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A mediunidade que incomoda e atrapalha - Parte II - Final

por Bruno J. Gimenes

Publicado dia 30/5/2008 em Espiritualidade

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A comunicação acontece pelo simples fato de haver uma referência, ou seja, uma via de acesso fácil. Como a mediunidade de comunicação com os espíritos é uma das mais corriqueiras, acaba gerando muitos danos para quem não está preparado para lidar com tais situações.
O que ocorre normalmente é que muitos desencarnados, que em vida na Terra, eram pessoas alienadas, quando desencarnam, sofrem, demoram em compreender.

Quando começam a entender que não mais habitam um corpo físico, em desespero, procuram se comunicar. É normal que estejam com padrão vibratório baixo, gerado por seus apegos materiais, sentimentos mundanos e paixões animalizadas, ainda ancoradas em suas auras. E com quem querem se comunicar ou pedir ajuda? Obviamente; com todos que tenham um “relógio”, ou melhor, qualquer pessoa, (qualquer mesmo) que tenha a mediunidade aflorada, o que é facilmente notado pelo espírito perdido, que assim reconhece ao visualizar o campo energético do indivíduo desavisado.

Como a pessoa não concebe a idéia, não está educada, não se conhece (e ainda falamos tanto de auto-conhecimento, que ironia!) não sabe o que fazer quando começa a sentir verdadeiras perturbações em seus estados psíquicos, no seu humor e equilíbrio emocional. E isso acontece, porque o espírito desencarnado (sofredor), próximo ao médium inconsciente, acopla-se em seu campo áurico, alterando, desvitalizando e desequilibrando por completo o fluxo natural dos chacras, já que sua aura está em péssimo padrão vibratório. Mesmo a pessoa rejeitando com todas as suas forças essa hipótese, ignorando a iminente necessidade da jornada evolutiva do espírito a se iniciar, nada resolverá seu influxo prânico (bloqueio do fluxo de energia vital) senão a busca de sua consciência espiritual. Nem remédios alopáticos, nem psicologia ou psiquiatria materialista, nada disso surtirá efeitos. Na realidade não causarão nem cócegas.

O fato poderá ser ignorando o quanto quiser, mas é bom que se reitere que nada além da busca consciencial, da reforma íntima, do desenvolvimento das sensibilidades do espírito, servirão de remédio eficaz. Nada! Já algumas pessoas, conhecem superficialmente esses mecanismos, e o aceitam. Mesmo assim, consideram um fardo a mediunidade, de forma equivocada e negligente, a rejeitam. Grande erro, que ás vezes dói ... Dói em todos os sentidos, porque se é fome que uma pessoa tem, é comida que deve ingerir. Nada, por hora, poderá substituir a necessidade emergente de alimento que a pessoa tem.

Se você sofre com a mediunidade, é porque nem começou a sua busca por reforma íntima. Se já iniciou não se iluda.... Perceba que ainda está no ensino básico, nas séries primárias. Os pensamentos e intenções altruístas ainda não lhe povoaram a mente, muito menos o coração. A ignorância espiritual e alienação com seu propósito ainda lhe tomam as rédeas. Se esse for seu caso, pode ser que recuse veementemente o conteúdo dessas palavras, pois é normal a reatividade de nossa mente em negar o novo ou inabitado. Eu mesmo também já sofri com a mediunidade, a ponto de me estafar com o enfrentamento. Foi quando desisti de encará-la como uma inimiga, sombria e implacável. Isso seria semelhante à tentativa de impedir que o sol nascesse todas as manhãs. Iniciativa insana, diga-se de passagem.

Abra seu coração para a consciência de sua missão aqui na Terra, ejete sua consciência das alienações do mundo materialista. Volte-se para a necessidade de evolução que você tem. Dedique tempo para nutrir sua alma, leia assuntos correlatos, participe de grupos afins, mantenha contato com a natureza e seus elementos, aprenda a meditar diariamente. Assuma e cumpra compromissos rotineiros com a sua espiritualidade. Foque no sentimento de amor existente nas pessoas. Não há segredo, é só isso mesmo!

Mas você pode não dar a mínima para isso tudo, está certo, livre arbítrio sempre! No entanto, lembre-se, o universo não vai cessar o fluxo dele em função da sua escolha. Nesse caso, acho sensato, que busquemos um alinhamento na direção da vontade divina, (do universo) abandonando “um pouco” a vontade própria, baseada somente nos interesses do ego e do eu inferior. Pense nisso!

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Sobre o Autor: Bruno J. Gimenes   
Professor e palestrante, ministra cursos e palestras pelo Brasil.
E-mail: [email protected]
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