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A Terapia Holística Cuidando da Depressão

por Carmem Calmon Lacerda

Publicado dia 24/8/2008 em Espiritualidade

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Muito se tem falado, especulado, estudado e tentado, se não resolver, pelo menos, diminuir os aspectos limitantes e muitas vezes, degradantes e paralisantes desse mal. Também tem havido, de alguns anos para cá, o aparecimento de novas desarmonias emocionais debilitantes que praticamente parecem surgir como fantasmas: do nada. Primeiro, creio que convém lembrar que os fantasmas de cada um são reais, ao menos para ele. O que tem sido tentado pela medicina é uma forma de controlar esses disparos, esses ataques de “pânico”, “crises depressivas”, “fobias” etc. Mas pouco tem sido feito no real sentido de encontrar o gatilho dessas desarmonias e assim sair em busca da cura.

Percebo que, apesar de adepta parcial da Medicina Tradicional, porém, como já mencionei, sua fiel escudeira para os fins aos quais se destina, as Terapias Complementares alcançam patamares considerados miraculosos ou frutos de autocura: através da fé, práticas de oração, meditação etc.. Colocam, assim, um fato de sucesso como algo que simplesmente “aconteceu”, com alguém específico, por obra e graça do destino ou de alguma entidade divina piedosa.

Bem, nenhum profissional neste momento determina com alguma exatidão que entidade seria essa ou que tipo de crença/fé, ou mesmo que oração, teria levado ao sucesso. O fato acaba sendo relevado pelo profissional, por ser inexplicável dentro de sua prática, ou mesmo e mais freqüentemente, para não dar créditos ao que creem ser charlatanismo (será que ainda acreditam mesmo nisso ou são regidos por um certo medo?): as Terapias Complementares.

Todos estão, hoje, cientes de que o lado emocional pode nos levar ao sucesso ou à destruição. Mesmo os mais leigos ou desinteressados já leram, ouviram e têm ciência plena de que quando algo não está bem para o “coração”, todo o resto, no mínimo, parece correr em câmara lenta. Há os que simplesmente se entristecem pela perda de um ente querido, outros vão ao limiar da sanidade e tentam ir junto com a pessoa amada através da destruição gradativa de sua própria saúde, gerando em si mesmo a depressão, hipertensão, doenças auto-imunes, etc. Outros partem logo para o fim: a tentativa de suicídio que aparece como uma solução para o fim da dor.

Ao cuidarmos da Depressão em terapias holísticas, temos o cuidado de desvendar o que chamo de “gatilho”. Como em uma arma, o gatilho dispara o tiro que pode causar danos de diferentes proporções.

Ao olharmos o cliente dentro de uma visão holística (HOLOS = TODO) vamos analisar se a depressão veio após traumas: perdas, abusos, separações, etc... Terá sido acarretada por doença? Descoberta de câncer, aids e outros. Doenças em família, principalmente terminais ou degenerativas, causam enorme impacto emocional em todo um grupo, mas geralmente há aquele que manifesta fisicamente esse trauma em maior proporção e exige cuidados maiores. Enfim, ao vermos cada caso como UM caso vamos identificar qual a forma mais adequada de cuidar dessas desarmonias. Costumo falar em casa que de nada adianta presentear alguém com um lindo casaco se a pessoa não tem nenhum sapato.
Investiguemos, pois, antes de doar, a real e mais imediata necessidade do cliente para que ele, ao sentir-se mais leve, colabore de forma, às vezes até intuitiva, com o tratamento, a ponto de triplicar os efeitos dele.

Falando de depressão cuidada pela Aromaterapia:

Costumo usar uma sinergia de Lavanda, Gerânio e Cipreste.
A Lavanda, como bom calmante, apazigua esse estado de estresse mental de quem se sente perdido.
O Gerânio, com propriedades mais específicas, tem apresentado enorme sucesso nesses tratamentos.
A Rosa é muito indicada também, mas o alto custo do OE, limita seu uso; então, o Gerânio, com aroma parecido, trabalha a decisão de entregar-se ao amor, que envolve amar e ser amado, bem como a autoestima, o amor próprio. Estimula, assim, o cuidar-se e muito facilita o trabalho do terapeuta. Esse óleo, através de inalações e massagens, nos dá energia e atua maravilhosamente no fígado, promovendo saúde, fato que vou detalhar melhor em meu próximo artigo.
E o Cipreste, fabuloso Óleo Essencial, carrega em si a força da madeira, a firmeza, o expandir da fala - não apenas a fala verbal, mas a corporal - a tomada de consciência do que está oculto, trazendo à tona sentimentos escondidos. Óleo nobre, considerado por mim e por muitos terapeutas, uma grande descoberta emocional e também potente antibiótico.

Enfim, a união realmente traz a força, não apenas a união de cliente e terapeuta, mas de terapêuticas diferentes que se completam, se estimulam e incrementam a ação da outra. Ressalto aqui a importância da mudança alimentar e dos exercícios físicos. Sim, depressão tem cura!

Krika

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Sobre o Autor: Carmem Calmon Lacerda   
Trabalho e estudo Aromaterapia, Florais de Bach e Califórnia, Terapia do Barro (GEOTERAPIA) e Shiatsu Emocional. Sou Reflexoterapeuta e Fitoterapeuta. Muito confiante e feliz com o meu trabalho, faço com estudo e amor.
E-mail: [email protected]
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