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Beatitude


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Estamos imersos no mundo material e o ego representa o acúmulo de todas as experiências nesse universo material. Depois de muitas e muitas vidas utilizando o corpo grosseiro o ego conhece os momentos de felicidade e dor, mas desconhece o sentir a paz profunda. O ego está limitado pelo corpo humano, sendo que os seus momentos de felicidade são aqueles que trazem algum tipo de gozo ao corpo físico, nunca sentindo a paz profunda.
Atualmente, sabemos da existência do mundo espiritual, justamente, em decorrência de a consciência ultrapassar os limites da felicidade corpórea e sentir, na solidão, o êxtase de estar conectado a algo maior que supera tudo aquilo que os sentidos podem captar e o corpo perceber.

A certeza da espiritualidade está em experimentar emoções transcendentais e permanecer em bem-aventurança totalmente desligado de todas as coisas do mundo fenomênico. O perceber a energia divina fluindo por toda a estrutura corporal e irradiando pelo ambiente é uma prova inequívoca da existência dos planos espirituais que os sentidos humanos não captam.

São, justamente, os poucos momentos de beatitude que nos permitem conhecer cada vez mais sobre a nossa essência divina e os planos espirituais superiores ao mundo fenomênico. Com o passar do tempo, percebemos que os momentos de êxtases estão relacionados com a morte do ego e o emergir da semente divina em nós. Os momentos de paz profunda estão associados ao vazio, com o silenciar da mente egótica.

Conforme vamos amadurecendo no caminho espiritual, compreendemos que o ego, o corpo humano e as coisas do mundo que nos rodeia são obstáculos ao sentir novamente o êxtase divino e em busca desse encanto místico que nos arrebata vamos afastando cada vez mais para longe do mundo.

O gozo místico é tão profundo e intenso que nenhum prazer do mundo consegue substituí-lo, assim sendo, os momentos de meditação silenciosa passa a reinar em nossa vida. Ficarmos vazios para recebermos os influxos da espiritualidade.

No vazio, desfrutamos da solidão que é o néctar divino e ficamos com os olhos fechados com medo de perder esses momentos únicos de união com o imensurável, com o eterno. Tudo fazemos para continuarmos estabelecidos na transcendência, mas o ato de fazer provoca o emergir do ego e perdemos o nosso bem amado.

Perder e pressentir o bem amado se resume, durante vidas, nos primeiros passos na senda espiritual, até ao momento exato em que o “atma” floresce em toda sua plenitude vivenciando plenamente o encanto de ser possuído pela energia da natureza eterna. Nesse momento, não apenas sente o êxtase, mas penetra e capta pelos sentidos espirituais a natureza verdadeira que é eterna.

Texto revisado
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Conteúdo desenvolvido por: Marcos Spagnuolo Souza   
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