atualizado em 01/06/2011

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