A eterna consciência de Deus.
Autor Bernardino Nilton Nascimento
Assunto EspiritualidadeAtualizado em 11/4/2026 11:46:24 AM

Só com a consciência limpa o ego é incapaz de sobreviver. No entanto, na maioria das mentes, ele permanece obstinado e vaidoso.
Quando a consciência se mantém aberta, receptiva e silenciosa, torna-se, justamente por isso, sagrada. Ela jamais se esgota, pois repousa em perfeita sintonia com a Consciência Divina. Não busca provar nada, muito menos vencer alguém; anseia apenas pela justiça, pela liberdade e pela clareza da verdade.
O espírito não descansa na conquista, mas no retorno à presença de Deus. Nele, nada precisa ser sustentado pela força.
O sábio aprende, na escuta do silêncio divino, à conviver em harmonia com fluxo da vida, compreendendo a arte de ceder sem jamais se sentir derrotado. Caminhando acolhendo os acontecimentos e abrindo mão da ilusão do controle. É nesse exato ponto que o inesperado floresce: a existência passa a respirar em plena liberdade, livre de rigidez, excessos ou resistências.
Assim como o amor acolhe a essência da vida, ele passa a receber a própria respiração do universo. Quanto mais vazia de si mesma se torna a consciência, mais o amor pode habitá-la, pois ele não encontra morada onde tudo já está ocupado.
O amor se revela, cada vez mais, no espaço desimpedido. Por isso, a consciência divina é imortal: "porque o vazio da criação é repleto de vida, e nele nada morre".
Para Deus, as formas se desfazem, os nomes desaparecem e os corpos morrem. Mas a dimensão de onde tudo foi criado permanece; "antes do nascimento e após a morte; silencioso, invisível e eternamente presente".
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Autor Bernardino Nilton Nascimento "Não seja um investigador de defeitos, seja um descobridor de virtudes"./ "Quando a ansiedade assume a frente, as soluções vão para o final da fila"./ "Quando os ventos do Universo resolve soprar a favor, até os erros dão certo". BNN E-mail: [email protected] | Mais artigos. Saiba mais sobre você! Descubra sobre Espiritualidade clicando aqui. |









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