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As mulheres e os novos tempos

por Bernardino Nilton Nascimento
As mulheres e os novos tempos

Publicado dia 13/10/2012 em Espiritualidade

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Os pensamentos e as discussões a respeito de tempos passados poderiam nos fazer esquecer que na nova era da espiritualidade, a mulher representa o ideal de vida para os seres humanos, fortes e ao mesmo tempo, amáveis.

Durante tempos, a lei dos homens deixou o ser humano, mulher, paralisado e domesticado. Uma ou outra se destacou, mas, logo, o machismo reinante, aliado a religiões igualmente machistas fizeram o triste favor de apagar as suas luzes. O pior é que, ainda hoje, muitas destas religiões ainda escravizam este sexo que não é tão frágil assim. Por muito tempo elas ficaram à mercê das leis dos homens e das religiões, e ainda estão longe de sua total liberdade. Vivemos em uma sociedade cruel, regrada por pensamentos religiosos que percebem o pecado em quase tudo na vida, e, assim, as aprisionam. A mulher sentiu, e ainda sente, na pele o peso de tais leis.

Pela imensa riqueza dos seus sentimentos e pelas várias possibilidades de sua constituição, a mulher será a alavanca na reta final da nova era. Será ela a peça principal na evolução do ser humano, pois ao longo de sua existência, conseguiu a sua liberdade de maneira sofrida, porém brilhante, e fez valer a sua importância em todos os aspectos.

Pode parecer estarmos num momento em que uma nova visão de mundo seja grande demais para a medida dos pensamentos da mulher, imaginada e amada em todos os sentidos pelos filhos e pelos homens. Pode parecer que se não existisse esse alicerce de sentimentos que a mulher carrega, estaríamos vivendo em profunda brutalidade. Neste mundo novo, ela será capaz de equilibrar e de centrar ainda o nosso crescimento espiritual. Parece que essa figura familiar muito amada viaja no coração de todos e se dissolve nos contornos infinitos dos pensamentos dos homens.

A mulher fez a descoberta libertadora da vida com consciência e fé. O mundo material e as pessoas se tornaram transparentes para ela, que nos mostrou a figura doce que é e as suas lutas. Ela nos ensinou a amar e a reconhecer a sua força e a sua importância num contexto de liderança na direção do planeta. Assim fizeram Maria de Nazaré, Maria Madalena, Mestra Nada, Joana D´Arc, Madre Teresa de Calcutá (mulher abnegada, que encarnou o divino amor pelos mais necessitados), Maria Antonieta, Cleópatra, Santa Teresa de Jesus, Helen Keller, Helena Petrovna Blavatsky (mestra da Fraternidade Branca e fundadora da Sociedade Teosófica), Guenevere ou Genebra (esposa do Rei Artur), Nefertiti (rainha egípcia), Helena de Troia (em seu aspecto arquetípico, é a Alma Gêmea, a companheira mística de todos os guerreiros da Luz, Minerva (a sabedoria do Eterno Feminino, um aspecto peculiar da Mãe Divina, uma parte autoconsciente de nosso Ser Divino, Sofia (a sabedoria, aprisionada pelos Arcontes do Destino, mas libertada mediante o Salvador em troca do sacrifício da Santa Eucaristia. Cristo é o único liberador de Sofia). Você, mulher, que está lendo este artigo, e muitas outras têm em sua vida a alma para guiar o mundo.

Assim, à luz da fé, o mundo inteiro que nos cerca e que somos nós, pode fazer transparecer a figura amada da mulher mãe, da mulher libertadora, da mulher trabalhadora, da mulher dona de casa, da mulher amada e amante. Obedecendo à lei da vida e colaborando no desenvolvimento da humanidade, nós reconhecemos a sua luta, a sua voz. Nós nos submetemos à força das suas atrações e reconhecemos nossos desejos, pois vão além das vontades materiais. Até na alienação da morte, quando o homem perde o mundo e a si mesmo, ela tira forças para administrar, muitas vezes, a cruel vingança do homem. Na vida e na morte, no trabalho, nas decepções, na mulher, podemos encontrar a personificação do amor e do carinho.

A mulher pode unir a família, pode unir a comunidade, pode unir os povos, pode unir os homens, pois ela, unida à Terra, traz a energia do amor, o perfume das flores e a força da natureza. O amor da mulher, por estar acima de tudo, dirige-se ao que é ao mesmo tempo mais universal e mais profundamente pessoal no próximo. A sua relação e a sua vocação é divina, carismática e amada pela necessidade que o homem possui em tê-la sempre ao seu lado.

À medida que a mulher acredita na sua própria força, o mundo inteiro toma para ela a forma da verdadeira natureza do amor. Em suas mãos divina e maternal, onde toca com carinho, um milagre acontece.

BNN



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Sobre o Autor: Bernardino Nilton Nascimento   
"Não seja um investigador de defeitos, seja um descobridor de virtudes"./ "Quando a ansiedade assume a frente, as soluções vão para o final da fila"./ "Quando os ventos do Universo resolve soprar a favor, até os erros dão certo". BNN
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