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Assistência espiritual em tempos de crise planetária



Em momentos de desespero, é comum acreditarmos que estamos sozinhas (os) e desamparadas (os). Muitos acreditam no auxílio que vem do Alto, e alimentam a fé que os fortalecem a vencer as montanhas das dificuldades, com bons pensamentos. Outros são descrentes e, mesmo que não reconheçam, sofrem por causa do seu orgulho, desprezando ajuda.
Este artigo visa ampliar nossa percepção e nosso entendimento sobre a atuação dos auxiliares invisíveis, na vida terrena e no mundo espiritual, por ocasião dos desencarnes coletivos, durante os desastres naturais ou tecnológicos, e as guerras, assim como da pandemia do COVID 19.
Os povos indígenas, os espiritualistas universalistas, entre outros, sabem como atuam os Seres da Natureza, prestando auxílio aos doentes.
Nas tradições espiritualistas, como hinduísmo, budismo, taoísmo, espiritismo, umbandismo, xamanismo, entre outras, há o entendimento que pessoas mais sábias, generosas e altruístas que nós, depois de terem deixado o corpo físico, desempenham o papel de guias, mentores, mestres ou amparadores, empenhados a “fazer o bem, sem saber a quem”, independentemente da raça, da crença e da religião, ou mesmo se for ateu.
Na tradição católica, entre outras, são denominados seres angelicais. Você pode acreditar ou não, mas existem hospitais e postos de socorro no plano espiritual, sobre os hospitais terrenos. Neles, há equipes de médicos, enfermeiros e terapeutas, de diversas linhagens da medicina ocidental e oriental, que intuem aos profissionais da saúde, encarnados, no tratamento aos doentes.
Durante vários momentos, nos quais eu estava imersa em vibrações para os enfermos do COVID, aos seus familiares e às equipes médicas, tive a grata oportunidade de ver a dedicação dos seres das matas, trazendo ervas para curandeiros como pajés, caboclos, pretos velhos e pretas velhas usarem para tratar os enfermos com muito carinho.
Pude perceber a presença de seres amorosos, que irradiavam luz pelas mãos, e pelo coração, vestindo trajes de freiras, padres, monges, sacerdotes dos tempos ancestrais e dos dias de hoje, como também de pessoas simples, como você e eu.

Para ilustrar o trabalho destes seres bondosos, trazemos relatos de três livros espíritas, que descreveram a assistência espiritual realizada durante a II Guerra Mundial (entre 1939 e 1945), e o Tsunami ocorrido no Oceano Índico, em 2004, assim como está acontecendo com a Pandemia do COVID 19.
No Plano Espiritual, antes mesmo dos primeiros ataques bélicos começarem, auxiliares invisíveis alertavam aos líderes políticos, religiosos e sociais para evitar a guerra. Mas, na mente e o coração de muitos líderes egocêntricos e belicosos, não havia chance para a paz.
Este confronto afetou centenas de países, estima-se que tenham morrido 24 milhões de militares e 40 milhões de civis (Enciclopédia Ilustrada do Conhecimento,1998.

No livro Nosso Lar (1944), psicografia de Chico Xavier, André Luiz conta que quando a Alemanha invadiu a Polônia, em setembro de 1939, soou a sirene de alerta no mundo espiritual, convocando trabalhadores para os serviços de socorro, em todas as partes do globo. Descreve que “foram convocados 30 mil servidores, em missão coletiva de amor fraternal, para prestar auxílio aos necessitados, somente na Colônia Nosso Lar”, situada no plano astral da cidade do Rio de Janeiro.
Considerando que todas as grandes metrópoles no plano material possuem grandes colônias no plano astral, podemos imaginar a quantidade de benfeitores que foram mobilizados? Pensemos nas colônias espirituais situadas sobre a Europa, Ásia, África e Américas, e Oceania. Consideremos também, o auxílio de seres extraterrestres, de planetas mais evoluídos, pois ocorreram vários registros de OVNIs neste período, pelos pilotos de aeronaves.

No livro: “As Margens do Rio Sagrado” (1979, uma das colônias espirituais situada sobre Índia, Edgard Armond conta que, quando foram informados pela espiritualidade superior, sobre o que poderia acontecer nesta guerra, em termos de agressividade e maldade, uma grande ansiedade tomou conta da maioria dos trabalhadores. Para capacitar esta multidão de voluntários do bem, cursos preparatórios de urgência foram organizados. Eles atuaram no auxílio às equipes médicas do plano físico, no amparo aos aflitos, intuiram rotas de fuga, ajudaram muitos a serem salvos, trataram das feridas da alma e dos traumas sofridos. Só para citar alguns exemplos.

Importante destacar, a atenção que foi dada à questão emocional, neste treinamento. Os mentores explicaram que “o medo e o terror, se não controlados de início, tornam-se uma moléstia muito contagiosa que ataca a alma das pessoas”. Por isso, pedia a todos que soubessem controlar as emoções e os pensamentos, elevando seus corações a Deus em preces, pois “a calma é garantia de êxito”. Este conselho serve para nós nesta pandemia.

O livro Ícaro Redimido (2010) também descreve a mobilização de milhares de voluntários e a organização de inúmeras equipes de socorristas, montando centenas de postos de socorro e hospitais, no plano espiritual, para atender aos necessitados, e para oferecer postos de descanso para que pudessem recompor as energias despendidas.
E, depois de tanto sofrimento, o bem e a paz no coração dos homens de boa vontade puderam prevalecer.

Em dezembro de 2004, um terremoto de grande magnitude gerou ondas gigantes (tsunami) sobre a costa da Indonésia. Os noticiários informaram que mais de 230 mil pessoas morreram nesta tragédia. E, os auxiliares invisíveis, o que fizeram? No livro “Transição Planetária” (2011), psicografado por Divaldo Pereira Franco, há detalhes sobre os trabalhos realizados pela espiritualidade nesta ocasião.
Da mesma forma que chegava ajuda humanitária internacional, incluindo equipes de médicos e socorristas, no plano espiritual, ocorria o mesmo. Na “terra e no céu a ajuda chegava de maneira universalista”. É citado nesta obra que, das diversas cidades espirituais, de vários continentes e, inclusive de outros planetas como Órion, chegavam colaboradores, visando prestar assistência aos necessitados.
Havia representantes de diferentes religiões e culturas: católicos, mulçumanos, budistas, espíritas, hindus entre outros, para que todos se sentissem acolhidos conforme suas crenças. Acampamentos gigantescos foram montados no mundo espiritual para atender aos necessitados. Ofereciam também abrigo e repouso a todas as equipes encarregadas dos trabalhos de segurança, higienização, socorro médico e espiritual (enfermeiros, médicos, padioleiros, terapeutas). Cita o escritor, que os socorristas do plano espiritual tiveram muito trabalho, para ajudar a desligar do corpo físico a maioria que faleceu. Por terem perdido a vida física de maneira repentina e violenta e, devido às suas crenças limitantes, muitos continuavam apegados aos seus corpos, negando o fato de terem desencarnado, porque se sentiam vivos. Com o passar do tempo, aceitaram ajuda. Grandes grupos foram levados para tratamento nos postos de socorro e nos hospitais-escolas em colônias espirituais da Ásia, Índia e Europa, entre outras localidades.

Divaldo nos conta também, que muitos recusaram auxílio dos caravaneiros do bem, porque tinham afinidade com ambientes densos, envolvimento com bebidas, drogas, prostituição e com a criminalidade.
Com certeza, todo trabalho que foi comentado neste artigo, com base nos livros citados, está acontecendo em todas as partes do Planeta. Há muitas equipes envolvidas: as que auxiliam aos profissionais da saúde, as que assistem aos enfermos, as que trabalham no desligamento do corpo físico, as que fortalecem aos parentes e entes queridos dos enfermos, e aos animais de estimação, que também sofrem com a desarmonia do lar e com a ausência dos tutores, e as que atuam junto aos cemitérios e necrotérios.

Os governantes, os empresários, os líderes políticos e religiosos, bem como a sociedade, todos recebem intuições dos mentores, para trabalhos de prevenção e controle da pandemia, assim como para a ajuda aos necessitados. Quem está na sintonia do bem, consegue captar, mas, nem todos têm ouvidos de ouvir, porque seu orgulho fala mais alto. Tudo isto vai passar, dias melhores virão! Enfim, como cantavam os Beatles: “tudo que você precisa é amor, amor é tudo o que você precisa” (All you need is Love, Love is all you need - canção de 1967).

Iris Fernandes Poffo, 02 de abril de 2021.
Texto Revisado

Publicado dia 2/4/2021
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Autor: Íris Regina Fernandes Poffo   
Bióloga, espiritualista, terapeuta holística e escritora.
E-mail: irisp@uol.com.br, irisrfp@gmail.com | Mais artigos.

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