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Correndo por aí...



Fazendo a habitual meditação, fechei os olhos, e me vi submersa num rio. Um rio de água clara, via o fundo, de pequenas pedras, logo percebi que não estava sozinha, um amigo espiritual me acompanhava, já nos conhecemos de outras experiências.

E assim no rio, sob a claridade da Lua, emergi e com poucos passos entramos numa floresta de árvores de caules finos, terra úmida, um cheiro bom, de vida em abundância!

Sorriu para mim mais uma vez, e apontado para o lado, vi chegar um velho índio. Com sua roupa colorida, com uma dignidade tão grande, me senti imediatamente emocionada com a sua presença. Com o presente da sua visão. Do entendimento instantâneo do seu respeito a vida, a Terra, as forças da natureza, a sua sabedoria, seus olhos que, em cima de mim, mostraram o quanto conheciam da minha alma.

Chorei...disse que sentia seu amor por mim e me desculpava, pois sabia que já nos conhecíamos, mas não me lembrava. Mas sentia o seu amor por mim, por cada célula do meu corpo. Me envolvi na sua presença e ainda chorando de emoção, escutei sua voz, me convidando a correr pela floresta, sentir a força daquela terra, relembrar com alegria as vidas passadas por lá, na companhia de outros que também chegaram, corremos pela terra úmida.

Uma alegria infantil, invadiu meu peito. Sem preocupações, culpas, medos... nada!

Habitava em mim naquele instante, a emoção de pertencimento ao Todo, de pertencimento a forças tão poderosas, que por muito tempo havia esquecido, de forças de renovação, de abundância, de confiança, na simplicidade da existência, ciente a quem pertencemos, a Ele.

Brincamos como crianças, e o som das minhas risadas eram como gotas de cristal, iluminando minha alma. Via me brilhante, sentia uma alegria a muito esquecida.

Voltamos  para o rio, mais uma vez escutei sua voz, que disse “ Antes de ir para suas estrelas, venha correr conosco novamente, essa também é sua terra, e sempre será bem-vinda”.

Mergulhamos no rio novamente, eu e meu amigo espiritual, vi novamente as pequenas pedras no fundo do rio, iluminadas pelo luar, e meu coração tão agradecido pela experiência, refeito e pronto para continuar por essas terras.

Abri meu olhos, meu rosto ainda molhado pelas lágrimas, imediatamente agradeci ao irmão mais querido, ao Senhor da Luz, do Planeta, a Jesus!

Nesta experiência, vale uma observação, durante a semana anterior, intimamente vinha me perguntando por que não tinha mais lembranças das visitas as estrelas, e por alguns dias me senti chateada. Um pensamento tão íntimo, compartilhado apenas com Ele.

E Ele me respondeu. Ele cuida de mim. É a minha cura. A minha proteção. A quem sirvo e servirei, nessa e em todas as vidas sob a Tutela Dele.

Minha gratidão, ao amigo espiritual, que ultimamente, sempre me visita e reforça o convite “Bora ser feliz?!”

Sim. Vamos!

Texto Revisado


Publicado dia 18/8/2018
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Autor: Claudia Gomes   
Claudia Gomes é Jornalista, Locutora e Escritora. Aprendendo com a Espiritualidade a alegria de viver por essas terras.
E-mail: jornalistaclaudia.gomes@gmail.com | Mais artigos.

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