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Cocriadores do reequilíbrio planetário


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“O amor pequeno se mostra grandioso nas catástrofes, o amor grande se prova todos os dias, nas pequenas coisas” – Willian Shakespeare (1564 – 1616)

Será que desaprendemos a amar, por isso têm aparecido tantos momentos difíceis na nossa vida? Quando aprenderemos que o mais importante é ser bom, e não aparentar ter bondade? E entender que isso não é questão de religiosidade, mas de humanidade?

O mar, de onde surgiu a vida na Terra, ainda coberto por manchas de óleo que encobrem as praias e manguezais, o berçário da vida marinha. Vemos manchas de macroplástico que vêm da terra, formando ilhas e montanhas de entulho, que sufocam aves e tartarugas, além das ondas de microplástico que se misturam ao plâncton e passam pela cadeia alimentar. Vamos nos libertar da dependência plástica?

Quão injustamente temos afetado a natureza que nos dá a essência da vida, começando pelo ar que respiramos? Ela não cobra um real, um dólar, um euro, um peso, um iene, uma libra, um yuan por isso! Quanto vale o ar, quando não se consegue respirar? Assim já cantava o mineiro Beto Guedes: “Terra, é o mais bonito dos planetas, estão te maltratando por dinheiro”, na atemporal música “O Sal da Terra” de 1981.

A terra deslizou em Minas Gerais que tal como um tsunami, em Mariana, em 2015 e em Brumadinho em 2019, quando as barragens se romperam, encobrindo pessoas, muitas das quais morreram asfixiadas sob um mar de lama, que arrastou casas, plantações, muitos animais silvestres e de estimação.

A água inundou Veneza, em 2019. No Brasil, as fortes chuvas alagaram ruas e avenidas, invadiram casas e lojas, levaram na correnteza pessoas e animais de estimação que se afogaram. A terra cedeu nos morros, e deixaram muita tristeza, indignação e gente sem lar. Não foi a primeira nem será a última vez! A chuva é a culpada disso e da dengue também?

O fogo destruiu florestas e animais na Amazônia, também em 2019, com labaredas ardentes as quais se espalharam 60% mais intensamente do que o registrado nos três anos anteriores, pois forma contados mais de 30901 focos, muitos dos quais registrados pela NASA nas proximidades de imensas e ricas fazendas de gado. O fogo também ardeu intensamente na Austrália entre 2019 e 2020, queimando árvores, pessoas, casas e bichos carismáticos. Quem mandou jogar o fósforo aceso na mata conseguirá dormir?

O ar trouxe nuvens de fumaça da Austrália para o Uruguai e Rio Grande do Sul, em janeiro de 2020. Por falta de ar, o Coronavírus está levando ao óbito milhares de pessoas em diversos países, neste primeiro trimestre de 2020. Estamos aprisionados em nossas próprias casas, para evitar que contaminemos e sejamos contaminados, porém, há o contágio, também invisível, de notícias falsas as quais geram doenças psíquicas decorrentes do medo, como depressão, pânico, ansiedade, insônia etc., a todos que se deixam influenciar.

Os elementos Ar, Fogo, Terra e Água têm sido manipulados por mentes desequilibradas, pois o amor ao dinheiro, ao poder (político, religioso, governamental), ao umbigo (egocentrismo), o amor a Mamon (deus do dinheiro), está acarretando todo este desequilíbrio planetário.

O amor maior ensina que o essencial (para se viver bem) só é visível aos olhos do coração. A caridade se espalha como perfume pelo ar, motivando a solidariedade, ajudando a quem precisa de alimento, de ajuda para reconstruir sua casa e sua dignidade. A solidariedade faz arder o fogo da compaixão que abriga e cuida de animais de quatro patas e duas pernas abandonados pela sociedade.

A compaixão nos faz ver no próximo um irmão, seja branco, seja índio, seja de qualquer cor, e preferência sexual, oferecendo acolhimento e oportunidade para voltar a firmar seus pés na terra, e se libertar da depressão e das drogas.

A água com sua lição de humildade, forma inúmeros rios de cooperação, então, temos a produção de alimentos saudáveis que respeitam a vida; o reflorestamento, o respeito aos povos indígenas e às suas terras, o consumo racional dos recursos naturais, o desenvolvimento sustentável, investimentos em saúde, saneamento e educação, a união de crenças, filosofias e religiões em torno da paz mundial.

Vamos ser cocriadores do reequilíbrio planetário, usando nossa inteligência e o altruísmo para fazer um mundo melhor, a cada dia, banhados pelo oceano cósmico do amor divino.

Íris R. Fernandes Poffo (bióloga e terapeuta) - SP 20.03.2020
Texto Revisado

 

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Conteúdo desenvolvido por: Íris Regina Fernandes Poffo   
Bióloga, espiritualista, terapeuta holística e escritora.
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