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Contando histórias de uma deusa independente e livre: Diana/Ártemis


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Filha de Júpiter (Zeus) e Leto (Latona), irmã gêmea de Febo (Apolo), nasceu na ilha de Delos e era a personificação da pureza e da castidade, protetora dos jovens e donzelas que conservam a inocência e a virgindade.

Sua mãe, ao ficar grávida, angariou toda a ira de Juno (Hera), esposa de Júpiter, e por isso foi perseguida por ela de tal forma que quando se aproximou a hora de dar à luz, lugar nenhum aceitava recebê-la por temer a vingança da Deusa. Somente na ilha de Delos ela conseguiu abrigar-se para o parto dos gêmeos que esperava. Como Ifífia, Deusa dos partos e filha de Juno, foi retida pela mãe no Olimpo, Leto ficou sozinha. Diana foi a primeira a nascer, e ajudou Febo a sair do ventre materno.

Testemunha das dores sofridas por sua mãe no momento do parto, Diana desenvolveu uma enorme aversão ao casamento, conseguindo de seu pai permissão para não se casar e permanecer sempre casta. Esse foi o motivo por ter recebido dele um séquito formado por sessenta ninfas do mar chamadas Oceânias e mais vinte ninfas terrestres denominadas Ásias, divindades dos bosques, dos montes e dos rios, que personificavam certas forças naturais.

Na mitologia, Diana (conhecida como Ártemis pelos gregos) é uma caçadora incansável, Deusa dos animais selvagens, assim como dos animais domésticos e por isso é cultuada em templos rústicos nas florestas, onde os caçadores lhe oferecem sacrifícios.

Interessante perceber a união do sagrado feminino e do sagrado masculino neste casal de gêmeos, pois enquanto Diana é conhecida como a Deusa da Lua, seu irmão Febo é o Deus do Sol. Ambos tinham como missão clarear o mundo, pois quando Febo desaparecia no horizonte, conduzindo o carro do Sol, Diana, a Lua, resplandecia nos céus.

O mais famoso dos santuários de Ártemis ficava em Éfeso. Considerado uma das sete maravilhas do mundo, foi incendiado duas vezes.

Diz o mito que quando se sentia entediada ia para a morada de seu irmão Apolo, em Delfos, para cantar com as Graças e Musas. Aliás, eram nesses momentos que a Deusa exercia seus dons de cura e auxiliava a quem julgava merecedor de seus favores.

É representada vestida de túnica, calçando botas e trazendo a aljava nas costas, com um arco na mão e um cão a seu lado.

Diana chega a nossas vidas para resgatar a individualidade interior e exterior, pois Ela prioriza um contato mais profundo com as habilidades naturais e intuitivas da mulher e da natureza.

Baseado no livro de Claudiney Prieto, Todas as Deusas do Mundo e pesquisas da autora 

Marisa Petcov

Sacerdotisa da Tradição Diânica Nemorensis, Numeróloga cabalista e Contadora de histórias 

Comunicadora do site link com o programa Contando histórias e números, terças-feiras, às 20 horas

Texto revisado
 

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Conteúdo desenvolvido por: Marisa Petcov   
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