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Relacionamentos de codependência: “EU te odeio, não me abandones!”


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Pare de controlar os outros e cuide de si mesmo!

“Não é tão fácil quanto gostaríamos encontrar a felicidade, mas não a encontraremos em outro lugar, senão dentro de nós mesmos!”

Codependente é uma pessoa que se deixa afetar pelo comportamento de outra e obcecadamente tenta controlá-la! Talvez a definição seja mais fácil de encontrar, que de solucionar o problema.

Quando falamos sobre comportamentos de pessoas, sem dúvida, estaremos falando sobre um universo infinito de possibilidades, reações e motivos, nem sempre claros e explícitos.

Sem a pretensão de oferecer alguma possibilidade de diagnóstico sobre funcionamentos de pessoas com as quais você convive, quero apenas convidá-lo a observar e refletir sobre os problemas que você possa estar enfrentando em seus relacionamentos.
No comportamento de codependência, a pessoa denota vontade de controlar o outro, reage de forma intensa a ela e não raro tem também algum comportamento obcecado e compulsivo: drogas, álcool, sexo, compulsão alimentar e, naturalmente, como consequência, a depressão.
Um relacionamento codependente sempre é bastante complexo. Muitos fatores podem compor esse cenário, entre eles: um medo persistente de perder.

Não há uma idade determinada: desde uma criança até um adulto em várias fases, em relacionamentos familiares ou não.

Para essa pessoa codependente, a solução de seus problemas é o outro! Contudo, sabemos que a solução de nossos problemas, como seres humanos, nunca está no outro e sim dentro de nós.

O resultado de focarmos sempre no outro causa: depressão, baixa autoestima, ódio e ressentimento, principalmente quando os desejos não são satisfeitos; em alguns casos, também a culpa floresce, tendo como consequência o abandono e problemas de comunicação.
Veja algumas ações que remetem aos comportamentos de codependência:

• Preocupação com os outros até a exaustão;
• Procurar ajudar de maneira inadequada;
• Tem dificuldade de dizer não;
• Tenta forçar os outros a fazer da sua forma;
• Fere as outras pessoas e assim a si mesmo;
• Tem medo de expressar seus sentimentos;
• Tem medo de confiar em seus sentimentos;
• Tem sentimentos de traição;
• Rende-se às mentiras;
• Deseja vingar-se dos outros e puni-los;
• Sente muita raiva: deseja matar o outro ou matar-se;
• Luta insistentemente por seus direitos, mesmo quando os outros dizem não ter nenhum;
• Foca na desgraça.

Os codependentes precisam aprender a viver e a amar de novo. Precisam acreditar que têm valor e também perceber que outras pessoas também acreditam nisso.
Eles precisam acreditar que são capazes de satisfazer suas necessidades, desejos e carências, sem machucar a si mesmo ou aos outros.
Maneiras de pensar positivamente e gerar emoções e sentimentos mais gratificantes podem tornar-se um hábito!

Amor e confiança são frágeis, tornam-nos vulneráveis, às vezes podem ser curados, outras vezes não... Mas, eles se regeneram com o próprio tempo.

Sair da autonegação e liberar o stress causado pode auxiliar a tornar o processo de cura mais rápido e consistente.

Dicas para quem convive com um codependente:

• Codependentes não vivem só, alguém alimenta o comportamento;
• Eles precisam de ajuda profissional, estimule-os ao tratamento;
• O conflito não melhora a situação;
• O fato de ignorar também não, já que o comportamento não é uma gripe, ou seja, não vai passar!
• A pessoa pode ter uma predisposição genética, portanto, não ceda à tentação de rotular;
• Se há alguém codependente em família, o bom será se todos puderem ter esclarecimento profissional.

O que a Cinesiologia pode fazer por você:
A Cinesiologia o ajudará a identificar em que momento aprendeu a ser codependente e quais os fatores de stress que desencadearam o processo. Reduzindo o stress e auxiliando na evolução da consciência sobre esses comportamentos autodestrutivos, ele poderá sentir-se apto a fazer novas escolhas para relacionar-se consigo mesmo e com os outros, com maior serenidade e equilíbrio.

CODEPENDÊNCIA? Nunca mais!

Tenhamos todos nós uma semana de serenidade.
Abraços carinhosos
Márcia Dario

Texto revisado
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Conteúdo desenvolvido por: Marcia Dario   
Márcia Dario graduou-se em Letras (português e inglês). Especializou-se em Recursos Humanos, Marketing, Cibernética Social, Psicobiofísica, Psicopedagogia e em Cinesiologia Aplicada pela escola "Three in One Concepts", sendo facilitadora desde 1994. Fez também Locução, Rádio e Dublagem. É Coach, pelo Instituto Holos.
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