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XAMÃ KAHENA UMA CANÇÃO DE AMOR

por Euckaris Guimaraes Mendes

Publicado dia 28/4/2008 em Espiritualidade

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Emociono-me sempre ao falar dessa entidade de luz. Aqui na Terra encontram-se milhares de espíritos iluminados a mostrarem aos homens quem é Deus, a Sua majestosa obra e o valor da vinda de Jesus entre os homens e dentro, principalmente, do coração das criaturas.

Tudo é vida imortal; tudo renasce na sua estrutura de vida; tudo cresce, no crescimento que as leis divinas lhe mostram como destino; nada pára; a vida é movimento, a vida é melodia divina que canta em inúmeras dimensões de modo que todos possam desfrutar da ternura do Criador, dentro da imortalidade que lhe é própria.

Kahena, vivendo entre os bárbaros dos Montes Urais, entendia que todos são iguais, com os mesmos direitos e foi nessa amplitude das Leis do Senhor que chegou a ser rainha de várias tribos. Falava sempre de independência dos povos, da liberdade individual das criaturas humanas. Enfrentava uma multidão enfurecida quando necessário, sem violência, acalmando-a apenas com suas palavras inflamadas pela honestidade de sua própria vida.

Kahena chorava ao ver uma criança doente e por vezes a colocava em seu colo, abraçando-a, curando-lhe o corpo e a alma. Emocionava-se com a grandeza de um idoso, quando enfrentava a vida mesmo alquebrado pelo tempo e tinha sempre uma palavra de carinho para todos. Respeitava as experiências dos ancestrais escolhidos como mestres da tribo.

Kahena amava a Natureza desde pequena, pela intuição que os céus lhe despejavam no coração sensível. Às vezes sua mãe temia a sorte da filha amada, dada a coragem com que ela enfrentava os que perseguiam as outras tribos, mas sempre confiava nos seus ideais. Kahena foi encontrada muitas vezes na sua mocidade, beijando as flores nos campos e conversando com os elementais sem que pudesse interromper seu pranto de emoção.

Kahena fitava sua mãe com tristeza quando se deparava com ela triturando os animais, para a alimentação da família, pois já tinha o entendimento de que quando comemos os irmãos menores introduzimos elementos nocivos nos tantos corpos com que nos revestimos. Ela ensinava que tudo, na verdade, tem vida: “entretanto os frutos, quando maduros já se encontram na disposição de doar seus alimentos para os homens, assim como para os pássaros e animais. Isso não significa matar, a não ser quando os tiramos verdes. Assim acontece com as sementes, o mel das abelhas, as verduras, os tubérculos. Lembremos que a Terra é nossa mãe no esplendor da natureza.”

O carnívoro herda do animal a agressão; por que matarmos animais para comer? Gostaríamos de ser mortos pra alimentar alguém?

As guerras são heranças dos bárbaros; é o animal ainda dominando o homem; é a ignorância ainda solidificada nas entranhas dos sentimentos das criaturas, onde comandam o orgulho e a prepotência, o egoísmo e o ódio. Não só as guerras entre os povos e nações mas as guerras particulares, entre familiares, entre irmãos, entre pais e filhos, entre marido e esposa. A vida nos pede outro posicionamento ante a própria Vida!

Kahena viveu no ano setecentos depois de Cristo e foi trucidada pelos árabes. Era conhecida no meio do seu povo por Dâmia, pois profetizava e curava enfermos. Foi abandonada pelos seus partidários e levada ao campo de trucidação sem reclamar e sem gemer. Ali foi oprimida na sua intimidade. Eles eram hábeis na violência: escarraram sua face heróica, furaram seus olhos, que sempre despejavam esperança nos atribulados e que doavam vida, enquanto as incompreensões assomavam. Arrancaram-lhe as vestes, chicotearam seu corpo musculoso e lindo, mas não tiraram de seus lábios grossos um som sequer de revolta. Parecia entregar seu destino à natureza, a quem sempre chamara de mãe. Seu corpo deslizava no chão como um quilango (traje dos párias) arrastado pelos cavalos.

Kahena foi um exemplo do que ensinava: não devemos matar, mesmo que caminhemos para o matadouro; não devemos injuriar, mesmo sendo injuriados; não devemos usar de violência, mesmo sendo violentados. Não usemos de ingratidão, mesmo encontrando ingratos...

Sabem porque falamos assim? Por termos encontrado o caminho do amor, na pureza das suas irradiações emanadas por Jesus, o Cristo de Deus.

Kahena é uma das rainhas da natureza, que a entende e se faz entender por ela; e é nessa alegria jovial que ela escreve mensagens nas quais põe o coração a falar e a inteligência para escrever na plenitude de seu amor.

A Vida é princípio de vida, por ser o hálito de Deus! Vamos estudar os rudimentos da Sabedoria Universal pelas gotas de entendimento que Kahena e outros Mensageiros de Luz nos ensinam a todo instante.

Embasamento feito através do livro "Canção da Natureza", psicografia de João Nunes Maia pelo Espírito Kahena.

Visualize o retrato da Xamã Kahena pintado a óleo sobre tela, de minha autoria, em “Produtos”, sob o título "PRESENTEIE COM BELAS PINTURAS: XAMÃS, ENERGIA POSITIVA, CONSAGRAÇÃO", no meu site pessoal.


Sinta na alma e no coração, todo amor, cura, paz e harmonia que os xamãs emanam. Paz Profunda! Gratidão Profunda!

Euckaris Guimarães Mendes
Educadora, Escritora, Terapeuta, Pintora.
Hoje é o melhor dia!

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Euckaris Guimaraes Mendes   
EDUCADORA - PSICOPEDAGOGA - ESCRITORA - TERAPEUTA - PALESTRANTE - PINTORA . CONHEÇA MEU TRABALHO, MINHAS PINTURAS ÓLEO SOBRE TELAS! MEUS ARTIGOS E TERAPIAS! VISITE MEU SITE! AGORA, MELHOR MOMENTO!
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