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A confiança no mundo espiritual


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“Por que razão mandastes chamar-me?” – Simão Pedro
Atos 10, 29


Num mundo doente cheio de sofrimentos de toda ordem, sentimo-nos muitas vezes impotentes ante à dor que nos visita, e acabamos por questionar nosso próprio merecimento em requerer o auxílio da espiritualidade.

Questionamos até que ponto não seremos pretensiosos, no sentido de solicitarmos a orientação ou auxílio direto vindo dos planos de Sabedoria, imaginando-nos tão distantes em evolução daqueles Seres de Luz.

À frente de questões como esta, podemos recorrer ao evangelho para tentarmos encontrar as respostas. Olhando mais profundamente o sentido do texto bíblico, num parágrafo anterior ao citado, lemos:

“Vos sabeis que é proibido a um judeu aproximar-se dum estrangeiro ou ir à sua casa. Todavia Deus me ensinou que nenhum homem deve ser considerado profano ou impuro. Por isso vim sem hesitar logo que fui chamado“. Simão Pedro

O discípulo de Jesus não faz referência à superioridade moral ou espiritual de seu anfitrião nem ao merecimento deste para considerar-lhe a solicitação.

Se um espírito da magnitude de Simão Pedro seria incapaz de se opor às diretrizes superiores compreendendo que nenhum homem deveria ser considerado inferior, que poder-se-ia esperar de nós?

Aquele que clama pela orientação dos espíritos de luz pode fazê-lo na condição de necessitado ou de medianeiro, em vários níveis e condições de elevação, sendo tão digno quanto a totalidade dos seres humanos em recorrer a esse auxílio.

No entanto, para todos nós que continuamos a olhar para nossas imperfeições e para as imperfeições do próximo por trás da lente de aumento do julgamento, avaliando-nos como dignos ou indignos, a postura do apóstolo nos traz a resposta.

Para Jesus e seus mensageiros de luz, esse preconceito não teria razão de ser. Se assim fosse, não seriam eles aquilo que são e sim aquilo que nós, seres humanos, continuamos a construir nas nossas mentes. Projetando nos emissários do alto nossas mesmas crenças e preconceitos limitadores a respeito da realidade espiritual.

Jesus se sentou à mesa dos publicanos e pecadores, não porque estes encontravam-se pairando em esferas de elevação, mas por que eram eles os mais necessitados de receber-lhe a palavra e o auxílio.

Será que os mensageiros do Senhor agiriam para conosco de forma inversa ao Mestre?

Carregando nas mãos uma livreta onde apontar o quanto alguém é ou não merecedor de receber-lhe a excelsa visita?

Alguém poderia sentir-se confuso por essa ideia, seguramente, por não ter entendido ainda a missão redentora dos emissários espirituais no planeta, principalmente nesta hora de duras provas para nossa humanidade.

Se um único homem na face da Terra for digno de solicitar o concurso dos espíritos de luz, todos as criaturas o serão em idêntica condição.

“Todavia Deus me ensinou que nenhum homem pode ser considerado profano, por isso vim sem hesitar”. - diz Simão Pedro

Sábias as palavras do apóstolo.

Precisamos verdadeiramente compreendê-las, para que o poder da nossa fé não venha a fraquejar nas horas de solicitar o auxílio da espiritualidade.

Sabendo que a fé é uma chave poderosa, sempre que o sofrimento bater à nossa porta.

Texto Revisado

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